{"id":1079,"date":"2021-11-06T17:16:51","date_gmt":"2021-11-06T17:16:51","guid":{"rendered":"http:\/\/focas.uniso.br\/?p=1079"},"modified":"2021-11-10T00:14:58","modified_gmt":"2021-11-10T00:14:58","slug":"quero-mel-puro-dizem-que-e-bom-para-tosse","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/2021\/11\/06\/quero-mel-puro-dizem-que-e-bom-para-tosse\/","title":{"rendered":"Quero mel puro, dizem que \u00e9 bom para tosse"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Voc\u00ea j\u00e1 deve ter ouvido falar que o mel \u00e9 um agente competente no sistema imunol\u00f3gico. Al\u00e9m de \u201cmedicinal\u201d, ele tamb\u00e9m pode ser delicioso&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Altamente sofisticadas e bem resolvidas, com distribui\u00e7\u00f5es de tarefas em suas sociedades organizadas e produzindo um alimento \u00fanico, l\u00e1 estavam elas, a rainha e suas oper\u00e1rias, de mudan\u00e7a para o pneu no s\u00edtio do senhor Jaz\u00edro, na Vila Pedroso, em Votorantim. Depois de aproximadamente cinco anos, as abelhas se tornaram, al\u00e9m de uma fonte de renda, a paix\u00e3o de seus criadores.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEu gosto de andar no mato atr\u00e1s de abelha, uni o \u00fatil ao agrad\u00e1vel. Come\u00e7amos com um caixote e hoje n\u00f3s estamos com 51 colm\u00e9ias\u201d, conta o apicultor Ednilson Vieira Nunes (52).<\/p>\n\n\n\n<p>Ednilson, filho do senhor Jaz\u00edro (78), acompanha o pai desde muito pequeno, \u201cele tinha uns seis anos e ia comigo tirar abelha\u201d, e, embora n\u00e3o trabalhasse com as abelhas, carregava consigo o interesse pelo assunto, j\u00e1 que seu av\u00f4 e bisav\u00f4 teriam exercido o of\u00edcio.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/image-1024x683.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1080\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/image-1024x683.png 1024w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/image-300x200.png 300w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/image-768x512.png 768w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/image.png 1299w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption><strong>Ednilson e as abelhas, enquanto elas n\u00e3o estavam bravas, no s\u00edtio de sua fam\u00edlia na Vila Pedroso, em Votorantim<\/strong><br><strong><em>Foto: Ana Laura Ferreira<\/em><\/strong><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>E foi por acaso que a fam\u00edlia notou um grupo de abelhas, instaladas em um pneu, que estava perdido dentro da propriedade. Um apicultor foi acionado e transferiu os animais para uma caixa. Desde ent\u00e3o, com muito investimento e capacita\u00e7\u00e3o, a cria\u00e7\u00e3o s\u00f3 cresceu e hoje, produz, em m\u00e9dia, 500 kg de mel a cada seis meses.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/image-1-1024x683.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1081\" width=\"840\" height=\"560\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/image-1-1024x683.png 1024w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/image-1-300x200.png 300w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/image-1-768x512.png 768w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/image-1.png 1299w\" sizes=\"auto, (max-width: 840px) 100vw, 840px\" \/><figcaption><strong>Ber\u00e7\u00e1rio: local em que as abelhas aguardam o processo migrat\u00f3rio<\/strong><br><meta charset=\"utf-8\"><strong><em>Foto: Ana Laura Ferreira<\/em><\/strong><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>O mel \u00e9 produzido em grande quantidade no estado de S\u00e3o Paulo, principalmente no per\u00edodo pand\u00eamico da Covid-19, em que a procura aumentou significativamente. Segundo a Secretaria de Agricultura do Estado de S\u00e3o Paulo, em 2020, a produ\u00e7\u00e3o paulista chegou a 4.527 toneladas, o que representa 9,8% da produ\u00e7\u00e3o nacional. Contudo a maioria do mel produzido no Brasil n\u00e3o fica aqui. A exporta\u00e7\u00e3o ocorre principalmente para os Estados Unidos, Alemanha e Canad\u00e1, segundo a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira dos Exportadores de Mel. S\u00f3 os Estados Unidos, comprou 79% da produ\u00e7\u00e3o dos quatro primeiros meses de 2021.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mel em tudo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;\u201cNa Alemanha, por exemplo, cada pessoa consome de 3 kg a 4 kg de mel por ano, enquanto o brasileiro consome, apenas, em torno de 500g\u201d, diz Alcindo Alves (64), apicultor e presidente da Federa\u00e7\u00e3o das Associa\u00e7\u00f5es dos Apicultores e Meliponicultores do Estado de S\u00e3o Paulo (FAAMESP).<\/p>\n\n\n\n<p>. Para os brasileiros a subst\u00e2ncia adocicada serve, quase sempre, como um medicamento natural. Ele, assim como a geleia real e principalmente a pr\u00f3polis, que \u00e9 um antibi\u00f3tico natural, s\u00e3o considerados agentes&nbsp;auxiliadores do sistema imune e, com essa finalidade, s\u00e3o bem recebidos. Mas, quando se fala em comida, normalmente as primeiras lembran\u00e7as s\u00e3o de pratos doces, embora exista uma infinidade de combina\u00e7\u00f5es salgadas com o produto. O mel \u00e9 bem-vindo em molhos agridoces, acompanhando um frango assado ou temperando cenouras salteadas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>O mel \u00e9 extremamente vers\u00e1til<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 quem o utilize como cosm\u00e9tico e acredite ou n\u00e3o, quando bem preparado, o mel pode deixar de ser apenas um ingrediente dos doces e, em formato de molho, regar uma bela salada.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A estudante de Nutri\u00e7\u00e3o da Universidade de Sorocaba (UNISO), Maria Vit\u00f3ria Lisboa Vaz (22), explica que o mel \u00e9 rico em vitaminas e mineiras, combate os radicais livres e pode ser usado de muitas maneiras. \u201cEle pode ser utilizado, tamb\u00e9m, como substituto do a\u00e7\u00facar para as pessoas que n\u00e3o conseguem tirar o a\u00e7\u00facar das refei\u00e7\u00f5es\u201d, acrescenta.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Desafios do apicultor&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ednilson e Alcindo compartilham da opini\u00e3o de que o brasileiro n\u00e3o valoriza o mel. \u201cGeralmente as pessoas dizem que o mel \u00e9 de gra\u00e7a, vem da natureza. Mas n\u00e3o \u00e9 assim. Tem custo com combust\u00edvel, manuten\u00e7\u00e3o do carro para chegar at\u00e9 os api\u00e1rios\u201d, comenta Ednilson.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda que a apicultura tenha um perfil econ\u00f4mico extremamente particular, uma vez que a rentabilidade ocorre em grandes propor\u00e7\u00f5es independente de sua escala de produ\u00e7\u00e3o, Alcindo, que est\u00e1 h\u00e1 45 anos na profiss\u00e3o, sabe o quanto o trabalho pode ser desafiador. Ele tamb\u00e9m \u00e9 presidente do Conselho Fiscal da Confedera\u00e7\u00e3o Brasileira de Apicultura (CBA), e membro da C\u00e2mara do Mel Nacional e do Conselho Fiscal da Federa\u00e7\u00e3o Latino Americana de Apicultura (FILAP).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/image-2-1024x576.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1082\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/image-2-1024x576.png 1024w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/image-2-300x169.png 300w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/image-2-768x432.png 768w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/image-2-1536x864.png 1536w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/image-2.png 1600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption><strong>O desenvolvimento das abelhas \u00e9 acompanhado. Para facilitar a visualiza\u00e7\u00e3o, a rainha \u00e9 pintada<\/strong><br><strong>&nbsp;<em>Foto: Ednilson\/Cortesia<\/em><\/strong><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m do imposto de 18% cobrado pelo estado sobre os produtos vendidos, a exposi\u00e7\u00e3o aos riscos (se tratando da abelha africana, que pode levar \u00e0 morte), os apicultores ainda precisam lidar com a dificuldade em encontrar espa\u00e7os para colocar os insetos. Esse problema se deve, principalmente, ao uso de agrot\u00f3xicos, adotado pelos agricultores instalados pr\u00f3ximos aos api\u00e1rios, j\u00e1 que uma abelha contaminada pode matar uma colmeia inteira. \u201cNo estado de Santa Cantarina, o veneno Paraquat foi proibido. N\u00f3s batalhamos para isso\u201d, relata Alcindo. A expans\u00e3o urbana, com resid\u00eancias e loteamentos tamb\u00e9m dificultam a distribui\u00e7\u00e3o dos insetos, j\u00e1 que a dist\u00e2ncia entre o api\u00e1rio e resid\u00eancias deve ser de no m\u00ednimo 500 metros.&nbsp; &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A iniciativa que tem colaborado com os apicultores \u00e9 o projeto \u201cColmeias\u201d da empresa Suzano. Atualmente, em torno de 17 associa\u00e7\u00f5es e 509 apicultores s\u00e3o beneficiados no estado de S\u00e3o Paulo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alcindo conta que parte da sua produ\u00e7\u00e3o vem do &#8220;Colmeias\u201d. \u201cA Suzano \u00e9 uma empresa de reflorestamento e com o projeto de sustentabilidade, sede as \u00e1reas dos espa\u00e7os de eucalipto para o cultivo das abelhas\u201d, colaborando com a renda de muitas fam\u00edlias.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Quem iniciou uma tentativa em ajudar os apicultores e principalmente os meliponicultores foi a deputada estadual Maria L\u00facia Amary (PSDB). Ela criou um projeto de lei que regulamenta a cria\u00e7\u00e3o de abelhas sem ferr\u00e3o conhecidas como abelhas ind\u00edgenas, abelhas nativas ou melipon\u00edneos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA meliponicultura n\u00e3o \u00e9 regulada por lei no estado de S\u00e3o Paulo. A mat\u00e9ria \u00e9 regulada hoje por norma federal e resolu\u00e7\u00f5es da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente&nbsp;e da Secretaria de Agricultura. O projeto de n\u00ba 486\/21 unifica a regulamenta\u00e7\u00e3o, criando cadastro \u00fanico para os criadores e estabelece o compartilhamento de informa\u00e7\u00f5es entre as secretarias. A lei tamb\u00e9m oferece maior seguran\u00e7a jur\u00eddica para o meliponicultor\u201d, explica a deputada Maria L\u00facia.<\/p>\n\n\n\n<p>A iniciativa, que foi apresentada no dia 7 de agosto de 2021, teve in\u00edcio com o pedido dos criadores de abelhas do munic\u00edpio de Sorocaba, \u201celes buscavam uma regulamenta\u00e7\u00e3o&nbsp;bem definida para a atividade\u201d, justifica a deputada.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O projeto est\u00e1 tramitando na Comiss\u00e3o de Constitui\u00e7\u00e3o, Justi\u00e7a e Reda\u00e7\u00e3o da Assembleia Legislativa de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sem r\u00f3tulo, sem qualidade<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Grande parte da popula\u00e7\u00e3o acredita que o verdadeiro mel est\u00e1 nos potes de vidro, sem r\u00f3tulos, que s\u00e3o vendidos nas portas das casas, no entanto, o apicultor explica que esse produto pode enganar facilmente seus compradores, j\u00e1 que n\u00e3o possui um selo de qualidade. Muitos podem estar comendo sacarose, um xarope de a\u00e7\u00facar, e n\u00e3o mel.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO mel \u00e9 industrializado. Na f\u00e1brica, ele passa por um processo de filtragem, mas nada \u00e9 acrescentado\u201d. Alcindo tamb\u00e9m conta que o produto \u00e9 testado e recebe o r\u00f3tulo de qualidade do Servi\u00e7o de Inspe\u00e7\u00e3o Federal (SIF), que confirma que, de fato, se trata de um alimento puro.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>\u201cQuase perdi R$130 mil\u201d<\/strong> <meta charset=\"utf-8\"><strong>Alcindo Alves<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O apicultor tamb\u00e9m relata que logo no in\u00edcio de sua cooperativa, quase sofreu um golpe. \u201cChegou uma \u00e9poca que n\u00e3o tinha mel. Um dia um homem passou com mel nas costas. Eu experimentei e era puro\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Confiando na proced\u00eancia do produto, ele decidiu efetuar a compra. Mais tarde, antes de realizar o pagamento, descobriu que havia sido enganado. \u201cEu despejei o l\u00edquido e vi que o que estava por cima era mel, mas o restante era sacarose\u201d, conta.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/image-3-410x1024.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1083\" width=\"410\" height=\"1024\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/image-3-410x1024.png 410w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/image-3-120x300.png 120w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/image-3-768x1920.png 768w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/image-3.png 800w\" sizes=\"auto, (max-width: 410px) 100vw, 410px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Felizmente, a experi\u00eancia n\u00e3o permitiu que ele fosse enganado, mas, muitas pessoas n\u00e3o t\u00eam esse conhecimento, \u201c\u00e9 melhor comprar o mel que \u00e9 vendido em farm\u00e1cias e supermercados\u201d, frisa Alcindo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Caso produtos desta proced\u00eancia sejam identificados, \u00e9 poss\u00edvel efetuar uma den\u00fancia \u00e0 Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria do munic\u00edpio de Sorocaba, atrav\u00e9s do telefone (15) 3229-7307, ou \u00e0 Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria do estado de S\u00e3o Paulo, por meio do n\u00famero (11) 3065-4600. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/image-4.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1084\" width=\"840\" height=\"560\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/image-4.png 990w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/image-4-300x200.png 300w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/image-4-768x512.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 840px) 100vw, 840px\" \/><figcaption><strong>Propriedade da fam\u00edlia Vieira Nunes<\/strong><br><strong><em>Foto: Ana Laura Ferreira<\/em><\/strong><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Ainda que o trabalho tenha seus desafios, cultivar o mel \u00e9 o prazer dos apicultores. Ednilson, que come\u00e7ou por uma brincadeira, hoje n\u00e3o se v\u00ea exercendo outro of\u00edcio, \u201cA gente gosta. A gente faz, porque gosta\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O importante, segundo o senhor Jaz\u00edro, \u00e9 o respeito com as abelhas, \u201ce mesmo que a pessoa fa\u00e7a o curso, tenha dez, vinte, trinta anos de experi\u00eancia, sempre respeite\u201d, finaliza.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Receita<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Um biscoito feito de mel, aveia e ameixa \u00e9 uma boa op\u00e7\u00e3o para quem gosta de levar o mel para a culin\u00e1ria. A estudante de nutri\u00e7\u00e3o, Maria Vit\u00f3ria Lisboa Vaz (22), e tamb\u00e9m propriet\u00e1ria de uma doceria, em Sorocaba, indicou essa receita criada pela marca Nestl\u00e9, para que voc\u00ea possa praticar:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Meia x\u00edcara (ch\u00e1) de ameixas secas sem caro\u00e7o<\/p>\n\n\n\n<p>2 colheres (sopa) de \u00e1gua<\/p>\n\n\n\n<p>1 x\u00edcara (ch\u00e1) de farinha de trigo integral<\/p>\n\n\n\n<p>1 x\u00edcara (ch\u00e1) de Aveia Flocos&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>4 colheres (sopa) de a\u00e7\u00facar mascavo<\/p>\n\n\n\n<p>1 colher (ch\u00e1) de fermento em p\u00f3<\/p>\n\n\n\n<p>2 colheres (sopa) de manteiga<\/p>\n\n\n\n<p>2 colheres (sopa) de mel<\/p>\n\n\n\n<p>1 ovo<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Modo de preparo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li>Em um liquidificador, bata ligeiramente as ameixas com a \u00e1gua.<\/li><li>Em um recipiente misture todos os ingredientes at\u00e9 obter uma massa homog\u00eanea e que n\u00e3o grude nas m\u00e3os.<\/li><li>Modele os biscoitos e acomode em uma assadeira forrada com papel-manteiga.<\/li><li>Leve ao forno m\u00e9dio (180\u00b0C), pr\u00e9-aquecido, por cerca de 30 minutos, ou at\u00e9 dourar. Sirva.<\/li><\/ol>\n\n\n\n<p>A receita tamb\u00e9m pode ser encontrada no site da Nestl\u00e9 (receitasnestle.com.br).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"512\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/image-5-1024x512.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1085\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/image-5-1024x512.png 1024w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/image-5-300x150.png 300w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/image-5-768x384.png 768w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/image-5.png 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption><strong>Os biscoitos podem ser servidos no ch\u00e1 da tarde ou como sobremesa<\/strong><br><strong><em>Foto: Nestl\u00e9\/Divulga\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>ANA LAURA FERREIRA<\/p>\n\n\n\n<p>(AG\u00caNCIA FOCS \/ JORNALISMO UNISO)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voc\u00ea j\u00e1 deve ter ouvido falar que o mel \u00e9 um agente competente no sistema imunol\u00f3gico. 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