{"id":2967,"date":"2025-04-08T09:41:27","date_gmt":"2025-04-08T12:41:27","guid":{"rendered":"https:\/\/focas.uniso.br\/?p=2967"},"modified":"2025-04-08T09:41:27","modified_gmt":"2025-04-08T12:41:27","slug":"ah-como-e-bom-ser-jornalista","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/2025\/04\/08\/ah-como-e-bom-ser-jornalista\/","title":{"rendered":"Ah, como \u00e9 bom ser jornalista!"},"content":{"rendered":"\n<p>&nbsp;Essa semana vou usar o espa\u00e7o da minha coluna para falar de algo bem pessoal: <strong>o jornalismo na minha vida<\/strong>. \u201cAh, como \u00e9 bom ser jornalista.\u201d Ontem me peguei repetindo essa frase durante todo o dia, ao relembrar o que j\u00e1 vivi nessa \u00e1rea da comunica\u00e7\u00e3o. Olha, talvez vire um bord\u00e3o que eu v\u00e1 usar muito. E pensar que me <strong>descobri no jornalismo, cursando Gastronomia<\/strong>, d\u00e1 para acreditar? Fica comigo at\u00e9 o fim do texto que irei te contar tudo!<\/p>\n\n\n\n<p>Para muitos pode ser somente mais um dia do jornalista. Inclusive alguns colegas meus nem lembravam da data. Mas para mim esse 7 de abril tem um sabor especial e diferente: meu primeiro dia do jornalista exercendo a fun\u00e7\u00e3o e no ano dos 30 anos do curso onde me formei.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cSinais, fortes sinais.\u201d A frase de (Jos\u00e9 Maria) Eymael, \u201co democrata crist\u00e3o\u201d, lend\u00e1rio pol\u00edtico brasileiro combina com aquilo que a vida me deu, e muito, durante alguns anos antes do meu ingresso no jornalismo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sinal I<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Em 2011, enquanto aluno de Administra\u00e7\u00e3o, eu precisava fazer um trabalho para a disciplina de l\u00edngua portuguesa. Pensei: seria legal sair por a\u00ed entrevistando pessoas e profissionais da \u00e1rea para levantar os principais erros de portugu\u00eas que ocorriam no nosso cotidiano. Falei para meus colegas de grupo: que tal gravarmos um jornal? A resposta foi: <strong>voc\u00ea \u00e9 doido?<\/strong> Como vamos conseguir isso? Falei: deixa para mim.<\/p>\n\n\n\n<p>O <strong>esp\u00edrito de comunicador<\/strong>, que j\u00e1 habitava em mim, me moveu a ir ao Laborat\u00f3rio de Comunica\u00e7\u00e3o (LabCom-Uniso) e apresentar a ideia. Recebi a autoriza\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m uma dif\u00edcil miss\u00e3o: editar todo o material por conta pr\u00f3pria. Naquele tempo eu tinha conhecimento zero de edi\u00e7\u00e3o, mas eu tinha o esp\u00edrito da comunica\u00e7\u00e3o. Lembro-me de usar o <em>Windows Movie Maker<\/em> para edi\u00e7\u00e3o e o <em>Power Point<\/em> para vinhetas e GC. At\u00e9 que n\u00e3o ficou ruim n\u00e3o viu. E como eu assumi a bronca de dar certo a ideia, fiz um pouco de tudo. Desde roteirista, \u00e2ncora e cinegrafista, a sonoplastia e efeitos visuais.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sinal II<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ainda no curso de Administra\u00e7\u00e3o s\u00f3 que dessa vez em uma disciplina de marketing e no ano de 2014, dei a ideia de gravarmos um programa sobre o comportamento do consumidor. Novamente fiz todas as fun\u00e7\u00f5es comunicativas. Desta vez fui at\u00e9 o editor \u201csacana\u201d que ao final colocou os erros de grava\u00e7\u00f5es. Deu super certo novamente.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sinal III<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Em 2018, eu cursava Gastronomia. Era muito legal, mas havia aquela sensa\u00e7\u00e3o de \u201cest\u00e1 faltando algo\u201d. Um dia eu e alguns colegas de classe fomos a uma escola p\u00fablica fazer uma palestra para o pessoal do ensino fundamental. Foi muito boa a intera\u00e7\u00e3o. Ao retornar para a faculdade uma professora estava buscando algu\u00e9m para a grava\u00e7\u00e3o de um v\u00eddeo propaganda do curso, mas ningu\u00e9m estava com coragem, a vergonha imperava. Ela falou comigo e pensei: por que n\u00e3o? <strong>Bora l\u00e1<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>O v\u00eddeo deu super certo, houve um retorno at\u00e9 que interessante e algumas pessoas me falaram: voc\u00ea leva jeito para a coisa, j\u00e1 pensou em fazer comunica\u00e7\u00e3o? Na hora pensei: olha que ideia do povo, nada a ver.<\/p>\n\n\n\n<p>Os dias foram passando e aquilo continuava pairando na minha cabe\u00e7a. Entrei no site da Uniso, peguei as grades dos tr\u00eas cursos de comunica\u00e7\u00e3o \u2013 Jornalismo, Publicidade e Rela\u00e7\u00f5es P\u00fablicas \u2013 e comecei a comparar e analisar qual se parecia mais comigo. <strong>E jornalismo ganhou<\/strong>. Meus gostos pela leitura e escrita e onde se localizavam meus \u00eddolos da TV foram fatores decisivos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O pensamento em desistir<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Pronto, em <strong>2019 l\u00e1 fui eu para o Jornalismo<\/strong>. Naquele tempo fui muito bem recebido pela coordenadora da \u00e9poca, <strong>Andr\u00e9a Sanhudo Torres<\/strong>. Logo no primeiro semestre j\u00e1 veio o teste. Em uma aula da professora <strong>Evenize Batista<\/strong>, vi alguns v\u00eddeos sobre \u201co que n\u00e3o fazer no jornalismo\u201d. Um deles mexeu muito comigo. Era de um rep\u00f3rter enfiando o microfone no rosto de uma m\u00e3e que havia acabado de reconhecer o corpo do filho naquele atentado \u00e0 Escola Estadual Professor Raul Brasil no munic\u00edpio de Suzano. Era percept\u00edvel o inc\u00f4modo dela. Por estar ao vivo, ele foi insistindo com ela por diversos metros, mesmo com os protestos dela dizendo \u201cpor favor, n\u00e3o quero falar, s\u00f3 quero enterrar meu filho\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Depois disso eu estava <strong>decidido a trancar o curso<\/strong>. Mas Evenize n\u00e3o me deixou. Eu disse a ela: professora, se for preciso fazer isso para ter audi\u00eancia e sucesso na carreira eu n\u00e3o quero. Ela sentou comigo, conversou bastante, me mostrou os caminhos e me deu um abra\u00e7o que n\u00e3o esque\u00e7o at\u00e9 hoje. E que sorte a minha t\u00ea-la escutado.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Primeiros trabalhos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Na sequ\u00eancia, Evenize me apresentou a Ag\u00eancia Focas de Jornalismo, onde publiquei minha primeira mat\u00e9ria da vida (<a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/2019\/11\/06\/sorocaba-marca-posicao-no-mapa-da-cerveja-artesanal\/\">https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/2019\/11\/06\/sorocaba-marca-posicao-no-mapa-da-cerveja-artesanal\/<\/a>). E foi bom n\u00e3o ter desistido. No semestre seguinte consegui emplacar uma mat\u00e9ria de duas p\u00e1ginas cheias na vers\u00e3o impressa do jornal Cruzeiro do Sul (<a href=\"https:\/\/www.jornalcruzeiro.com.br\/cultura\/samba-autoral-resiste-em-sorocaba\">https:\/\/www.jornalcruzeiro.com.br\/cultura\/samba-autoral-resiste-em-sorocaba<\/a>). Isso me deu grande visibilidade, me rendeu elogios e me confirmou que eu estava no <strong>caminho certo<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Um pr\u00eamio estadual<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Os anos foram passando, veio a pandemia, aulas online e aquela loucura toda que j\u00e1 sabemos. No 5\u00ba semestre conheci uma pessoa que mudaria minha vida, a professora <strong>Mara Rovida<\/strong>. Lembro-me de, ap\u00f3s algumas aulas e um pouco mais de conviv\u00eancia, lhe fazer um pedido: \u201cprofessora, voc\u00ea poderia tirar a m\u00e1scara um pouquinho, nunca tive aula com voc\u00ea, gostaria de conhecer o seu rosto\u201d. A resposta veio com um sorriso que jamais irei esquecer. Eu estava desanimado no meio do curso, n\u00e3o escrevendo nada al\u00e9m do que fosse obrigat\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Mara me veio um dia e disse: tenho um desafio para voc\u00ea, j\u00e1 pensou em escrever mat\u00e9ria para concurso? Quando vi que o tema era agroneg\u00f3cio (algo que eu nunca havia escrito) pensei em dizer n\u00e3o. Mas quem \u00e9 professora sabe provocar seu aluno. E o resultado veio: fomos selecionados e recebi o <strong>pr\u00eamio Jos\u00e9 Hamilton Ribeiro<\/strong> na cidade de Ribeir\u00e3o Preto\/SP, concorrendo com mais de <strong>103 mat\u00e9rias produzidas em grandes universidade<\/strong>s do estado de S\u00e3o Paulo. Mara me levantou do limbo onde muitos alunos caem na metade do curso.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>TCC, livro reportagem e formatura<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O temido para mim, apesar do pouco tempo, foi tranquilo. Mas tamb\u00e9m porque escolhi um tema que me agradava: <strong>Africanidades em Sorocaba<\/strong>. E falando nisso, preciso deixar registrado algo muito importante que o jornalismo me trouxe: a consci\u00eancia de classe e minha aproxima\u00e7\u00e3o maior com as quest\u00f5es raciais.<\/p>\n\n\n\n<p>Meu livro reportagem foi outro grande pr\u00eamio que o jornalismo me deu. Conhecer a figura do professor negro e fundador do Nucab (N\u00facleo de Cultura Afro-Brasileira de Sorocaba) <strong>Jorge Narciso de Matos<\/strong> foi algo que mudou minha vida e me deu a oportunidade de apresentar meu trabalho em um <strong>palco que antes era ocupado por meus \u00eddolos negros sorocabanos<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas tudo que \u00e9 bom um dia acaba. Chegou o fim do curso. Do curso, mas n\u00e3o dos estudos, pois engatei o mestrado em Comunica\u00e7\u00e3o e Cultura na sequ\u00eancia. Fui orador da minha turma na cola\u00e7\u00e3o de grau em Jornalismo. Fiz quest\u00e3o de escrever um <strong>discurso contundente<\/strong>. Relembro um trecho que hoje, nesse dia do jornalista, ainda faz todo sentido para mim:<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;<em>Fazemos parte de uma classe que vem sendo muito desrespeitada nos \u00faltimos anos. Nunca se viu, em tempos de democracia, tantas tentativas de silenciamento. Tivemos jornalistas mulheres desrespeitadas profissionalmente e violentadas moralmente, at\u00e9 por quem governava esse pa\u00eds. Tivemos jornalistas que foram assassinados por trazerem a verdade, denunciando a barb\u00e1rie. Ent\u00e3o, em meu nome e em nome dos meus colegas, eu digo a quem me ouve agora: NINGU\u00c9M IR\u00c1 NOS CALAR!<\/em>&#8220;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>2025 chegou chegando<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>E chegando nos dias atuais, no m\u00eas de mar\u00e7o assumi a <strong>vaga de jornalista<\/strong> na Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o da Uniso. E eu n\u00e3o posso fechar esse texto sem citar uma grande emo\u00e7\u00e3o vivida no m\u00eas que passou.<\/p>\n\n\n\n<p>Na primeira cola\u00e7\u00e3o de grau no ano em que o curso completa 30 anos, vi uma <strong>mulher<\/strong>, aluna da primeira turma de 1995 e atual coordenadora <strong>presidindo a mesa<\/strong>, e tendo ao lado outra jornalista de fibra: a professora Mara Rovida. Como dizia minha falecida av\u00f3: \u201cisso n\u00e3o tem pre\u00e7o que pague\u201d. Foi um momento hist\u00f3rico. E ambas para colar grau da minha querida <strong>amiga Beatriz Jarins<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>V\u00ea-la, minha irm\u00e3 de profiss\u00e3o e da vida, uma <strong>mulher preta<\/strong>, prounista, da Silva entrar carregando a bandeira do curso em um ano t\u00e3o importante \u00e9 algo que ir\u00e1 reverberar ainda por muito tempo em minha mente. E tudo isso quando? No <strong>m\u00eas das mulheres<\/strong>, nada simb\u00f3lico.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Ah, como \u00e9 bom ser jornalista!<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"817\" height=\"222\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/WhatsApp-Image-2025-04-08-at-09.40.58.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2969\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/WhatsApp-Image-2025-04-08-at-09.40.58.jpeg 817w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/WhatsApp-Image-2025-04-08-at-09.40.58-300x82.jpeg 300w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/WhatsApp-Image-2025-04-08-at-09.40.58-768x209.jpeg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 817px) 100vw, 817px\" \/><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;Essa semana vou usar o espa\u00e7o da minha coluna para falar de algo bem pessoal: o jornalismo na minha vida.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2968,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"colormag_page_container_layout":"default_layout","colormag_page_sidebar_layout":"default_layout","footnotes":""},"categories":[6,57],"tags":[41,29],"class_list":["post-2967","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-coluna","category-focando-em","tag-focas-na-rede","tag-jornalismo"],"featured_image_urls":{"full":["https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/WhatsApp-Image-2025-04-08-at-09.38.16.jpeg",851,315,false],"thumbnail":["https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/WhatsApp-Image-2025-04-08-at-09.38.16-150x150.jpeg",150,150,true],"medium":["https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/WhatsApp-Image-2025-04-08-at-09.38.16-300x111.jpeg",300,111,true],"medium_large":["https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/WhatsApp-Image-2025-04-08-at-09.38.16-768x284.jpeg",768,284,true],"large":["https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/WhatsApp-Image-2025-04-08-at-09.38.16.jpeg",800,296,false],"1536x1536":["https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/WhatsApp-Image-2025-04-08-at-09.38.16.jpeg",851,315,false],"2048x2048":["https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/WhatsApp-Image-2025-04-08-at-09.38.16.jpeg",851,315,false],"colormag-highlighted-post":["https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/WhatsApp-Image-2025-04-08-at-09.38.16-392x272.jpeg",392,272,true],"colormag-featured-post-medium":["https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/WhatsApp-Image-2025-04-08-at-09.38.16-390x205.jpeg",390,205,true],"colormag-featured-post-small":["https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/WhatsApp-Image-2025-04-08-at-09.38.16-130x90.jpeg",130,90,true],"colormag-featured-image":["https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/WhatsApp-Image-2025-04-08-at-09.38.16-800x315.jpeg",800,315,true],"colormag-default-news":["https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/WhatsApp-Image-2025-04-08-at-09.38.16-150x150.jpeg",150,150,true],"colormag-featured-image-large":["https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/WhatsApp-Image-2025-04-08-at-09.38.16.jpeg",851,315,false]},"author_info":{"info":["focas"]},"category_info":"<a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/coluna\/\" rel=\"category tag\">Coluna<\/a> <a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/focando-em\/\" rel=\"category tag\">Focando em<\/a>","tag_info":"Focando em","comment_count":"0","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2967","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2967"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2967\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2970,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2967\/revisions\/2970"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2968"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2967"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2967"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2967"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}