{"id":2748,"date":"2025-02-21T11:21:17","date_gmt":"2025-02-21T14:21:17","guid":{"rendered":"https:\/\/focas.uniso.br\/?p=2748"},"modified":"2025-02-21T11:21:18","modified_gmt":"2025-02-21T14:21:18","slug":"as-fes-que-costuram-essa-terra-a-mesquita-da-vila-espirito-santo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/2025\/02\/21\/as-fes-que-costuram-essa-terra-a-mesquita-da-vila-espirito-santo\/","title":{"rendered":"AS F\u00c9S QUE COSTURAM ESSA TERRA: A MESQUITA DA VILA ESP\u00cdRITO SANTO"},"content":{"rendered":"\n<p>Por Ana Carolina Cirullo (Ag\u00eancia Focas &#8211; Jornalismo Uniso)<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"771\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/image1-1024x771.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2749\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/image1-1024x771.jpg 1024w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/image1-300x226.jpg 300w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/image1-768x578.jpg 768w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/image1.jpg 1375w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Mu\u00e7ulmanos de diferentes nacionalidades se re\u00fanem para realizar ora\u00e7\u00f5es diariamente. &#8211; Foto cedida por Abu Hanif<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Foi depois de um m\u00eas trabalhando na reforma do sal\u00e3o que, enfim, Saifur, Abu, Hossain e aproximadamente outros quarenta imigrantes mu\u00e7ulmanos bangladeses puderam, finalmente, fazer suas ora\u00e7\u00f5es de sexta-feira em comunidade. At\u00e9 agosto de 2019, quem fosse mu\u00e7ulmano n\u00e3o tinha onde orar em Sorocaba. Nunca nenhuma mesquita havia sido registrada oficialmente no munic\u00edpio.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Vindos de Bangladesh, os amigos chegaram ao Brasil com o objetivo de trabalhar no com\u00e9rcio do Br\u00e1s, em S\u00e3o Paulo. Em 2014, se mudaram para Sorocaba e aqui descobriram que n\u00e3o era s\u00f3 trabalho que buscavam. Visitando outros pa\u00edses, perceberam, ao chegarem nesta terra tropical, que o que realmente queriam era a paz. Paz e liberdade. Essas s\u00e3o as sensa\u00e7\u00f5es que MD Saifur Rahman e MD Abu Hanif disseram ter encontrado no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>Com um aparente sotaque indiano, mas um \u00f3timo portugu\u00eas para quem nasceu e cresceu a dois oceanos de dist\u00e2ncia daqui, os empres\u00e1rios s\u00e3o os secret\u00e1rios oficiais da primeira mesquita sorocabana. Carregando a miss\u00e3o de ser quem divulga e quem conta a hist\u00f3ria de sua comunidade, Saifur \u00e9 o porta-voz oficial para falar sobre como um simples sal\u00e3o de paredes brancas se tornou um espa\u00e7o sagrado para alguns novos sorocabanos a partir de 2019.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA gente, todo mundo, os amigos, viemos para c\u00e1 [para Sorocaba] para trabalhar. Mas faltou fazer ora\u00e7\u00e3o. Desde 2015, a gente j\u00e1 tinha casa, tinha trabalho, mas n\u00e3o tinha ora\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>A mesquita fica na zona oeste da cidade, pr\u00f3ximo ao local de trabalho da maioria dos frequentadores dela. A rua \u00e9 escondida, sem muita movimenta\u00e7\u00e3o e serve principalmente como estacionamento para quem vai ao Shopping das F\u00e1bricas, na avenida Doutor Luiz Mendes de Almeida. O espa\u00e7o passa despercebido por motoristas e pedestres que usam a rua Maria J.D Molina como desvio de rota na Vila Esp\u00edrito Santo. Talvez por sua fachada inteira branca e pelo desbotamento da cor da placa que indica do que se trata o local, a mesquita s\u00f3 desperte a aten\u00e7\u00e3o de quem tem a sorte de passar por ela em algum hor\u00e1rio das ora\u00e7\u00f5es dos mu\u00e7ulmanos. Isso porque a grande quantidade de sapatos deixados na cal\u00e7ada certamente se destaca em nossa vis\u00e3o perif\u00e9rica. Pelo menos foi assim que eu a percebi.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Abu Hanif foi o primeiro homem com quem falei. Nos falamos por Whatsapp, consegui seu n\u00famero justamente porque era um dos telefones que estava indicado na placa da mesquita. Em nossa conversa, disse a ele que eu tinha interesse em conhecer a comunidade, mas s\u00f3 tinha disponibilidade para ir num s\u00e1bado. Ele me explicou que na sexta-feira era melhor porque havia mais gente, mas acabou concordando em nos receber, eu e o fot\u00f3grafo Mateus Machado, no s\u00e1bado, 26 de outubro de 2024, \u00e0s 10h.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Mal descemos do carro e Abu j\u00e1 veio logo nos cumprimentar dizendo que seu outro amigo secret\u00e1rio era quem melhor saberia falar conosco. O amigo, Saifur, tamb\u00e9m se apresentou e nos perguntou se j\u00e1 quer\u00edamos entrar. Antes de respondermos, ele rapidamente falou algumas frases em bengali, que julgo terem sido as orienta\u00e7\u00f5es para que seus outros colegas abrissem as portas da mesquita, para nos mostr\u00e1-la por dentro. Convidativo e curioso com a nossa curiosidade, Saifur nos deu o aviso da principal regra do local: \u201cS\u00f3 tirar o t\u00eanis,&nbsp; a\u00ed pode entrar\u201d. Seguimos a regra, entramos na mesquita e enfim pudemos conhecer a hist\u00f3ria destes homens e deste templo.<\/p>\n\n\n\n<p>A simplicidade da fachada do pr\u00e9dio n\u00e3o \u00e9 muito diferente da decora\u00e7\u00e3o interna. Mas, de qualquer modo, estes elementos f\u00edsicos n\u00e3o s\u00e3o capazes de sintetizar a import\u00e2ncia religiosa do local. Reformado por aqueles que tanto ansiavam por um espa\u00e7o de pertencimento, o sal\u00e3o quadrado de paredes brancas recebeu pisos beges, um bebedouro, al\u00e9m de tapetes de tom azul marinho, arm\u00e1rios com estoques do Alcor\u00e3o, o mimbar (cadeira elevada onde se senta o xeique durante as ora\u00e7\u00f5es) e quadros e rel\u00f3gios que indicam a hora para cada ora\u00e7\u00e3o ou carregam o nome de Al\u00e1 em escrita \u00e1rabe. \u00c9 assim. N\u00e3o precisa dar mais do que dez passos para atravessar toda a mesquita. Tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 preciso mais do que cinco minutos de conversa, para entender a rela\u00e7\u00e3o deste ambiente com a f\u00e9 daqueles homens: sagrado, silencioso e aconchegante, como a maioria dos templos religiosos do mundo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Saifur lembra com detalhes o in\u00edcio dessa hist\u00f3ria, de quando a cria\u00e7\u00e3o do templo era ainda apenas uma ideia distante. \u201c[Em Sorocaba] N\u00e3o tinha mesquita. S\u00f3 tinha mesquita da nossa religi\u00e3o l\u00e1 na Campinas, Jundia\u00ed e S\u00e3o Paulo. Mas muito longe daqui&#8230; A\u00ed a gente conversou sobre construir uma mesquita. A gente trabalhou junto. Eles a noite inteira, colocando piso&#8230; a gente colocou tudo. S\u00f3 o bebedouro o pedreiro fez.\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"682\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/image3-1024x682.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2751\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/image3-1024x682.png 1024w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/image3-300x200.png 300w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/image3-768x512.png 768w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/image3.png 1160w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Comiss\u00e3o organizadora e fundadora da Mesquita Sorocaba. MD Saifur \u00e9 o segundo homem, da esquerda para a direita. Abu Hanif \u00e9 o pen\u00faltimo homem, com cal\u00e7a preta e blusa azul marinho. &#8211; Foto: Mateus Machado<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>A HORA SAGRADA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Em suas ora\u00e7\u00f5es, os mu\u00e7ulmanos est\u00e3o sempre posicionados em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 Meca, cidade localizada na Ar\u00e1bia Saudita e sagrada para o Isl\u00e3 e. O recomendado \u00e9 que os fi\u00e9is consigam realizar cinco ora\u00e7\u00f5es di\u00e1rias, entre o nascer e o p\u00f4r do sol. E \u00e0s sextas-feiras, eles se re\u00fanem na mesquita para realizar a principal reza da semana, ao meio-dia, sob a orienta\u00e7\u00e3o de um xeique.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Essa fun\u00e7\u00e3o de orador na mesquita de Sorocaba foi designada para o banglad\u00eas Oliur Rahman, pois Oliur era o homem que melhor sabia sobre a religi\u00e3o, visto que desde Bangladesh ele j\u00e1 dava aulas sobre o Isl\u00e3 e a leitura em \u00e1rabe do Alcor\u00e3o. Para suas celebra\u00e7\u00f5es semanais, o espa\u00e7o re\u00fane pessoas de diferentes nacionalidades somando uma pluralidade de culturas, mas que n\u00e3o interfere nas celebra\u00e7\u00f5es religiosas da comunidade, pois todos os mu\u00e7ulmanos carregam o mesmo prop\u00f3sito e o mesmo idioma para a hora sagrada: o \u00e1rabe.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O eg\u00edpcio Mohsen Shafei est\u00e1 no Brasil (e em Sorocaba) h\u00e1 sete anos. Come\u00e7ou a frequentar a mesquita sorocabana em 2019, quando um amigo o chamou para conhecer o centro que havia descoberto atrav\u00e9s das redes sociais. Mohsen, diferente de seus colegas bangladeses, tem o \u00e1rabe como sua l\u00edngua materna, mas enfatiza que \u201cpode ter gente de pa\u00eds diferente, mas somos todos da mesma l\u00edngua e alcor\u00e3o sunita\u201d, pois como explicado por ele, no mundo inteiro as ora\u00e7\u00f5es do Isl\u00e3 s\u00e3o sempre realizadas em \u00e1rabe.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"683\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/image2-683x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2750\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/image2-683x1024.jpg 683w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/image2-200x300.jpg 200w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/image2-768x1152.jpg 768w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/image2-1024x1536.jpg 1024w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/image2.jpg 1333w\" sizes=\"auto, (max-width: 683px) 100vw, 683px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Masbaha \u00e9 utilizado ao final das ora\u00e7\u00f5es di\u00e1rias mu\u00e7ulmanas, quando os fi\u00e9is devem repetir o nome de Al\u00e1 cem vezes. &#8211; Foto: Mateus Machado\n<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>UM SONHO COLETIVO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Bangladeses, eg\u00edpcios, paquistaneses, brasileiros&#8230; segundo os secret\u00e1rios, a cada sexta-feira tem aumentado o n\u00famero de mu\u00e7ulmanos que chegam \u00e0 mesquita para professarem sua f\u00e9. O centro j\u00e1 n\u00e3o comporta todos ao mesmo tempo. Os homens fazem uma esp\u00e9cie de revezamento para conseguirem adentrar a sala e ajoelhar nos tapetes sagrados. As mulheres, ent\u00e3o, ainda nem conseguem participar das ora\u00e7\u00f5es presencialmente na mesquita, pois segundo a religi\u00e3o isl\u00e2mica, homens e mulheres devem estar em espa\u00e7os diferentes dentro das mesquitas, para n\u00e3o se verem e n\u00e3o se desconcentrarem deste momento espiritual.<\/p>\n\n\n\n<p>Essas demandas est\u00e3o movimentando a comunidade na busca por um terreno maior para a constru\u00e7\u00e3o de um novo templo. Mohsen j\u00e1 pensa na est\u00e9tica que gostaria de ver na nova mesquita, \u201cqueremos construir com uma arquitetura isl\u00e2mica\u201d. Saifur pensa nas medidas ideais \u201caqui, quando vem muita gente, tem 70 pessoas. Ent\u00e3o a gente quer colocar 100 pessoas. Temos que medir porque em cada tapete cabe uma fila de dez pessoas. E depois a gente vai construir um segundo andar para as mulheres tamb\u00e9m.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Um fato destacado pelo eg\u00edpcio Mohsen \u00e9 a constata\u00e7\u00e3o de que a regi\u00e3o do Largo do Divino est\u00e1 recebendo novos empreendimentos de edif\u00edcios residenciais por todo o bairro e, na rua Maria Molina n\u00e3o \u00e9 diferente. Essa expans\u00e3o imobili\u00e1ria tamb\u00e9m afeta as expectativas de perman\u00eancia da mesquita no atual endere\u00e7o. Com isso, as ideias de mudan\u00e7a s\u00e3o coletivas. \u201cSer\u00e3o importantes as doa\u00e7\u00f5es, porque n\u00e3o \u00e9 simples e nem barato, ent\u00e3o precisamos de doa\u00e7\u00f5es para conseguir sair desse lugar. Porque nesse lugar, uma das empresas de constru\u00e7\u00e3o daqui de Sorocaba, provavelmente, vai comprar essas casas para converter em pr\u00e9dios residenciais, como est\u00e1 por aqui. Ent\u00e3o por isso a gente tamb\u00e9m quer sair para outro lugar e, se poss\u00edvel, construir uma mesquita.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Os detalhes da obra, por enquanto, n\u00e3o se fazem necess\u00e1rios visto que o novo endere\u00e7o ainda n\u00e3o foi encontrado. No entanto, a certeza de querer construir um espa\u00e7o melhor est\u00e1 alinhada ao reconhecimento de uma simples palavra, mas que tem muito significado para Saifur. Estar em Sorocaba significa paz. \u201cEm maio eu fui para Bangladesh, fui visitar l\u00e1, mas quando eu voltei, quando eu cheguei em Guarulhos, tipo, eu senti que cheguei na minha paz, cheguei em casa. Quando entrei em Sorocaba, pensei \u2018ah, meu bairro, minha cidade\u2019 eu me senti bem. Quando penso em Bangladesh \u00e9 saudade,&nbsp; aqui \u00e9 paz.&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse acolhimento da cidade tamb\u00e9m se faz presente numa fala de Saifur, que, misturada entre seu sotaque bengali e suas express\u00f5es brasileiras, o secret\u00e1rio exp\u00f4s sua gratid\u00e3o por essa conquista de sua comunidade. Quando enfim encontraram o sal\u00e3o e o alugaram para ser utilizado como a primeira mesquita de Sorocaba, os amigos bangladeses conclu\u00edram em portugu\u00eas: \u201cGra\u00e7as a Deus a gente abriu uma mesquita\u201d.&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Ana Carolina Cirullo (Ag\u00eancia Focas &#8211; Jornalismo Uniso) Foi depois de um m\u00eas trabalhando na reforma do sal\u00e3o que,<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"colormag_page_container_layout":"default_layout","colormag_page_sidebar_layout":"default_layout","footnotes":""},"categories":[15,9,37,14],"tags":[30,41,29,28],"class_list":["post-2748","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-jornalismo","category-jornalismo-online","category-sorocaba","category-uniso","tag-focas","tag-focas-na-rede","tag-jornalismo","tag-uniso"],"featured_image_urls":{"full":"","thumbnail":"","medium":"","medium_large":"","large":"","1536x1536":"","2048x2048":"","colormag-highlighted-post":"","colormag-featured-post-medium":"","colormag-featured-post-small":"","colormag-featured-image":"","colormag-default-news":"","colormag-featured-image-large":""},"author_info":{"info":["focas"]},"category_info":"<a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/jornalismo\/\" rel=\"category tag\">Jornalismo<\/a> <a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/jornalismo-online\/\" rel=\"category tag\">jornalismo online<\/a> <a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/sorocaba\/\" rel=\"category tag\">Sorocaba<\/a> <a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/uniso\/\" rel=\"category tag\">Uniso<\/a>","tag_info":"Uniso","comment_count":"0","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2748","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2748"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2748\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2752,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2748\/revisions\/2752"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2748"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2748"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2748"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}