{"id":296,"date":"2017-09-06T14:52:00","date_gmt":"2017-09-06T14:52:00","guid":{"rendered":"http:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/2017\/09\/06\/romaria-de-aparecidinha-e-tema-de-livrorreportagem\/"},"modified":"2017-09-06T14:52:00","modified_gmt":"2017-09-06T14:52:00","slug":"romaria-de-aparecidinha-e-tema-de-livrorreportagem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/2017\/09\/06\/romaria-de-aparecidinha-e-tema-de-livrorreportagem\/","title":{"rendered":"Romaria de Aparecidinha \u00e9 tema de livrorreportagem"},"content":{"rendered":"<div style=\"clear: both; text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/2.bp.blogspot.com\/-PC-ewlWwDb8\/WbAKrqPlP0I\/AAAAAAAAGQ4\/Ce4A2N9BxQApEvazNoJvmQuB4nPsfAhZgCLcBGAs\/s1600\/21247896_1420577388056322_1127313120_o%2B%25281%2529.jpg\" style=\"margin-left: 1em; margin-right: 1em;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" border=\"0\" data-original-height=\"1064\" data-original-width=\"1600\" height=\"212\" src=\"https:\/\/2.bp.blogspot.com\/-PC-ewlWwDb8\/WbAKrqPlP0I\/AAAAAAAAGQ4\/Ce4A2N9BxQApEvazNoJvmQuB4nPsfAhZgCLcBGAs\/s320\/21247896_1420577388056322_1127313120_o%2B%25281%2529.jpg\" width=\"320\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Uma das mais populares manifesta\u00e7\u00f5es de f\u00e9 de Sorocaba foi documentada no livrorreportagem \u201cAparecidinha \u2013 Um olhar para o romeiro\u201d. A obra \u00e9 fruto do Trabalho de Conclus\u00e3o de Curso desenvolvido por Sandra Pires, 53, no curso de Jornalismo da Universidade de Sorocaba (Uniso). O produto jornal\u00edstico, aprovado com a nota m\u00e1xima em dezembro de 2016, relata a hist\u00f3ria e vis\u00f5es de romeiros que acompanham anualmente a prociss\u00e3o.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">A autora buscava um assunto para o TCC que envolvesse f\u00e9 e cultura popular e, com a ajuda do orientador, chegou ao tema da romaria de Aparecidinha. Ela conta que n\u00e3o conhecia o assunto, mas ao dar in\u00edcio \u00e0s pesquisas e, na medida em que se aprofundava, \u201csurgiu uma paix\u00e3o pelo tema\u201d.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"white-space: pre;\"> <\/span>A romaria de Aparecidinha \u00e9 a segunda maior devo\u00e7\u00e3o mariana do Brasil, atr\u00e1s apenas da de Aparecida. Em cerca de 250 anos de exist\u00eancia, sendo 118 de forma organizada, a prociss\u00e3o ocorre no m\u00eas de janeiro, reunindo de 20 a 30 mil pessoas, e no segundo domingo de Julho, com a participa de cerca de 70 mil romeiros, segundos dados da Policia Militar.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Diante disso, a autora analisou 10 anos de publica\u00e7\u00f5es de um ve\u00edculo de comunica\u00e7\u00e3o de Sorocaba e, segundo ela, a abordagem do evento mudava muito pouco de um ano para o outro, sem um aprofundamento do tema. Segundo Pires, h\u00e1 uma certa acomoda\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 cobertura jornal\u00edstica do evento. \u201cNunca houve algo como uma mat\u00e9ria ou revista especial sobre o evento e nem sobre suas hist\u00f3rias\u201d, afirma.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Ela acredita que h\u00e1 tamb\u00e9m uma desvaloriza\u00e7\u00e3o da cultura regional, influenciada pela internet, que faz com que a popula\u00e7\u00e3o acabe se interessando mais por outras culturas do que pela sua pr\u00f3pria.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">No livrorreportagem, Pires buscou dar voz aos romeiros, por meio de entrevistas. \u201cNessa hora, sempre surgem indica\u00e7\u00f5es de um e outro entrevistado. Tem bastante hist\u00f3ria\u201d. Para ela, o tema n\u00e3o se esgota e possibilita diversas abordagens, como a participa\u00e7\u00e3o de pessoas n\u00e3o cat\u00f3licas.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Por outro lado, diante de tantas possibilidades, uma das dificuldades em escrever o livro foi filtrar o que seria usado e definir uma meta, tendo em vista o prazo final de entrega para a banca avaliadora.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Outros problemas encontrados foram relativos \u00e0 exist\u00eancia de poucos registros visuais antigos e textos hist\u00f3ricos (exceto alguns de Alo\u00edsio de Almeida, que serviram como base de pesquisa para a autora); checagem de dados; dificuldade de fazer entrevistas durante a prociss\u00e3o, pois os romeiros est\u00e3o em ritual de f\u00e9; e ainda o despreparo f\u00edsico da ex-estudante para acompanhar o percurso.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Por\u00e9m, para Sandra, o resultado foi recompensador. \u201cDigo que \u00e9 nosso livro, j\u00e1 que os entrevistados participaram da constru\u00e7\u00e3o dele\u201d, conta. O envolvimento foi t\u00e3o intenso que, quando terminou a obra, ressentiu-se da falta de ouvir mais hist\u00f3rias dos romeiros.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Para o futuro, a autora tem a inten\u00e7\u00e3o de publicar o livrorreportagem, j\u00e1 que muitos entrevistados t\u00eam perguntado quando ele ser\u00e1 impresso. Por isso, busca uma editora e algu\u00e9m que apoie financeiramente o projeto, para, quem sabe um dia, ele \u201cestar nas prateleiras de escolas e bibliotecas, servindo de consulta\u201d.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Pires relata que gostou da experi\u00eancia como escritora e que pensa em escrever outros livros, tamb\u00e9m dando voz ao povo e mostrando as formas culturais locais, e que, talvez, retome o mesmo tema.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: x-small;\"><br \/><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><i><span style=\"font-size: x-small;\">Texto e foto: Vinicius de Paula\/Ag\u00eanciaJor<\/span><\/i><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma das mais populares manifesta\u00e7\u00f5es de f\u00e9 de Sorocaba foi documentada no livrorreportagem \u201cAparecidinha \u2013 Um olhar para o romeiro\u201d.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"colormag_page_container_layout":"default_layout","colormag_page_sidebar_layout":"default_layout","footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-296","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-uncategorized"],"featured_image_urls":{"full":"","thumbnail":"","medium":"","medium_large":"","large":"","1536x1536":"","2048x2048":"","colormag-highlighted-post":"","colormag-featured-post-medium":"","colormag-featured-post-small":"","colormag-featured-image":"","colormag-default-news":"","colormag-featured-image-large":""},"author_info":{"info":["focas"]},"category_info":"<a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/uncategorized\/\" rel=\"category tag\">Uncategorized<\/a>","tag_info":"Uncategorized","comment_count":"0","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/296","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=296"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/296\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=296"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=296"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=296"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}