{"id":33,"date":"2019-12-13T13:36:00","date_gmt":"2019-12-13T13:36:00","guid":{"rendered":"http:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/2019\/12\/13\/bicicleta-e-opcao-diante-dos-desafios-a-mobilidade-urbana\/"},"modified":"2019-12-13T13:36:00","modified_gmt":"2019-12-13T13:36:00","slug":"bicicleta-e-opcao-diante-dos-desafios-a-mobilidade-urbana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/2019\/12\/13\/bicicleta-e-opcao-diante-dos-desafios-a-mobilidade-urbana\/","title":{"rendered":"Bicicleta \u00e9 op\u00e7\u00e3o diante dos desafios \u00e0 mobilidade urbana"},"content":{"rendered":"<div style=\"line-height: normal; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: inherit;\">Para muitos, bicicleta \u00e9 sin\u00f4nimo de lazer ou divers\u00e3o. Mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 isso; a bicicleta \u00e9, tamb\u00e9m, um modal de transporte que reconhecidamente colabora com o meio ambiente e a sa\u00fade de seus usu\u00e1rios. Diante do grande n\u00famero de autom\u00f3veis, que, al\u00e9m de liberar poluentes, tamb\u00e9m s\u00e3o fonte de estresse di\u00e1rio nos grandes centros urbanos, a bicicleta surge como uma das poss\u00edveis solu\u00e7\u00f5es sustent\u00e1veis para contribuir para a mobilidade urbana.<o:p><\/o:p><\/span><\/div>\n<div style=\"line-height: normal; text-align: justify;\"><\/div>\n<table align=\"center\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\" style=\"margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/1.bp.blogspot.com\/-gAsvtoFOTYI\/XfOTbkRoV_I\/AAAAAAAAIv8\/qgMKkc-HmrscZ9mrAPVTqUPph-l6f7XcQCLcBGAsYHQ\/s1600\/Roseli%2BCamargo%252C%2B45%252C%2Bcorpo%2Be%2Bmente%2Blivres%2Bdo%2Bestresse%2Be%2Ba%2Bcidade%252C%2Bde%2Bpoluentes%2B-%2Bbrenda%2Bponciano.jpg\" style=\"margin-left: auto; margin-right: auto;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" border=\"0\" data-original-height=\"577\" data-original-width=\"769\" height=\"480\" src=\"https:\/\/1.bp.blogspot.com\/-gAsvtoFOTYI\/XfOTbkRoV_I\/AAAAAAAAIv8\/qgMKkc-HmrscZ9mrAPVTqUPph-l6f7XcQCLcBGAsYHQ\/s640\/Roseli%2BCamargo%252C%2B45%252C%2Bcorpo%2Be%2Bmente%2Blivres%2Bdo%2Bestresse%2Be%2Ba%2Bcidade%252C%2Bde%2Bpoluentes%2B-%2Bbrenda%2Bponciano.jpg\" width=\"640\" \/><\/a><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"text-align: center;\">Roseli Camargo, 45, corpo e mente livres do estresse e a cidade, de poluentes<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<div style=\"line-height: normal; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: inherit;\"><br \/><\/span><\/div>\n<div style=\"line-height: normal; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: inherit;\"><br \/><\/span><\/div>\n<div style=\"line-height: normal; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: inherit;\">Em Sorocaba, existe uma frota de cerca de 470.000 carros, segundo levantamento feito pelo Departamento Estadual de Tr\u00e2nsito (Detran) em 2018, um dado preocupante quando se pensa na quantidade de gases poluentes que esses ve\u00edculos liberam no meio ambiente.<o:p><\/o:p><\/span><\/div>\n<div style=\"line-height: normal; text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"line-height: normal; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: inherit;\">\u201cOs principais gases do efeito estufa s\u00e3o oriundos do escapamento dos autom\u00f3veis. Esses poluentes geram nas cidades um enorme preju\u00edzo \u00e0 sa\u00fade p\u00fablica, j\u00e1 que muitos desses particulados que est\u00e3o no ar causam problemas respirat\u00f3rios e cardiovasculares aos cidad\u00e3os\u201d, diz Mauricio Mota, atual secret\u00e1rio do Meio Ambiente de Sorocaba, na ocasi\u00e3o participando do F\u00f3rum Regional de Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas, realizado na Universidade de Sorocaba (Uniso).<o:p><\/o:p><\/span><\/div>\n<div style=\"line-height: normal; text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"line-height: normal; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: inherit;\">O uso cont\u00ednuo de bicicletas, al\u00e9m de contribuir para a sa\u00fade do pr\u00f3prio ciclista, tamb\u00e9m contribui para sa\u00fade de v\u00e1rios mun\u00edcipes, ao evitar que mais gases poluentes sejam emitidos, conforme destaca o secret\u00e1rio.<o:p><\/o:p><\/span><\/div>\n<div style=\"line-height: normal; text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"line-height: normal; text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"line-height: normal; text-align: justify;\"><b><span style=\"font-family: inherit;\">Queimando calorias em vez de combust\u00edvel<o:p><\/o:p><\/span><\/b><\/div>\n<div style=\"line-height: normal; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: inherit;\">Pensando em sua sa\u00fade, Roseli Camargo, 45, professora de Matem\u00e1tica dos cursos de Engenharia da Uniso, decidiu aderir \u00e0 bike como meio de transporte para ir e voltar do trabalho. Apesar de o tempo de trajeto da bicicleta ser maior do que de carro, a professora conta que \u201ca sensa\u00e7\u00e3o de pedalar \u00e9 muito boa, pois n\u00e3o tem estresse e \u00e9 at\u00e9 poss\u00edvel meditar durante parte do caminho.\u201d<o:p><\/o:p><\/span><\/div>\n<div style=\"line-height: normal; text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"line-height: normal; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: inherit;\">Roseli come\u00e7ou a andar frequentemente de bicicleta h\u00e1 cinco anos. Ela j\u00e1 andava em grupos de ciclistas, mas decidiu aproveitar a extensa \u00e1rea de ciclovias em Sorocaba para transformar o modal, que antes era apenas seu lazer, em seu principal meio de transporte. Atualmente, a professora ainda faz uso do carro em trajetos noturnos, por quest\u00f5es de seguran\u00e7a, mas relata que, se n\u00e3o fosse perigoso, tamb\u00e9m iria trabalhar de bike \u00e0 noite.<o:p><\/o:p><\/span><\/div>\n<div style=\"line-height: normal; text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"line-height: normal; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: inherit;\">Os benef\u00edcios, segundo ela, s\u00e3o muitos: \u201cS\u00e3o longas sess\u00f5es de exerc\u00edcios aer\u00f3bicos, quatro vezes por semana, que me proporcionam um bom condicionamento f\u00edsico. H\u00e1 tamb\u00e9m a economia financeira, porque antes eu gastava R$150 de gasolina por semana e, agora, gasto bem menos, em torno de R$50.\u201d<o:p><\/o:p><\/span><\/div>\n<div style=\"line-height: normal; text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"line-height: normal; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: inherit;\">Ao todo Roseli percorre, somando os percursos de ida e volta, 34 km por dia. A professora come\u00e7a seu trajeto no bairro Wanel Ville, onde h\u00e1 muitas ciclovias, entretanto, ao chegar \u00e0 Avenida Engenheiro Reinaldo Carlos Mendes, come\u00e7am os percal\u00e7os. \u201cAli eu tenho de tomar muito cuidado, pois eu n\u00e3o posso ir pela cal\u00e7ada, j\u00e1 que ela \u00e9 estreita demais e n\u00e3o h\u00e1 ciclovia dispon\u00edvel\u201d, conta a docente.<o:p><\/o:p><\/span><\/div>\n<div style=\"line-height: normal; text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"line-height: normal; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: inherit;\">Outro trecho complicado do trajeto \u00e9 a Avenida S\u00e3o Paulo. \u201cN\u00e3o \u00e9 correto andar pela cal\u00e7ada, mas \u00e0s vezes \u00e9 necess\u00e1rio. Quando eu pego a Avenida S\u00e3o Paulo, por exemplo, eu n\u00e3o posso subir pela rua, porque os caminh\u00f5es passam muito perto. Como \u00e9 muito perigoso, eu venho pela cal\u00e7ada, sempre prestando aten\u00e7\u00e3o nos pedestres para n\u00e3o dar causa a nenhum acidente\u201d, diz Camargo.<o:p><\/o:p><\/span><\/div>\n<div style=\"line-height: normal; text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"line-height: normal; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: inherit;\">Apesar desses trechos complicados, a ciclista considera a cidade de Sorocaba como refer\u00eancia em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 estrutura para os ciclistas. \u201cMas \u00e9 claro que sempre h\u00e1 como melhorar\u201d, ela diz. Para a professora, o principal problema \u00e9 a falta de educa\u00e7\u00e3o dos motoristas em rela\u00e7\u00e3o aos ciclistas. \u201cN\u00e3o tem ainda essa cultura de educa\u00e7\u00e3o no tr\u00e2nsito. A gente tem que tomar cuidado; at\u00e9 existem as leis que protegem os ciclistas, mas na pr\u00e1tica elas n\u00e3o funcionam. Os ciclistas devem usar os equipamentos de seguran\u00e7a e estar sempre atentos.\u201d<o:p><\/o:p><\/span><\/div>\n<div style=\"line-height: normal; text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"line-height: normal; text-align: justify;\"><b><span style=\"font-family: inherit;\">A vida \u00e9 simples como a magrela<o:p><\/o:p><\/span><\/b><\/div>\n<div style=\"line-height: normal; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: inherit;\">A bicicleta al\u00e9m de proporcionar benef\u00edcios para a sa\u00fade e para as finan\u00e7as, tamb\u00e9m proporciona momentos de aventura e reflex\u00f5es. Ana Beatriz Arthur Bisco, professora de Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica e empreendedora de treinamentos para cicloviagens (viagens que usam a bike como meio de transporte), conta que a diferen\u00e7a entre viajar com ve\u00edculos motorizados e viajar de bicicleta consiste em aproveitar o percurso.<o:p><\/o:p><\/span><\/div>\n<div style=\"line-height: normal; text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"line-height: normal; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: inherit;\">\u201cVoc\u00ea vai chegar mais r\u00e1pido com os outros ve\u00edculos, mas a bicicleta vai te dar a oportunidade de ver o que existe de bonito nos lugares. Voc\u00ea vai demorar um pouco mais para chegar, mas a velocidade do carro, da moto, do avi\u00e3o, etc. impede essa troca com a natureza e o di\u00e1logo com outras pessoas. A bicicleta permite \u2018turistar\u2019 durante o trajeto.\u201d<o:p><\/o:p><\/span><\/div>\n<div style=\"line-height: normal; text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"line-height: normal; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: inherit;\">Al\u00e9m das cicloviagens terem proporcionado a Bisco a cria\u00e7\u00e3o de sua empresa, elas tamb\u00e9m proporcionaram \u00e0 professora reflex\u00f5es sobre seu estilo de vida, pois, para viajar de bike, \u00e9 preciso aprender a diminuir o consumismo, evitando peso desnecess\u00e1rio nos alforjes (que s\u00e3o como malas feitas para ser transportadas na bicicleta). \u201cEu me tornei menos consumista. \u00c9 l\u00f3gico que&nbsp;todo ser humano adora conforto, mas assim \u00e9 poss\u00edvel viver com pouco. A gente n\u00e3o faz ideia de qu\u00e3o pouco \u00e9 esse pouco\u201d, ela defende.<o:p><\/o:p><\/span><\/div>\n<div style=\"line-height: normal; text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"line-height: normal; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: inherit;\">Sua \u00faltima aventura foi na Espanha. Bisco relata que foi uma viagem de 1.100 km em 16 dias. \u201cN\u00f3s cruzamos a Espanha de leste a oeste, pegamos inteira a Rota Francesa&nbsp;de Santiago de Compostela, sa\u00edmos e fomos para a costa na \u00e1rea litor\u00e2nea, fizemos uma parte do litoral e fomos at\u00e9 La Corunha, um dos portos da Espanha. Por fim, voltamos para Santiago de Compostela por outra rota, chamada Caminho Ingl\u00eas, numa m\u00e9dia de 70 km por dia\u201d, conta a professora.<o:p><\/o:p><\/span><\/div>\n<div style=\"line-height: normal; text-align: justify;\"><\/div>\n<p><span style=\"line-height: 115%;\"><span style=\"font-family: inherit;\">Bisco diz que a pol\u00edtica de trilhas aplicada pelos pa\u00edses europeus, como a Espanha, pode ser emulada em zonas rurais no Brasil. \u201cN\u00f3s poder\u00edamos ter trilhas aqui. Foi o que a Espanha fez, quando eles entraram em uma crise econ\u00f4mica muito s\u00e9ria. Eles j\u00e1 tinham essa hist\u00f3ria, porque o caminho de Santiago de Compostela tem mais de mil anos, ent\u00e3o eles o reanimaram, n\u00e3o porque eles s\u00e3o bonzinhos e se importam s\u00f3 com a quest\u00e3o ecol\u00f3gica, mas porque financeiramente \u00e9 muito bom. Tem cidades em que as pessoas voltaram a morar, porque eles conseguem viver financeiramente do caminho. Isso pode ser feito em v\u00e1rias zonas rurais do Brasil.\u201d<\/span><\/span><br \/><span style=\"line-height: 115%;\"><span style=\"font-family: inherit;\"><br \/><\/span><\/span><span style=\"line-height: 115%;\"><span style=\"font-family: inherit;\"><br \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"margin: 0px;\"><span style=\"background-color: white; color: #444444; font-weight: 700;\">Ag\u00eancia Focs \/ Jornalismo Uniso<\/span><\/div>\n<div style=\"margin: 0px;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 18.4px;\"><\/span><\/div>\n<div style=\"line-height: 24px; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: &quot;arial&quot; , sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;\"><\/span><\/div>\n<p><span style=\"line-height: 115%;\"><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #444444;\"><span style=\"background-color: white;\">Texto:<span style=\"font-size: x-small;\">&nbsp;<\/span><span style=\"font-family: inherit;\">Brenda Ponciano e Rubens Laturague<\/span><\/span><\/span><br \/><span style=\"color: #444444;\"><span style=\"background-color: white;\">Imagens: Brenda Ponciano<\/span><\/span><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para muitos, bicicleta \u00e9 sin\u00f4nimo de lazer ou divers\u00e3o. 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