{"id":3536,"date":"2025-06-09T12:54:30","date_gmt":"2025-06-09T15:54:30","guid":{"rendered":"https:\/\/focas.uniso.br\/?p=3536"},"modified":"2025-06-09T12:54:30","modified_gmt":"2025-06-09T15:54:30","slug":"um-jornalista-para-chamar-de-seu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/2025\/06\/09\/um-jornalista-para-chamar-de-seu\/","title":{"rendered":"Um jornalista para chamar de seu"},"content":{"rendered":"\n<p>Por Gabriela Vasconcelos e Giuliana Ribeiro (Ag\u00eancia Focas &#8211; Jornalismo Uniso)<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"648\" height=\"484\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/WhatsApp-Image-2025-06-09-at-12.53.33.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3537\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/WhatsApp-Image-2025-06-09-at-12.53.33.jpeg 648w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/WhatsApp-Image-2025-06-09-at-12.53.33-300x224.jpeg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 648px) 100vw, 648px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Em um mundo onde a informa\u00e7\u00e3o circula em velocidade recorde, o papel do jornalista segue como um dos pilares mais essenciais da sociedade. Por tr\u00e1s de cada manchete, h\u00e1 um rosto, uma voz e uma assinatura que carregam consigo a responsabilidade de narrar fatos, desbravar hist\u00f3rias e traduzir a complexidade da realidade. Mas quem s\u00e3o esses contadores de hist\u00f3rias que dedicam suas vidas a ouvir e contar as hist\u00f3rias dos outros?<\/p>\n\n\n\n<p>Ser jornalista \u00e9, antes de tudo, um ato de paix\u00e3o. Por tr\u00e1s de cada grande hist\u00f3ria, h\u00e1 profissionais dedicados. E, entre eles, alguns nomes transcendem suas reda\u00e7\u00f5es, tornando-se \u00edcones que inspiraram gera\u00e7\u00f5es. Esses \u00eddolos jornalistas n\u00e3o apenas narram os acontecimentos: eles moldam a hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Para muitos, ter \u201cum jornalista para chamar de seu\u201d \u00e9 encontrar em algu\u00e9m um modelo de coragem e inspira\u00e7\u00e3o. Personalidades como Cl\u00e1udia Cruz, conhecida pela eleg\u00e2ncia com que apresentava fatos no in\u00edcio dos anos 90, ou Caco Barcellos, mestre do jornalismo investigativo e autor de obras que exp\u00f5em as camadas mais profundas das injusti\u00e7as sociais, mostram como o trabalho pode impactar vidas e transformar sociedades.<\/p>\n\n\n\n<p>Para os jovens estudantes e profissionais em forma\u00e7\u00e3o, admirar um jornalista \u00e9 buscar inspira\u00e7\u00e3o para seguir em frente mesmo diante das adversidades. Ver algu\u00e9m que superou desafios e consolidou seu espa\u00e7o \u00e9 uma for\u00e7a motivadora. \u00c9 o caso de Jo\u00e3o Vitor Ferretti de Godoi, estudante de Jornalismo na Universidade de Sorocaba (Uniso). Atrav\u00e9s das transmiss\u00f5es de jogos de futebol e inspirado pelo rep\u00f3rter Arthur Quezada, Jo\u00e3o compartilha sua admira\u00e7\u00e3o pelo profissional da comunica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Seria um grupo espec\u00edfico de profissionais, os correspondentes da TNT Sports, mas se tiver que especificar um, \u00e9 o Arthur Quezada<\/em>, conta. <em>Gosto muito de ouvi-lo falando sobre as not\u00edcias, pois se expressa com seriedade quando necess\u00e1rio e com bom humor quando poss\u00edvel. Al\u00e9m disso, sinto que ele explica as coisas de forma clara, sem muita \u201cfirula\u201d, o que ajuda na compreens\u00e3o do espectador<\/em>. <em>Gostava muito de um programa que ele tem em seu canal no YouTube, chamado \u201cGelada com Quezada\u201d, em que responde perguntas enviadas por seus seguidores por meio de uma caixinha semanal no Instagram<\/em>, conclui.<\/p>\n\n\n\n<p>Ter um jornalista como \u00eddolo \u00e9 mais do que admirar um trabalho bem feito: \u00e9 encontrar algu\u00e9m cuja trajet\u00f3ria ressoa com seus pr\u00f3prios valores e aspira\u00e7\u00f5es. Quem \u00e9 o seu \u00eddolo?<\/p>\n\n\n\n<p>Talvez seja algu\u00e9m que se emociona ao contar hist\u00f3rias em profundidade, como Eliane Brum, ou algu\u00e9m que refletia constantemente sobre o papel da m\u00eddia, como Ricardo Boechat \u2014 cuja lucidez e senso de humor ainda s\u00e3o lembrados com carinho e respeito.<\/p>\n\n\n\n<p>Os jornalistas que se tornam \u00eddolos s\u00e3o tamb\u00e9m agentes culturais. Gl\u00f3ria Maria, pioneira que abriu portas para mulheres e pessoas negras na TV brasileira, tornou-se s\u00edmbolo de representatividade. Com reportagens e viagens que exploraram o mundo, Gl\u00f3ria inspirou pessoas de todas as idades a sonhar mais alto e ultrapassar suas pr\u00f3prias fronteiras.<\/p>\n\n\n\n<p>A for\u00e7a desses jornalistas n\u00e3o est\u00e1 apenas na t\u00e9cnica ou no reconhecimento, mas na capacidade de lembrar aos estudantes que o jornalismo \u00e9, acima de tudo, um servi\u00e7o \u00e0 sociedade. Seja no palco das grandes reportagens ou nas salas de aula, o legado desses profissionais mostra que inspirar \u00e9 t\u00e3o essencial quanto informar.<\/p>\n\n\n\n<p>E, para os jovens que sonham em transformar o mundo com palavras e hist\u00f3rias, exemplos como esses s\u00e3o o primeiro passo para uma carreira que une prop\u00f3sito e impacto.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Gabriela Vasconcelos e Giuliana Ribeiro (Ag\u00eancia Focas &#8211; Jornalismo Uniso) Em um mundo onde a informa\u00e7\u00e3o circula em velocidade<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"colormag_page_container_layout":"default_layout","colormag_page_sidebar_layout":"default_layout","footnotes":""},"categories":[15,9,37,14],"tags":[30,41,29,28],"class_list":["post-3536","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-jornalismo","category-jornalismo-online","category-sorocaba","category-uniso","tag-focas","tag-focas-na-rede","tag-jornalismo","tag-uniso"],"featured_image_urls":{"full":"","thumbnail":"","medium":"","medium_large":"","large":"","1536x1536":"","2048x2048":"","colormag-highlighted-post":"","colormag-featured-post-medium":"","colormag-featured-post-small":"","colormag-featured-image":"","colormag-default-news":"","colormag-featured-image-large":""},"author_info":{"info":["focas"]},"category_info":"<a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/jornalismo\/\" rel=\"category tag\">Jornalismo<\/a> <a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/jornalismo-online\/\" rel=\"category tag\">jornalismo online<\/a> <a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/sorocaba\/\" rel=\"category tag\">Sorocaba<\/a> <a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/uniso\/\" rel=\"category tag\">Uniso<\/a>","tag_info":"Uniso","comment_count":"0","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3536","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3536"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3536\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3538,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3536\/revisions\/3538"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3536"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3536"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3536"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}