{"id":2913,"date":"2025-03-31T10:18:40","date_gmt":"2025-03-31T13:18:40","guid":{"rendered":"https:\/\/focas.uniso.br\/?p=2913"},"modified":"2025-03-31T10:18:41","modified_gmt":"2025-03-31T13:18:41","slug":"o-radio-nunca-vai-acabar-a-perspectiva-de-cibelle-freitas-sobre-o-futuro-da-comunicacao-em-sorocaba","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/2025\/03\/31\/o-radio-nunca-vai-acabar-a-perspectiva-de-cibelle-freitas-sobre-o-futuro-da-comunicacao-em-sorocaba\/","title":{"rendered":"O R\u00e1dio Nunca Vai Acabar: A Perspectiva de Cibelle Freitas Sobre o Futuro da Comunica\u00e7\u00e3o em Sorocaba"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Em um bate-papo com a revista De repente 30, a jornalista e radialista sorocabana Cibelle Freitas, conta um pouco de sua hist\u00f3ria na Uniso e fala sobre a evolu\u00e7\u00e3o do R\u00e1dio Sorocabano.\u00a0<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Por Kau\u00e3 Rocha (Ag\u00eancia Focas &#8211; Jornalismo Uniso)<\/p>\n\n\n\n<p>O r\u00e1dio sorocabano, como meio de comunica\u00e7\u00e3o essencial, tem se destacado ao longo dos anos n\u00e3o apenas pela sua capacidade de informar e entreter, mas tamb\u00e9m pela representatividade e contribui\u00e7\u00e3o das mulheres. As mulheres desempenham pap\u00e9is fundamentais na constru\u00e7\u00e3o da identidade do r\u00e1dio na cidade de Sorocaba (SP), seja na apresenta\u00e7\u00e3o de programas, ou nas produ\u00e7\u00f5es de conte\u00fado.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Conversamos com a jornalista e radialista sorocabana, Cibelle Freitas, formada na primeira turma do curso de jornalismo noturno pela Universidade de Sorocaba (Uniso), para falar sobre a evolu\u00e7\u00e3o deste ve\u00edculo.<\/p>\n\n\n\n<p>Desde muito jovem, a paix\u00e3o pelo jornalismo j\u00e1 se fazia presente na vida de Cibelle. Aos 14 anos, ainda na 7\u00aa s\u00e9rie, ela descobriu o encanto pelas palavras, pela leitura e pela escrita. Foi com o incentivo de um professor de portugu\u00eas, que lhe ensinou a amar ainda mais a leitura, que despertou a vontade de se tornar jornalista.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>O interesse pela profiss\u00e3o a levou \u00e0 Universidade de Sorocaba, onde estudou de 1996 a 1999. Formou-se na segunda turma do curso de Jornalismo no per\u00edodo noturno da institui\u00e7\u00e3o, com cola\u00e7\u00e3o de grau em abril de 2000.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u00a0\u201cO est\u00fadio da r\u00e1dio na Uniso era muito bom, baseado nos est\u00fadios das r\u00e1dios da cidade\u201d, relembrou Cibelle.<\/p>\n\n\n\n<p>O jornalismo, na modernidade, passou por uma transforma\u00e7\u00e3o significativa impulsionada pela tecnologia e pelas mudan\u00e7as nos h\u00e1bitos de consumo de informa\u00e7\u00e3o. A digitaliza\u00e7\u00e3o e a populariza\u00e7\u00e3o das redes sociais mudaram a forma como as not\u00edcias s\u00e3o produzidas, distribu\u00eddas e consumidas. O jornalismo tradicional, especialmente o impresso e radiof\u00f4nico, cedeu espa\u00e7o para plataformas online, onde a velocidade e a interatividade dominam.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Embora o acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o nunca tenha sido t\u00e3o amplo, a qualidade jornal\u00edstica e a imparcialidade t\u00eam sido constantemente desafiadas, com a prolifera\u00e7\u00e3o de fake news e o decl\u00ednio da credibilidade dos meios de comunica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAo mesmo tempo que a tecnologia \u00e9 indispens\u00e1vel no nosso trabalho hoje, infelizmente, h\u00e1 pontos negativos. O pior deles \u00e9 a chamada fake news. \u00c9 preciso que o profissional n\u00e3o caia no erro de n\u00e3o checar a informa\u00e7\u00e3o antes de divulgar, essa pressa de querer sair na frente pode ser negativa. \u00c9 bom demais dar um furo de reportagem, com certeza. Mas a \u00e9tica e responsabilidade com a not\u00edcia, com a repercuss\u00e3o daquilo que noticiamos deve vir em primeiro lugar\u201d, diz Cibelle.<\/p>\n\n\n\n<p>Em Sorocaba, essa revolu\u00e7\u00e3o no jornalismo tamb\u00e9m reflete na escassez de oportunidades de trabalho na \u00e1rea.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cComo eu j\u00e1 entrei na \u00e1rea enquanto estudava, fui me integrando ao mercado de comunica\u00e7\u00e3o e fazendo v\u00e1rias coisas: assessoria de imprensa, jornal impresso, empresarial, revistas. O mercado era melhor do que est\u00e1 hoje, pois havia mais ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o para trabalhar.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar das transforma\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas e da ascens\u00e3o de novas m\u00eddias digitais, o r\u00e1dio continua a ser uma das formas mais antigas e poderosas de comunica\u00e7\u00e3o, mantendo sua relev\u00e2ncia ao longo dos anos. A popularidade do r\u00e1dio persiste devido \u00e0 sua acessibilidade, conveni\u00eancia e capacidade de alcan\u00e7ar p\u00fablicos em tempo real, seja em \u00e1reas urbanas ou rurais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO r\u00e1dio \u00e9 um meio de comunica\u00e7\u00e3o que ao longo dos seus mais de 100 anos de exist\u00eancia, vem se reinventando. Quando surgiu a TV falava-se que o r\u00e1dio iria morrer. Se enganaram completamente! Depois veio a internet, as redes sociais, os podcasts&#8230; E o r\u00e1dio segue firme em seu prop\u00f3sito de levar a informa\u00e7\u00e3o com agilidade e tendo a confian\u00e7a do ouvinte. O r\u00e1dio est\u00e1 hoje n\u00e3o somente no dial, no carro das pessoas seguindo seu trajeto di\u00e1rio, mas tamb\u00e9m nos sites, nas redes sociais, nos aplicativos, no YouTube com imagens, mesclando \u00e1udio e v\u00eddeo. O r\u00e1dio segue firme e se reinventa sempre\u201d, concluiu.<\/p>\n\n\n\n<p>Mesmo com a expans\u00e3o da internet e dos podcasts, o r\u00e1dio se adapta, incorporando novas tecnologias como o streaming e os aplicativos m\u00f3veis, mas sem perder sua ess\u00eancia de levar informa\u00e7\u00e3o, entretenimento e m\u00fasica aos ouvintes. Sua presen\u00e7a em carros, resid\u00eancias e aparelhos port\u00e1teis continua a garantir sua sobreviv\u00eancia, provando que, ao contr\u00e1rio do que muitos previam, o r\u00e1dio nunca vai acabar.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/WhatsApp-Image-2025-03-31-at-10.13.33-1024x768.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2914\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/WhatsApp-Image-2025-03-31-at-10.13.33-1024x768.jpeg 1024w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/WhatsApp-Image-2025-03-31-at-10.13.33-300x225.jpeg 300w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/WhatsApp-Image-2025-03-31-at-10.13.33-768x576.jpeg 768w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/WhatsApp-Image-2025-03-31-at-10.13.33-1536x1152.jpeg 1536w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/WhatsApp-Image-2025-03-31-at-10.13.33.jpeg 1600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Jornalista Cibelle Freitas recebendo a medalha cultural \u201cGuyma Baddini\u201d. Foto- Te\u00f3filo Negr\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em um bate-papo com a revista De repente 30, a jornalista e radialista sorocabana Cibelle Freitas, conta um pouco de<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"colormag_page_container_layout":"default_layout","colormag_page_sidebar_layout":"default_layout","footnotes":""},"categories":[15,9,37,14],"tags":[30,41,29,28],"class_list":["post-2913","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-jornalismo","category-jornalismo-online","category-sorocaba","category-uniso","tag-focas","tag-focas-na-rede","tag-jornalismo","tag-uniso"],"featured_image_urls":{"full":"","thumbnail":"","medium":"","medium_large":"","large":"","1536x1536":"","2048x2048":"","colormag-highlighted-post":"","colormag-featured-post-medium":"","colormag-featured-post-small":"","colormag-featured-image":"","colormag-default-news":"","colormag-featured-image-large":""},"author_info":{"info":["focas"]},"category_info":"<a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/jornalismo\/\" rel=\"category tag\">Jornalismo<\/a> <a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/jornalismo-online\/\" rel=\"category tag\">jornalismo online<\/a> <a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/sorocaba\/\" rel=\"category tag\">Sorocaba<\/a> <a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/uniso\/\" rel=\"category tag\">Uniso<\/a>","tag_info":"Uniso","comment_count":"0","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2913","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2913"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2913\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2915,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2913\/revisions\/2915"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2913"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2913"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2913"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}