{"id":2195,"date":"2024-10-15T09:20:58","date_gmt":"2024-10-15T12:20:58","guid":{"rendered":"https:\/\/focas.uniso.br\/?p=2195"},"modified":"2024-10-15T09:20:58","modified_gmt":"2024-10-15T12:20:58","slug":"liderancas-do-movimento-negro-sao-homenageadas-em-sorocaba","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/2024\/10\/15\/liderancas-do-movimento-negro-sao-homenageadas-em-sorocaba\/","title":{"rendered":"Lideran\u00e7as do Movimento Negro s\u00e3o homenageadas em Sorocaba\u00a0\u00a0"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Evento, realizado por meio de parceria entre o Movimento Negro Unificado e o Instituto de Gest\u00e3o Social e Cidadania (IGESC), serviu como exemplo da import\u00e2ncia de a\u00e7\u00f5es afirmativas realizadas por lideran\u00e7as pol\u00edticas, comunit\u00e1rias, religiosas, culturais e educacionais\u00a0<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Por Rafael Filho (Ag\u00eancia Focs &#8211; Jornalismo Uniso)<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"774\" height=\"517\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2196\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image.jpeg 774w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-300x200.jpeg 300w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-768x513.jpeg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 774px) 100vw, 774px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Dezenas de pessoas compareceram \u00e0 cerim\u00f4nia realizada no dia 25 de setembro, no Espa\u00e7o Cultural do IGESC, localizado no centro de Sorocaba\/SP &#8211; <strong>Foto: Rafael Filho<\/strong><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>\u201cN\u00f3s geralmente damos reconhecimento para as pessoas depois que elas morrem. Muitas vezes bem depois de sua morte. Receber isso em vida \u00e9 uma emo\u00e7\u00e3o muito grande\u201d. Com essa fala, Ademir de Barros, um dos homenageados da noite, abriu seu discurso. Ademir \u00e9 integrante do Nucab (N\u00facleo de Cultura Afro-Brasileira de Sorocaba) e doutor em educa\u00e7\u00e3o.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O intuito da celebra\u00e7\u00e3o, segundo a organiza\u00e7\u00e3o, foi reconhecer a \u201ctrajet\u00f3ria de luta de cada um&#8221; e as contribui\u00e7\u00f5es que essas lideran\u00e7as negras deram, ao longo de suas jornadas, para a &#8220;constru\u00e7\u00e3o de uma sociedade menos desigual e mais justa&#8221;. Por isso, os homenageados foram pessoas que atuam de acordo com os princ\u00edpios de Forma\u00e7\u00e3o, Conviv\u00eancia, A\u00e7\u00e3o e Transforma\u00e7\u00e3o, os mesmos que orientam as institui\u00e7\u00f5es organizadoras.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-1-1024x683.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2197\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-1-1024x683.jpeg 1024w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-1-300x200.jpeg 300w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-1-768x512.jpeg 768w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-1-1536x1024.jpeg 1536w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-1.jpeg 1600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Professor <strong>Ademir Barros<\/strong> discursando ap\u00f3s receber o reconhecimento &#8211; <strong>Foto: Rafael Filho<\/strong><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com a psicopedagoga e militante negra desde 1980 Lourdes Lieje, a ideia do evento surgiu da necessidade de uma repara\u00e7\u00e3o. \u201cN\u00f3s precisamos ter reconhecimento em vida. \u00c9 importante nos lembrarmos daquelas pessoas que j\u00e1 se foram, mas das que est\u00e3o hoje e que fazem a hist\u00f3ria da cidade tamb\u00e9m. A fala da Vanda nos faz perceber que somos realmente apagados pela hist\u00f3ria e esse apagamento n\u00e3o pode mais acontecer.&#8221;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-2-1024x683.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2198\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-2-1024x683.jpeg 1024w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-2-300x200.jpeg 300w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-2-768x512.jpeg 768w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-2-1536x1024.jpeg 1536w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-2.jpeg 1600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><strong>Lourdes Lieje<\/strong> (\u00e0 esq.), foi uma das idealizadoras do evento e ajudou na organiza\u00e7\u00e3o &#8211; <strong>Foto: Rafael Filho<\/strong><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Sa\u00fade, uma \u00e1rea ainda desvalorizada<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Vanda Lopes de Oliveira Pereira iniciou sua carreira em 1967 como auxiliar de enfermagem, ela enfrentou o desafio di\u00e1rio de viajar de Sorocaba\/SP a Mogi das Cruzes\/SP para concluir sua gradua\u00e7\u00e3o em Enfermagem. Chegou ao cargo de diretora do hospital Santa Lucinda, um dos mais conhecidos de Sorocaba\/SP, fun\u00e7\u00e3o que ocupou por 40 anos. Ap\u00f3s a aposentadoria, sua paix\u00e3o pelo ensino a levou a compartilhar seus conhecimentos com as novas gera\u00e7\u00f5es, atuando como professora no Projeto FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) em Sorocaba\/SP. Vanda foi respons\u00e1vel por uma das falas mais impactantes da noite: \u201ceu sou uma mulher negra e perten\u00e7o a uma \u00e1rea esquecida, a enfermagem. Jamais imaginei em minha vida que receberia um reconhecimento como este.\u201d&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"977\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-1024x977.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2206\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-1024x977.png 1024w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-300x286.png 300w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-768x733.png 768w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image.png 1067w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Vanda Lopes, foi homenageada pela luta antirracista dentro das \u00e1reas de sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o &#8211; <strong>Foto: Rafael Filho<\/strong>\u00a0<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>A import\u00e2ncia da sa\u00fade mental<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Reconhecida pelos seus trabalhos de pesquisa e defesa da sa\u00fade mental de pessoas pretas e trans, Ruca Maria \u00e9 uma mulher preta e trans, administradora por forma\u00e7\u00e3o e dan\u00e7aria por voca\u00e7\u00e3o. Ao receber a premia\u00e7\u00e3o ela afirmou que a sa\u00fade mental \u00e9 necess\u00e1ria para todas as pessoas. \u201cQuando a gente fala de problemas estruturais, do racismo na cidade, \u00e9 preciso falar tamb\u00e9m de um grande c\u00e2ncer que \u00e9 a exclus\u00e3o da sa\u00fade mental da popula\u00e7\u00e3o preta\u201d, aponta Ruca Maria. Para ela, a popula\u00e7\u00e3o preta n\u00e3o tem mais que \u201cfazer 300% para ser reconhecido como igual. Ela tem que fazer o que realmente faz sentido para si\u201d e isso s\u00f3 ser\u00e1 poss\u00edvel se as pessoas se autoconhecerem.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"953\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-4-1024x953.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2200\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-4-1024x953.jpeg 1024w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-4-300x279.jpeg 300w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-4-768x715.jpeg 768w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-4-1536x1429.jpeg 1536w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-4.jpeg 1600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><strong>Ruca Maria<\/strong>: \u201c<em>Cada preta \u00e9 uma preta. Mas todas as pretas juntas, com sa\u00fade mental e intelig\u00eancia emocional, a gente consegue conquistar resultados muito mais importantes. Esse \u00e9 meu convite para as meninas: se conhe\u00e7am, se amem, sejam pretas!\u201d<\/em> &#8211; <strong>Foto: Rafael Filho<\/strong><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Pol\u00edticas p\u00fablicas para o acesso \u00e0 leitura<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Homenageada pelo seu trabalho na \u00e1rea da literatura, Ariani Teodoro \u00e9 f\u00e3 de livros e clubes de leitura, curadora do <em>Cine por elas<\/em> (um projeto que combina literatura e cinema) e idealizadora da p\u00e1gina @ari_entrelinhas no Instagram, onde escreve majoritariamente sobre literatura negra e feminina. Para ela, ganhar um pr\u00eamio em vida \u00e9 extremamente importante porque as maiores lideran\u00e7as negras foram reconhecidas muito depois da sua morte. \u201cVide Carolina Maria de Jesus que hoje \u00e9 um grande \u00edcone, que todo mundo fala, que foi traduzida para mais de 13 idiomas e n\u00e3o teve o reconhecimento que ela merecia em vida.\u201d De acordo com Ariani, o segredo para que mais pessoas tenham acesso \u00e0 literatura, est\u00e1 no investimento em pol\u00edticas p\u00fablicas. \u201cO livro no Brasil \u00e9 caro e s\u00e3o poucas as pessoas que acessam bibliotecas tamb\u00e9m, a gente tem as bibliotecas comunit\u00e1rias que muitas vezes s\u00e3o fruto das pr\u00f3prias pessoas que est\u00e3o na comunidade. Mas as pol\u00edticas p\u00fablicas precisam ser incentivadas para que a literatura chegue para todos.\u201d\u00a0<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"675\" height=\"498\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-3.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2199\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-3.jpeg 675w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-3-300x221.jpeg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 675px) 100vw, 675px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><strong>Ariani<\/strong> (ao centro), sorridente com <strong>Daia Moura<\/strong> (\u00e0 esq.), doutora em educa\u00e7\u00e3o e integrante da comiss\u00e3o para restaura\u00e7\u00e3o da Capela Jo\u00e3o de Camargo &#8211;<strong> Foto: Rafael Filho<\/strong><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>O Movimento Negro Unificado&nbsp;<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;O \u00e9 uma organiza\u00e7\u00e3o que surgiu no fim dos anos 1970 com o objetivo de lutar contra o racismo na sociedade brasileira. Ele foi criado em um contexto de efervesc\u00eancia racial, marcado por uma s\u00e9rie de epis\u00f3dios discriminat\u00f3rios em S\u00e3o Paulo. Suas lutas renderam resultados como por exemplo:&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"1\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Proclama\u00e7\u00e3o do Dia Nacional da Consci\u00eancia Negra em 20 de novembro.\u00a0\u00a0<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Proibi\u00e7\u00e3o da discrimina\u00e7\u00e3o racial na Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988.\u00a0\u00a0<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"3\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Cria\u00e7\u00e3o da Lei Ca\u00f3, de 1989, que tipifica o crime de racismo no c\u00f3digo penal.\u00a0\u00a0<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-9-1024x683.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2205\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-9-1024x683.jpeg 1024w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-9-300x200.jpeg 300w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-9-768x512.jpeg 768w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-9-1536x1024.jpeg 1536w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-9.jpeg 1600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><strong>Fabio Fonseca<\/strong> (\u00e0 dir.) atual presidente do MNU de Sorocaba\/SP, recebe a homenagem das m\u00e3os de <strong>Agatha dos Santos <\/strong>(\u00e0 esq.). Em 2020, Agatha foi coroada Miss Curvi Sorocaba e, em 2021, conquistou a coroa no Miss S\u00e3o Paulo<strong> &#8211; Foto: Rafael Filho<\/strong><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Conforme documento fornecido pela organiza\u00e7\u00e3o, o MNU se formou em meio a um ambiente de repress\u00e3o durante a ditadura civil-militar, especialmente ap\u00f3s a promulga\u00e7\u00e3o do AI-5. Neste per\u00edodo, manifesta\u00e7\u00f5es eram fortemente reprimidas, e o movimento negro tornou-se uma for\u00e7a fundamental na contesta\u00e7\u00e3o ao governo de Ernesto Geisel. Os jovens militantes, inspirados por eventos como a proibi\u00e7\u00e3o de quatro jovens negros de usar a piscina do Clube de Regatas Tiet\u00ea e a morte do trabalhador Nilton Louren\u00e7o, uniram-se a outros grupos organizados em partidos de esquerda para formar o MNU.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mais figuras homenageadas&nbsp;<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-6-1024x683.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2202\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-6-1024x683.jpeg 1024w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-6-300x200.jpeg 300w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-6-768x512.jpeg 768w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-6-1536x1024.jpeg 1536w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-6.jpeg 1600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><strong>Edson Furlaneto <\/strong>(\u00e0 esq.) foi professor e hoje \u00e9 propriet\u00e1rio do Boteco do Seu Z\u00e9, onde promove, com sua fam\u00edlia, a cultura afro-brasileira por meio do entretenimento. Ao seu lado vemos (da esq. para \u00e0 dir.) <strong>Daia Moura<\/strong>,<strong> Ariani Teodoro <\/strong>e<strong> Ademir Barros<\/strong> &#8211; <strong>Foto: Rafael Filho<\/strong><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"679\" height=\"509\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-11.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2208\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-11.jpeg 679w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-11-300x225.jpeg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 679px) 100vw, 679px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">A partir da esquerda: <strong>Mallu Coelho<\/strong> (percursionista), <strong>Luzia Cruz<\/strong> (empreendedora de acaraj\u00e9), <strong>Lourdes Lieje<\/strong>, <strong>Lucimara Feliciano <\/strong>(empreendedora em loja afro), Maria Teresa Ferreira (escritora e psicanalista), <strong>Maz\u00e9 Lima<\/strong> (fundadora do Momunes) e <strong>Sandra Mara (<\/strong>t\u00e9cnica de enfermagem) &#8211; <strong>Foto: Rafael Filho<\/strong><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-5-1024x683.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2201\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-5-1024x683.jpeg 1024w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-5-300x200.jpeg 300w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-5-768x512.jpeg 768w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-5-1536x1024.jpeg 1536w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-5.jpeg 1600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">\u00a0<br>(da esq. para a dir.)<strong> Jo\u00e3o Mendes <\/strong>(professor de teatro para pessoas surdas), <strong>Janaina Teixeira <\/strong>(grupo de maracatu feminista Baque Mulher), <strong>Jessika Moraes <\/strong>(coordenadora de marketing do MNU), <strong>Fabio Fonseca <\/strong>e <strong>Jos\u00e9 Marcos De Oliveira <\/strong>(ex-diretor do Conselho Nacional de Sa\u00fade) &#8211;<strong> Foto: Rafael Filho<\/strong><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-10-1024x683.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2207\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-10-1024x683.jpeg 1024w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-10-300x200.jpeg 300w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-10-768x512.jpeg 768w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-10-1536x1024.jpeg 1536w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-10.jpeg 1600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">A tamb\u00e9m homenageada <strong>Let\u00edcia Nunes <\/strong>(\u00e0 dir.), \u00e9 pesquisadora da cultura popular brasileira e sul-americana e fez interven\u00e7\u00f5es musicais com seu grupo Samba de Agbara, que tem como principal objetivo mostrar a import\u00e2ncia das mulheres no samba &#8211; <strong>Foto: Rafael Filho<\/strong><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"832\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-8-1024x832.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2204\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-8-1024x832.jpeg 1024w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-8-300x244.jpeg 300w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-8-768x624.jpeg 768w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-8-1536x1248.jpeg 1536w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-8.jpeg 1600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">A<strong> <\/strong>pedagoga<strong> Mila de Paula <\/strong>\u00e9 professora desde 1992 e possui especializa\u00e7\u00e3o em Africanidades. Al\u00e9m de ter sido a mestre de cerim\u00f4nia do evento, ela foi homenageada pelo seu compromisso com a educa\u00e7\u00e3o e a promo\u00e7\u00e3o da cultura afro-brasileira. \u201c<em>A inf\u00e2ncia \u00e9 uma fase muito importante. Amo trabalhar com as crian\u00e7as, elas n\u00e3o t\u00eam racismo. Somos n\u00f3s que colocamos isso nelas<\/em>\u201d &#8211; <strong>Foto: Rafael Filho<\/strong><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"802\" height=\"534\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-7.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2203\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-7.jpeg 802w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-7-300x200.jpeg 300w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-7-768x511.jpeg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 802px) 100vw, 802px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><strong>Rute Caires<\/strong>, diretora geral do IGESC, ao final do evento: \u201c<em>Aqui n\u00f3s trabalhamos com a perspectiva de mem\u00f3ria, de resgate e produ\u00e7\u00e3o de mem\u00f3rias das pessoas trabalhadoras e minorizadas. Eu avalio como uma noite muito significativa, potente, como possibilidade de a gente fortalecer essa coletividade e a import\u00e2ncia de construir novas refer\u00eancias e referenciar pessoas que normalmente s\u00e3o apagadas<\/em>\u201d &#8211; <strong>Foto: Rafael Filho<\/strong><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Evento, realizado por meio de parceria entre o Movimento Negro Unificado e o Instituto de Gest\u00e3o Social e Cidadania (IGESC),<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"colormag_page_container_layout":"default_layout","colormag_page_sidebar_layout":"default_layout","footnotes":""},"categories":[36,11],"tags":[41,29],"class_list":["post-2195","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao","category-diversidade","tag-focas-na-rede","tag-jornalismo"],"featured_image_urls":{"full":"","thumbnail":"","medium":"","medium_large":"","large":"","1536x1536":"","2048x2048":"","colormag-highlighted-post":"","colormag-featured-post-medium":"","colormag-featured-post-small":"","colormag-featured-image":"","colormag-default-news":"","colormag-featured-image-large":""},"author_info":{"info":["focas"]},"category_info":"<a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/comunicacao\/\" rel=\"category tag\">Comunica\u00e7\u00e3o<\/a> <a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/diversidade\/\" rel=\"category tag\">diversidade<\/a>","tag_info":"diversidade","comment_count":"0","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2195","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2195"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2195\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2209,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2195\/revisions\/2209"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2195"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2195"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2195"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}