{"id":2365,"date":"2024-11-05T10:25:47","date_gmt":"2024-11-05T13:25:47","guid":{"rendered":"https:\/\/focas.uniso.br\/?p=2365"},"modified":"2024-11-06T21:15:11","modified_gmt":"2024-11-07T00:15:11","slug":"focando-em-nao-falar-sobre-o-cancer-de-prostata","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/2024\/11\/05\/focando-em-nao-falar-sobre-o-cancer-de-prostata\/","title":{"rendered":"Focando em&#8230; N\u00e3o falar sobre o c\u00e2ncer de pr\u00f3stata"},"content":{"rendered":"\n<p>Quem l\u00ea esta coluna neste momento, pode estar se perguntando: mas ele n\u00e3o vai falar sobre o c\u00e2ncer de pr\u00f3stata em pleno Novembro Azul? Calma, vou sim. Mas n\u00e3o somente sobre ele, como tamb\u00e9m sobre outras coisas de homem. Um \u201cpapo cueca\u201d como ouvi esses dias.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Quando estava pensando no tema falei comigo mesmo, ser\u00e1 que o c\u00e2ncer de pr\u00f3stata \u00e9 o \u00fanico problema que afeta o homem? Ser\u00e1 que n\u00e3o tem mais coisas que \u00e0s vezes n\u00e3o s\u00e3o lembradas? Como bom pesquisador que sou, fui atr\u00e1s de artigos. E recebi tr\u00eas \u00f3timas indica\u00e7\u00f5es de minha amiga e professora de Enfermagem Iara Micheline Pereira Correa. Como s\u00e3o v\u00e1rios autores, optarei por citar seus nomes ao final do texto.<\/p>\n\n\n\n<p>Voc\u00ea sabia que existem pessoas que perdem o p\u00eanis por falta de higiene? Sim, falta de higiene! Eu fiz a mesma cara de espanto que talvez voc\u00ea esteja fazendo agora. Logicamente que existem outros fatores que levam \u00e0 penectomia (remo\u00e7\u00e3o do p\u00eanis), mas falta de lavar direito o \u00f3rg\u00e3o sexual \u00e9 uma delas. E n\u00e3o somente p\u00f3s rela\u00e7\u00e3o sexual. Alguns res\u00edduos da nossa pr\u00f3pria urina que ficam parados na glande podem causar problemas. \u00c9 s\u00e9rio, meus amigos homens, que em pleno 2024 temos que discutir falta de banho?<\/p>\n\n\n\n<p>E quem diz isso n\u00e3o sou eu, \u00e9 a ci\u00eancia!<\/p>\n\n\n\n<p>No artigo <strong><em>C\u00e2ncer de p\u00eanis, aspectos epidemiol\u00f3gicos e fatores de risco: tecendo considera\u00e7\u00f5es sobre a promo\u00e7\u00e3o e preven\u00e7\u00e3o na Aten\u00e7\u00e3o B\u00e1sica<\/em><\/strong>,<strong> <\/strong>as autoras comentam que:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cOs fatores de risco que aumentam a probabilidade de o indiv\u00edduo apresentar c\u00e2ncer de p\u00eanis s\u00e3o: falta de higiene, produ\u00e7\u00e3o de esmegma e reten\u00e7\u00e3o de c\u00e9lulas descamativas e res\u00edduos da urina na glande<\/em>.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Ou seja, <strong>falta de lavar<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>E existem outros fatores que contribuem para o \u00f3bito de homens, como por exemplo problemas cardiovasculares, hipertens\u00e3o e diabetes. E a maioria das mortes \u00e9 por causas que poderiam ser evitadas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>E onde est\u00e1 o problema?<\/strong> Talvez seja porque os homens n\u00e3o procuram \u201c<em>com muita frequ\u00eancia atendimento m\u00e9dico em raz\u00e3o dos aspectos culturais, vergonha ou falta de tempo<\/em>\u201d. \u00c9 o que afirma o artigo intitulado<strong> Perfil epidemiol\u00f3gico da mortalidade masculina no Brasil, 2014-2018<\/strong>. O estudo mostrou que no recorte de tempo definido, ocorreram \u201c<em>3.607.966 mil \u00f3bitos em homens. E que a regi\u00e3o sudeste teve o maior percentual de \u00f3bitos entre as macrorregi\u00f5es com 44,11%<\/em>\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o artigo, um dos problemas \u00e9 o fato de que:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>o homem sempre foi visto como o provedor da fam\u00edlia, um dos princ\u00edpios destacados \u00e9 a\u202fobriga\u00e7\u00e3o de mudan\u00e7a do pensamento masculina nos cuidados com a pr\u00f3pria sa\u00fade, isso se deve muito ao machismo pelo pensamento de que o homem n\u00e3o pode adoecer e tem que cuidar da fam\u00edlia.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>E essa pergunta gerou um outro artigo que trago aqui: <strong><em>Por que os homens buscam menos os servi\u00e7os de sa\u00fade do que as mulheres? As explica\u00e7\u00f5es de homens com baixa escolaridade e homens com ensino superior<\/em><\/strong>. Achei muito interessante o texto, pois ao contr\u00e1rio do que muita gente prega, a educa\u00e7\u00e3o \u00e9 fator important\u00edssimo para os cidad\u00e3os, inclusive na preven\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as. Os autores fizeram um estudo para&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>A Constru\u00e7\u00e3o da Masculinidade como um Fator Impeditivo do Cuidar de Si, que teve como eixo central a discuss\u00e3o sobre preven\u00e7\u00e3o do c\u00e2ncer prost\u00e1tico, a partir de uma revis\u00e3o da literatura e de entrevistas com 28 homens, sendo dez com baixa escolaridade, oito com ensino superior e dez m\u00e9dicos<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>Todos os entrevistados tinham 40 anos ou mais e concordaram com a afirma\u00e7\u00e3o de que os homens procuram menos os servi\u00e7os de sa\u00fade do que as mulheres. Eles foram convidados a refletir sobre <strong>o que \u00e9 ser homem<\/strong>. O retorno foi um tanto quanto interessante, como mostra o trecho do artigo:<\/p>\n\n\n\n<p><em>Responder a essa pergunta foi dif\u00edcil para a maioria deles, principalmente para os que possu\u00edam baixa ou nenhuma escolaridade (Grupo I). Observou-se que, independentemente do n\u00edvel de escolaridade, os entrevistados lan\u00e7avam m\u00e3o de ideias contr\u00e1rias para definir ser homem em oposi\u00e7\u00e3o ao ser mulher. Essa l\u00f3gica reflete a diferen\u00e7a atribu\u00edda entre os g\u00eaneros para se demarcar a especificidade de cada um deles. Assim, enquanto o homem \u00e9 \u201cbruto\u201d, \u201cforte\u201d, \u201cagressivo\u201d, \u201ctem iniciativa sexual (ativo)\u201d, \u201cvive mais na rua\u201d e \u201cgosta de pular a cerca (\u00e9 sexualmente infiel)\u201d; a mulher \u00e9 \u201csuave\u201d, \u201csens\u00edvel\u201d, \u201cdoce\u201d, sexualmente mais \u201cpassiva\u201d, \u201cfica mais em casa\u201d e sexualmente \u201cse segura mais.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>E a \u201cdoen\u00e7a\u201d da masculinidade fr\u00e1gil se fez presente novamente. Al\u00e9m das ideias hegem\u00f4nicas sobre o que \u00e9 ser homem, nas falas dos entrevistados, s\u00e3o citados estilos de masculinidade: \u201c<em>Tem homens [&#8230;] delicados e outros n\u00e3o. [&#8230;]Tem homem amoroso [e] tem um que n\u00e3o \u00e9. [&#8230;]Tem homem que \u00e9 agressivo [&#8230;] outro j\u00e1 \u00e9 mais calmo<\/em>\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Outros coment\u00e1rios que apareceram no estudo, tamb\u00e9m s\u00e3o interessantes de serem citados:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c<em>[&#8230;] Pra pessoa cuidar da sa\u00fade tem que[&#8230;] fica dif\u00edcil pra gente [&#8230;] que trabalha [&#8230;] n\u00e3o tem um tempo suficiente\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cVoc\u00ea tem que marcar [&#8230;] e pago n\u00e3o tem condi\u00e7\u00f5es de pagar. A\u00ed n\u00e3o tem condi\u00e7\u00f5es do homem se cuidar\u201d. \u201cTem pai de fam\u00edlia tamb\u00e9m que ganha s\u00f3 um sal\u00e1rio. [&#8230;] Vai pagar uns exames? [&#8230;] E o atendimento do [&#8230;] INSS, voc\u00ea sabe que \u00e9 p\u00e9ssimo[&#8230;]\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cEu acho que tem [&#8230;] um temor terr\u00edvel [&#8230;] de encarar qualquer possibilidade de que algo vai mal<\/em>\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A vergonha de expor seu corpo a um outro homem ou a uma mulher foi outro fator apontado pelos entrevistados, para explicar a neglig\u00eancia com cuidados m\u00e9dicos por parte dos homens:<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c<em>Acho que [&#8230;] tudo que diga respeito \u00e0s partes genitais [&#8230;] o p\u00eanis [&#8230;] o test\u00edculo, examinar o \u00e2nus, eu acho que \u00e9 tudo que fique nessa regi\u00e3o das genitais, fica um pouco mais dif\u00edcil\u201d. \u201cTem [&#8230;] muito homem que est\u00e1 doente, est\u00e1 morrendo. Mas tem vergonha de falar com o m\u00e9dico que est\u00e1 com [&#8230;] aquele problema ali<\/em>\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com os autores a falta de unidades de sa\u00fade espec\u00edficas para o cuidado com o homem tamb\u00e9m foi apontada. A pesquisa mostrou tamb\u00e9m que o medo de demonstrar fragilidade faz com que os homens procurem ajuda m\u00e9dica somente quando a dor se torna insuport\u00e1vel e quando h\u00e1 uma impossibilidade de trabalhar: \u201c<em>Eu s\u00f3 vou ao m\u00e9dico quando eu sinto alguma coisa\u201d. \u201cGeralmente, falando dos homens, s\u00f3 consertam a fechadura depois que a porta foi arrombada, n\u00e3o \u00e9? Ou seja, s\u00f3 vai ao m\u00e9dico na hora que sente dor.<\/em>\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Os pesquisadores encerram o artigo apontando os riscos da automedica\u00e7\u00e3o masculina trazidos pelo modelo hegem\u00f4nico de masculinidade, e que&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>o imagin\u00e1rio de ser homem pode aprisionar o masculino em amarras culturais, dificultando a ado\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas de autocuidado, pois \u00e0 medida que o homem \u00e9 visto como viril, invulner\u00e1vel e forte, procurar o servi\u00e7o de sa\u00fade, numa perspectiva preventiva, poderia associ\u00e1-lo \u00e0 fraqueza, medo e inseguran\u00e7a<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>Voltando ao artigo <strong><em>C\u00e2ncer de p\u00eanis, aspectos epidemiol\u00f3gicos e fatores de risco: tecendo considera\u00e7\u00f5es sobre a promo\u00e7\u00e3o e preven\u00e7\u00e3o na Aten\u00e7\u00e3o B\u00e1sica<\/em><\/strong>, nele os autores afirmam que \u201c<em>o c\u00e2ncer de p\u00eanis causa s\u00e9rios problemas em raz\u00e3o do diagn\u00f3stico tardio, e h\u00e1 estudos que estabelecem sua rela\u00e7\u00e3o com a infec\u00e7\u00e3o pelo HPV (human papillomavirus \u2013 papilomav\u00edrus humano), que \u00e9 uma doen\u00e7a sexualmente transmiss\u00edvel<\/em>\u201d. E n\u00e3o s\u00f3 o HPV, persist\u00eancia de fimose, baixo padr\u00e3o socioecon\u00f4mico, efeitos de irrita\u00e7\u00e3o cr\u00f4nica da pele, n\u00famero de parceiros sexuais, uso do tabaco e zoofilia tamb\u00e9m s\u00e3o fatores de risco.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;\u201c<em>A identifica\u00e7\u00e3o oportuna do CP influi de maneira decisiva no seu progn\u00f3stico, pois se for feita logo no in\u00edcio, o c\u00e2ncer de p\u00eanis \u00e9 trat\u00e1vel e tem grande possibilidade de cura.<\/em>\u201d <strong>E voc\u00ea a\u00ed t\u00e3o preocupado com o urologista acabar com sua masculinidade que nem pensa que por falta de higiene pode ficar sem p\u00eanis<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>E como melhorar essa situa\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para as autoras do artigo sobre o c\u00e2ncer de p\u00eanis, uma ferramenta que pode ajudar \u00e9&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>pensar que quando um homem com uma DST ou com problemas a esclarecer no p\u00eanis ou na genit\u00e1lia deseja atendimento, um crit\u00e9rio de acolhimento \u00e9 a privacidade, o sigilo, a confid\u00eancia e a discri\u00e7\u00e3o, num atendimento \u00e1gil com a menor exposi\u00e7\u00e3o poss\u00edvel, e jamais por meio de agendamento de consulta ou intermedia\u00e7\u00e3o de agentes comunit\u00e1rios.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Outra ideia de solu\u00e7\u00e3o que o artigo apresenta diz respeito aos&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>profissionais que trabalham com homens [que] poderiam privilegiar din\u00e2micas em pequenos grupos de reflex\u00e3o, nos quais os usu\u00e1rios pudessem ser ouvidos com m\u00fatuo enriquecimento e aumento da compreens\u00e3o de todos quanto a necessidades de sa\u00fade e \u00e0 pr\u00f3pria natureza dos servi\u00e7os e dos cuidados a serem dispensados por eles. Essas din\u00e2micas deveriam incluir quest\u00f5es sobre respeito \u00e0 vida, viol\u00eancia em geral, uso de drogas, paternidade e sexualidade, compartilhando experi\u00eancias e criando caminhos para resolu\u00e7\u00e3o dos problemas.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>E o artigo Perfil epidemiol\u00f3gico da mortalidade masculina no Brasil, 2014-2018 tamb\u00e9m traz outra sugest\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<p><em>Desta forma devem-se haver cada vez mais investimentos na pol\u00edtica de sa\u00fade do homem, a fim de mudar a vis\u00e3o de que os servi\u00e7os de sa\u00fade t\u00eam como \u00fanico prop\u00f3sito tratar as doen\u00e7as. Deve-se existir tamb\u00e9m uma educa\u00e7\u00e3o continuada e mais qualificada dos profissionais, al\u00e9m da realiza\u00e7\u00e3o de campanhas preventivas e promo\u00e7\u00e3o da sa\u00fade.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c0s vezes voc\u00ea fica ai perdendo tanto tempo preocupado com o dedo do urologista \u2013 ou at\u00e9 fazendo piada e desencorajando outros homens \u2013 e n\u00e3o se atenta que poderia estar usando esse tempo para ensinar os dez dedos que tem a\u00ed a fazerem o m\u00ednimo por voc\u00ea: te higienizar corretamente.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 preciso se lavar, camarada!<\/p>\n\n\n\n<p>Sendo mais pedag\u00f3gico, lembre-se do ratinho do banho do Castelo R\u00e1-tim-bum: \u201c<em>e tamb\u00e9m o fazedor de xixi&#8230; wow l\u00e1 l\u00e1 l\u00e1 l\u00e1&#8230;banho \u00e9 bom, banho \u00e9 muito bom<\/em>!\u201d&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"851\" height=\"315\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/RAFAEL_ASS-2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2212\" style=\"width:634px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/RAFAEL_ASS-2.png 851w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/RAFAEL_ASS-2-300x111.png 300w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/RAFAEL_ASS-2-768x284.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 851px) 100vw, 851px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>REFER\u00caNCIAS<\/strong><br><\/p>\n\n\n\n<p>BATISTA, J. V. <em>et al<\/em>. Perfil epidemiol\u00f3gico da mortalidade masculina no Brasil, 2014-2018. <strong>Research, Society and Development<\/strong>, v. 10, n. 5. ISSN 2525-3409. DOI: http:\/\/dx.doi.org\/10.33448\/rsd-v10i5.15248.<\/p>\n\n\n\n<p>PAULA, S. H. B. de; SOUZA, M. J. L.; ALMEIDA, J. D. C\u00e2ncer de p\u00eanis, aspectos epidemiol\u00f3gicos e fatores de risco: tecendo considera\u00e7\u00f5es sobre a promo\u00e7\u00e3o e preven\u00e7\u00e3o na Aten\u00e7\u00e3o B\u00e1sica. <strong>Boletim do Instituto de Sa\u00fade<\/strong> &#8211; BIS, S\u00e3o Paulo, v. 14, n. 1, p. 111\u2013118, 2012<\/p>\n\n\n\n<p>GOMES, R.; NASCIMENTO, E.F.; ARA\u00daJO, F.C. de. Por que os homens buscam menos os servi\u00e7os de sa\u00fade do que as mulheres? As explica\u00e7\u00f5es de homens com baixa escolaridade e homens com ensino superior. <strong>Caderno Sa\u00fade P\u00fablica<\/strong>, Rio de Janeiro, 23(3):565-574, 2007.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quem l\u00ea esta coluna neste momento, pode estar se perguntando: mas ele n\u00e3o vai falar sobre o c\u00e2ncer de pr\u00f3stata<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2211,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"colormag_page_container_layout":"default_layout","colormag_page_sidebar_layout":"default_layout","footnotes":""},"categories":[6,57],"tags":[],"class_list":["post-2365","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-coluna","category-focando-em"],"featured_image_urls":{"full":["https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/FOCANDO-EM.-1.png",851,315,false],"thumbnail":["https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/FOCANDO-EM.-1-150x150.png",150,150,true],"medium":["https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/FOCANDO-EM.-1-300x111.png",300,111,true],"medium_large":["https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/FOCANDO-EM.-1-768x284.png",768,284,true],"large":["https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/FOCANDO-EM.-1.png",800,296,false],"1536x1536":["https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/FOCANDO-EM.-1.png",851,315,false],"2048x2048":["https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/FOCANDO-EM.-1.png",851,315,false],"colormag-highlighted-post":["https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/FOCANDO-EM.-1-392x272.png",392,272,true],"colormag-featured-post-medium":["https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/FOCANDO-EM.-1-390x205.png",390,205,true],"colormag-featured-post-small":["https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/FOCANDO-EM.-1-130x90.png",130,90,true],"colormag-featured-image":["https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/FOCANDO-EM.-1-800x315.png",800,315,true],"colormag-default-news":["https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/FOCANDO-EM.-1-150x150.png",150,150,true],"colormag-featured-image-large":["https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/FOCANDO-EM.-1.png",851,315,false]},"author_info":{"info":["focas"]},"category_info":"<a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/coluna\/\" rel=\"category tag\">Coluna<\/a> <a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/focando-em\/\" rel=\"category tag\">Focando em<\/a>","tag_info":"Focando em","comment_count":"0","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2365","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2365"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2365\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2384,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2365\/revisions\/2384"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2211"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2365"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2365"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2365"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}