{"id":3098,"date":"2025-05-05T09:41:05","date_gmt":"2025-05-05T12:41:05","guid":{"rendered":"https:\/\/focas.uniso.br\/?p=3098"},"modified":"2025-05-05T09:41:06","modified_gmt":"2025-05-05T12:41:06","slug":"a-desvalorizacao-do-profissional-jornalista-desafios-e-resistencia-na-carreira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/2025\/05\/05\/a-desvalorizacao-do-profissional-jornalista-desafios-e-resistencia-na-carreira\/","title":{"rendered":"A desvaloriza\u00e7\u00e3o do profissional jornalista: desafios e resist\u00eancia na carreira"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Com baixos sal\u00e1rios, falta de seguran\u00e7a e a crescente precariza\u00e7\u00e3o do trabalho, os jornalistas enfrentam um cen\u00e1rio cada vez mais adverso. Profissionais e especialistas comentam a crise e apontam poss\u00edveis sa\u00eddas<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Por Jean Camargo (Ag\u00eancia Focas &#8211; Jornalismo Uniso)<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"682\" height=\"382\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/WhatsApp-Image-2025-05-05-at-09.37.17.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3099\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/WhatsApp-Image-2025-05-05-at-09.37.17.jpeg 682w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/WhatsApp-Image-2025-05-05-at-09.37.17-300x168.jpeg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 682px) 100vw, 682px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Em um contexto de crescente precariza\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es de trabalho, os jornalistas enfrentam uma das maiores crises da profiss\u00e3o nas \u00faltimas d\u00e9cadas. Com sal\u00e1rios cada vez mais baixos, contratos tempor\u00e1rios, maior ac\u00famulo de fun\u00e7\u00f5es e a aus\u00eancia de direitos trabalhistas b\u00e1sicos, muitos profissionais encontram-se em um cen\u00e1rio de desvaloriza\u00e7\u00e3o, o que amea\u00e7a a qualidade da informa\u00e7\u00e3o e a pr\u00f3pria sobreviv\u00eancia do jornalismo.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos \u00faltimos anos, a profiss\u00e3o passou por transforma\u00e7\u00f5es profundas, impulsionadas pela digitaliza\u00e7\u00e3o dos meios de comunica\u00e7\u00e3o e pelas mudan\u00e7as nas din\u00e2micas de consumo de informa\u00e7\u00e3o. No entanto, esses avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos n\u00e3o foram acompanhados de uma valoriza\u00e7\u00e3o adequada dos profissionais que fazem a cobertura dos fatos. Pelo contr\u00e1rio, a profiss\u00e3o parece estar sendo cada vez mais desvalorizada, tanto financeiramente quanto em termos de seguran\u00e7a e condi\u00e7\u00f5es de trabalho.<\/p>\n\n\n\n<p>Renan Henrique Alvarez Vieira, um dos fundadores do podcast Futebol Show, canal de jornalismo esportivo que acompanha o Ituano Futebol Clube, enxerga uma dificuldade na garantia dos direitos do jornalista. \u201cA categoria \u00e9 fortemente impactada pela \u2018pejotiza\u00e7\u00e3o\u2019, o que de certa maneira limita a garantia dos direitos ao profissional da \u00e1rea. Tem muito jornalista de carteira assinada que n\u00e3o consegue trabalho por n\u00e3o ter condi\u00e7\u00f5es de administrar seu tempo e suas tarefas\u201d, desabafa.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"536\" height=\"716\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/WhatsApp-Image-2025-05-05-at-09.38.07.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3100\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/WhatsApp-Image-2025-05-05-at-09.38.07.jpeg 536w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/WhatsApp-Image-2025-05-05-at-09.38.07-225x300.jpeg 225w\" sizes=\"auto, (max-width: 536px) 100vw, 536px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Renan \u00e9 um dos fundadores do Podcast Futebol Show, canal que acompanha o Ituano Futebol Clube &#8211; Foto: Jean Camargo <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Um exemplo dessa \u201cpejotiza\u00e7\u00e3o\u201d descrita pelo jornalista, \u00e9 a perda dos direitos previstos na CLT (Consolida\u00e7\u00e3o das Leis do Trabalho) e na Conven\u00e7\u00e3o Coletiva da Categoria, como f\u00e9rias, 13\u00ba sal\u00e1rio, reajuste salarial na data-base, horas extras, entre outros. Ainda no caso do jornalista, h\u00e1 tamb\u00e9m a perda do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Servi\u00e7o) e do seguro desemprego.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cCom os modelos h\u00edbridos de trabalho, que dispensam o modo CLT, em que voc\u00ea tem garantias b\u00e1sicas como empregado, e passa ser seu pr\u00f3prio chefe na maior do tempo, o sal\u00e1rio tende a ser afetado, e isso te leva a depender de servi\u00e7os freelances para obter uma renda melhor. Na maioria dos casos, voc\u00ea passa a ser empregador e empregado ao mesmo tempo\u201d, completa Renan.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda segundo ele, a ascens\u00e3o das redes sociais e dos influenciadores digitais contribui para esse cen\u00e1rio, muitas vezes misturando os pap\u00e9is de comunicador e influenciador. \u201cAbre-se mais portas para informa\u00e7\u00e3o, para o p\u00fablico se manter informado e noticiado, mas ao mesmo tempo precariza a \u2018m\u00e3o-de-obra\u2019. Eu costumo dizer que o profissional n\u00e3o pode levar consigo essa marca de influenciador, porque o papel da imprensa, acima de tudo, \u00e9 informar, e n\u00e3o influenciar. No entanto, percebo que os profissionais e as profiss\u00f5es se misturam nesse meio, que hoje confundem o p\u00fablico que consomem conte\u00fados do tipo\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O cen\u00e1rio descrito pelo jornalista reflete uma tend\u00eancia nacional de precariza\u00e7\u00e3o do trabalho jornal\u00edstico, intensificada pela crise econ\u00f4mica, o p\u00f3s-pandemia da COVID-19, o avan\u00e7o das plataformas digitais, a crise de modelo de neg\u00f3cios que afeta as grandes reda\u00e7\u00f5es e a reforma trabalhista (Lei n\u00ba 13.467\/17), de acordo com a pesquisa da Fundacentro (Funda\u00e7\u00e3o de Seguran\u00e7a e Medicina do Trabalho) e da Fenaj (Federa\u00e7\u00e3o Nacional dos Jornalistas), com apoio do Minist\u00e9rio P\u00fablico do Trabalho (MPT). A diminui\u00e7\u00e3o das equipes e o aumento da demanda por conte\u00fados 24 horas por dia geram um ambiente onde os jornalistas enfrentam inseguran\u00e7a financeira e falta de apoio institucional.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"508\" height=\"678\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/WhatsApp-Image-2025-05-05-at-09.39.04.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3101\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/WhatsApp-Image-2025-05-05-at-09.39.04.jpeg 508w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/WhatsApp-Image-2025-05-05-at-09.39.04-225x300.jpeg 225w\" sizes=\"auto, (max-width: 508px) 100vw, 508px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Mara Rovida ministrando aula na Universidade de Sorocaba &#8211; Foto: Lucas Dornelles <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A jornalista Mara Rovida, mestre em Comunica\u00e7\u00e3o Social e doutora em Ci\u00eancias da Comunica\u00e7\u00e3o, v\u00ea como um dos principais elementos que contribuem com a precariza\u00e7\u00e3o a falta de tempo h\u00e1bil e o ac\u00famulo de fun\u00e7\u00f5es, o que diminui a chance de um trabalho bem feito. \u201cPrazos irreais e o volume de produ\u00e7\u00e3o, assim, fora do normal, com certeza impactam a capacidade de uma apura\u00e7\u00e3o mais detalhada, mais atenta, da busca mesmo de outras vozes, outras perspectivas sobre os temas que est\u00e3o em pauta. Isso dificulta a gente entregar um trabalho mais qualificado para o nosso p\u00fablico, de forma geral\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, a professora Mara comentou sobre suas experi\u00eancias e como o machismo tamb\u00e9m afeta a desvaloriza\u00e7\u00e3o da profiss\u00e3o, seja pelo sal\u00e1rio desigual ou pelo esfor\u00e7o extra de provar mais compet\u00eancia, at\u00e9 mesmo em rela\u00e7\u00e3o a outras mulheres. \u201cQualquer mulher que tenha uma presen\u00e7a no mercado de trabalho no Brasil, em algum momento, j\u00e1 passou por isso (machismo). Estar em in\u00edcio de carreira, sendo mulher, isso \u00e9 uma constante. Ent\u00e3o, assim, a gente tem que se provar sempre um pouco a mais do que os colegas homens, e isso tanto na carreira profissional, quanto na carreira acad\u00eamica\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com um estudo da RAIS (Rela\u00e7\u00e3o Anual de Informa\u00e7\u00f5es Sociais), elaborado pelo DIESSE (Departamento Intersindical de Estat\u00edstica e Estudos Socioecon\u00f4micos), a m\u00e9dia salarial recebida pelas mulheres jornalistas contratadas formalmente no Brasil, em 2021, foi de R$ 5.575,4, enquanto a dos homens era de R$ 5.914,7. Apesar de parecer uma pequena diferen\u00e7a, ela se torna mais evidente em cargos mais altos. Diretoras de reda\u00e7\u00e3o, por exemplo, ganhavam, em m\u00e9dia, R$ 7.714,5, enquanto os diretores homens ganhavam, em m\u00e9dia, R$ 13.161,8. Ou seja, as mulheres ganhavam apenas 58,6% do sal\u00e1rio recebido pelos homens.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2022, a empresa Open AI lan\u00e7ou o ChatGPT, uma ferramenta de Assist\u00eancia Artificial que marcou uma grande revolu\u00e7\u00e3o na humanidade. No jornalismo, a IA tamb\u00e9m foi usada de diversas maneiras em textos jornal\u00edsticos. S\u00e3o apenas alguns segundos, e &#8220;voil\u00e0&#8221;, o texto est\u00e1 pronto. Apesar disso, o GPT est\u00e1 sujeito a erros, j\u00e1 que ainda \u00e9 um prot\u00f3tipo em fase de testes. Isso pode levar a mat\u00e9rias imprecisas, afetando a credibilidade do trabalho jornal\u00edstico.<\/p>\n\n\n\n<p>Um relat\u00f3rio realizado pelo grupo de pesquisa Tecnologias, Processos e Narrativas Midi\u00e1ticas da ESPM-SP (Escola Superior de Propaganda e Marketing de S\u00e3o Paulo), em parceria com o boletim <em>Jornalista&amp;Cia<\/em>, em 2023 e 2024, revelou que 56% dos jornalistas utilizam as IAs em suas atividades jornal\u00edsticas.<\/p>\n\n\n\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 credibilidade, em pa\u00edses como os Estados Unidos e Reino Unido, 52% e 63% (respectivamente) dos entrevistados consumidores de not\u00edcias, disseram que n\u00e3o se sentem \u00e0 vontade com not\u00edcias produzidas majoritariamente com a IA, de acordo com pesquisa realizada pelo <em>Reuters Institute<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9rica Arag\u00e3o, coordenadora da Regional Sorocaba do Sindicato dos Jornalistas (SJSP), falou das oportunidades e desafios que o profissional jornalista enfrentar\u00e1 nos pr\u00f3ximos anos, destacando o uso das IAs. \u201cA chegada da Web j\u00e1 trouxe muitos desafios e oportunidades para os jornalistas e, agora, com a Intelig\u00eancia Artificial, tudo foi potencializado. Inclusive, tem uma pesquisa da Unifor que fez uma proje\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias para o futuro, partindo de tr\u00eas teorias: a primeira \u00e9 se a IA substitui o jornalismo; a segunda se IA melhora o jornalismo; e a terceira de que a IA engole o jornalismo\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cNa minha opini\u00e3o, a credibilidade e o reconhecimento do jornalismo est\u00e3o muito ligados \u00e0 profissionaliza\u00e7\u00e3o, e isso se perdeu um pouco neste mundo digital. As Fake News e a desinforma\u00e7\u00e3o s\u00e3o frutos desta quest\u00e3o. Assim como, na chegada da Web, come\u00e7amos a discutir, no jornalismo, engajamento org\u00e2nico e pago, tivemos que voltar a aprender a escrever s\u00f3 para atender \u00e0s regras dos algoritmos, entre outras novas realidades. A IA tamb\u00e9m trar\u00e1 desafios. A gente n\u00e3o pode se conformar com o que aprendemos na faculdade ou estamos aprendendo. O conhecimento sempre ser\u00e1 um parceiro vital\u00edcio do bom jornalismo\u201d, defendeu \u00c9rica.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar do cen\u00e1rio preocupante, algumas iniciativas buscam contornar o problema. A coordenadora do SJSP aponta principalmente a volta da obrigatoriedade da gradua\u00e7\u00e3o e a\u00e7\u00f5es junto ao sindicato como os primeiros passos. \u201cVolto a defender a volta da obrigatoriedade do diploma para exercer nossa profiss\u00e3o e se organizar mais enquanto classe trabalhadora. O jornalista, muitas vezes, n\u00e3o se reconhece enquanto trabalhador e tem preconceito com o trabalho do sindicato. A primeira coisa que precisa fazer quando quer mudar uma realidade, \u00e9 agir. O sindicato \u00e9 uma ferramenta que a categoria pode usar para ajudar a melhorar as condi\u00e7\u00f5es de trabalho e a valoriza\u00e7\u00e3o profissional\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"770\" height=\"379\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/WhatsApp-Image-2025-05-05-at-09.39.56.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3102\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/WhatsApp-Image-2025-05-05-at-09.39.56.jpeg 770w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/WhatsApp-Image-2025-05-05-at-09.39.56-300x148.jpeg 300w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/WhatsApp-Image-2025-05-05-at-09.39.56-768x378.jpeg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Jornalistas multitarefas est\u00e3o cada vez mais comuns; profissionais acabam fazendo a fun\u00e7\u00e3o de dois ou mais colaboradores &#8211; Foto: Dayvson Moura \/ Twitter<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A desvaloriza\u00e7\u00e3o do jornalista \u00e9 um problema que transcende o profissional, impactando diretamente a qualidade da informa\u00e7\u00e3o que chega ao p\u00fablico. Em um momento em que a desinforma\u00e7\u00e3o e as Fake News ganham espa\u00e7o, valorizar o jornalista \u00e9 tamb\u00e9m preservar a integridade do jornalismo e, por consequ\u00eancia, a democracia. As vozes ouvidas nesta reportagem deixam claro que, apesar dos desafios, ainda h\u00e1 caminhos para a revaloriza\u00e7\u00e3o da profiss\u00e3o, mas esses demandam organiza\u00e7\u00e3o, inova\u00e7\u00e3o, apoio social e da classe.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com baixos sal\u00e1rios, falta de seguran\u00e7a e a crescente precariza\u00e7\u00e3o do trabalho, os jornalistas enfrentam um cen\u00e1rio cada vez mais<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"colormag_page_container_layout":"default_layout","colormag_page_sidebar_layout":"default_layout","footnotes":""},"categories":[15,9,37,14],"tags":[30,41,29,28],"class_list":["post-3098","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-jornalismo","category-jornalismo-online","category-sorocaba","category-uniso","tag-focas","tag-focas-na-rede","tag-jornalismo","tag-uniso"],"featured_image_urls":{"full":"","thumbnail":"","medium":"","medium_large":"","large":"","1536x1536":"","2048x2048":"","colormag-highlighted-post":"","colormag-featured-post-medium":"","colormag-featured-post-small":"","colormag-featured-image":"","colormag-default-news":"","colormag-featured-image-large":""},"author_info":{"info":["focas"]},"category_info":"<a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/jornalismo\/\" rel=\"category tag\">Jornalismo<\/a> <a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/jornalismo-online\/\" rel=\"category tag\">jornalismo online<\/a> <a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/sorocaba\/\" rel=\"category tag\">Sorocaba<\/a> <a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/uniso\/\" rel=\"category tag\">Uniso<\/a>","tag_info":"Uniso","comment_count":"0","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3098","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3098"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3098\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3103,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3098\/revisions\/3103"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3098"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3098"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3098"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}