{"id":3995,"date":"2025-09-11T09:54:09","date_gmt":"2025-09-11T12:54:09","guid":{"rendered":"https:\/\/focas.uniso.br\/?p=3995"},"modified":"2025-09-11T14:32:58","modified_gmt":"2025-09-11T17:32:58","slug":"como-a-naturalizacao-do-sofrimento-feminino-pode-levar-ao-adoecimento-emocional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/2025\/09\/11\/como-a-naturalizacao-do-sofrimento-feminino-pode-levar-ao-adoecimento-emocional\/","title":{"rendered":"Como a naturaliza\u00e7\u00e3o do sofrimento feminino pode levar ao adoecimento emocional?"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Especial S\u00e9rie Setembro Amarelo \u2013 De acordo com Pesquisa Nacional de Sa\u00fade (PNS) de 2019, as mulheres s\u00e3o as maiores v\u00edtimas da viol\u00eancia em territ\u00f3rio nacional, representando 19,4% dos casos<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Por Ana Torres (Ag\u00eancia Focas \u2013 Jornalismo Uniso)<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com a pesquisa <a href=\"https:\/\/lab.thinkolga.com\/esgotadas\/\">\u201cEsgotadas\u201d<\/a> produzida pelo Instituto ThinkOlga, antes da pandemia, 7 a cada 10 mulheres tinham depress\u00e3o. Somado a isso, atualmente, 6 a cada 10 tem o diagn\u00f3stico de ansiedade. Profissionais e pesquisadoras da sa\u00fade mental apontam que esse adoecimento n\u00e3o ocorre no v\u00e1cuo seguindo por quest\u00f5es biol\u00f3gicas, mas por uma s\u00e9rie de viol\u00eancias, priva\u00e7\u00f5es e imposi\u00e7\u00f5es que ocorre contra as mulheres.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Trabalho Invisibilizado<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Em um relat\u00f3rio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), \u201cem 2022, enquanto as mulheres dedicaram, em m\u00e9dia, 21,3 horas semanais aos afazeres dom\u00e9sticos e\/ou cuidado de pessoas, os homens gastaram 11,7 horas. As mulheres pretas ou pardas dedicaram 1,6 hora a mais por semana nessas tarefas do que as brancas.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Para a psic\u00f3loga Amanda Rozas, de 30 anos, h\u00e1 uma naturaliza\u00e7\u00e3o desse lugar, levando as mulheres a se questionarem \u201co que h\u00e1 de errado\u201d quando se deparam com quadro de depress\u00e3o e n\u00e3o conseguem mais administrar as imposi\u00e7\u00f5es sociais que \u00e9 visto como uma obriga\u00e7\u00e3o natural.<\/p>\n\n\n\n<p>No caso das mulheres negras essa situa\u00e7\u00e3o tem um agravante, \u201chistoricamente, elas foram expostas a piores condi\u00e7\u00f5es de trabalho, desde a explora\u00e7\u00e3o sexual na \u00e9poca da escravid\u00e3o, at\u00e9 a quest\u00e3o do trabalho dom\u00e9stico, de cuidado n\u00e3o remunerado\u201d pontua a psic\u00f3loga e doutora em Educa\u00e7\u00e3o pela Universidade Federal de S\u00e3o Carlos, Tamiris Cristina Gomes Mazetto, de 37 anos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O Impacto das Viol\u00eanciAS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Outro fator do adoecimento \u00e9 a naturaliza\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia contra a mulher, que de acordo com a psic\u00f3loga Dara Suellen Pereira Lima, de 26 anos, a sensa\u00e7\u00e3o de terror que essa inseguran\u00e7a causa, gerar em alguns casos, sintomas de estresse p\u00f3s-traum\u00e1tico, \u201cquando a gente assiste uma not\u00edcia de <a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/rn\/rio-grande-do-norte\/noticia\/2025\/08\/22\/mulher-socos-rotina-recuperacao-natal.ghtml\">uma mulher que recebeu 61 socos do companheiro<\/a>, ou <a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/ba\/bahia\/noticia\/2025\/08\/27\/homem-e-preso-suspeito-de-matar-companheira-espancada-na-bahia-vitima-gravou-audio-pedindo-ajuda.ghtml\">uma mulher que foi espancada at\u00e9 a morte na Bahia<\/a>, isso n\u00e3o gera o estresse, mas gera os sintomas\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o \u201cRelat\u00f3rio Anual Socioecon\u00f4mico da Mulher\u201d de 2025, \u201cem 2023, foram registradas 302.856 notifica\u00e7\u00f5es de viol\u00eancia dom\u00e9stica, sexual e outras formas de viol\u00eancia contra mulheres [&#8230;]. A Regi\u00e3o Sudeste, a mais populosa do Brasil, liderou em n\u00famero de notifica\u00e7\u00f5es, com 152.011 registros, seguida pelo Nordeste, com 56.829.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Olhando pelos dados, quando se trata de uma mulher em situa\u00e7\u00e3o de viol\u00eancia dom\u00e9stica, seria f\u00e1cil identificar a problem\u00e1tica, por\u00e9m Amanda pontua que \u201cfora desse cen\u00e1rio, algumas pessoas podem considerar que \u00e9 muito tranquilo voc\u00ea ter uma ruptura, mas romper um relacionamento n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil para ningu\u00e9m, quanto mais um relacionamento com uma pessoa que est\u00e1 trabalhando ativamente para minar as suas possibilidades de sair da situa\u00e7\u00e3o\u201d. A profissional acrescenta ainda que as estrat\u00e9gias para segurar a v\u00edtima neste lugar pode ser tanto uma amea\u00e7a financeira, f\u00edsica contra si ou outrem, ou, mais sutilmente, falar que ela n\u00e3o vai encontrar mais ningu\u00e9m.<\/p>\n\n\n\n<p>Dara acrescenta ainda que a valida\u00e7\u00e3o da sociedade \u00e9 outro peso para manter a mulher com seu agressor. \u201cVamos pensar estruturalmente, estar em um relacionamento para uma mulher nessa sociedade, significa que ela foi escolhida no mercado afetivo do amor, e para elas isso \u00e9 muito importante, pois s\u00e3o mais validadas\u201d, nesse problema estrutural, uma mulher ser escolhida significa que ela \u201cpresta\u201d, ent\u00e3o \u201c\u00e0s vezes \u00e9 muito melhor estar em um relacionamento ruim, do que n\u00e3o estar sem\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A profissional pontua a contradi\u00e7\u00e3o, cobra-se que elas se afastem de seus agressores, mas ao mesmo tempo as fazem acreditar que precisam de um relacionamento para ser feliz.<\/p>\n\n\n\n<p>Outra viol\u00eancia que assolam as mulheres, principalmente negras e perif\u00e9ricas, \u00e9 a do Estado. Referenciando o livro <a href=\"https:\/\/lojahucitec.com.br\/produto\/na-mira-do-fuzil-a-saude-mental-das-mulheres-negras-em-questao-rachel-gouveia-passos\/?srsltid=AfmBOorwi0HJJB3HtBOhxzzAIP-F89_Lj8vdvaUp0IoCKcRV0wKxboHK\">\u201cNa mira do fuzil: a sa\u00fade mental das mulheres negras em quest\u00e3o\u201d<\/a> da autora Rachel Gouveia Passos, a pesquisadora Tamiris Cristina exp\u00f5e como a viol\u00eancia policial, que tira a vida de filhos ou companheiros das mulheres, gera mais um fator de adoecimento mental. &nbsp;\u201cEnt\u00e3o existe v\u00e1rios relatos de m\u00e3es que dizem \u2018o Estado matou meu filho e me deu em troca um Rivotril para que eu n\u00e3o sofresse\u2019.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Medicaliza\u00e7\u00e3o e Patologia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O acolhimento das mulheres na sa\u00fade tamb\u00e9m mostra sinais de defasagem, desde a produ\u00e7\u00e3o dos f\u00e1rmacos. \u201cMesmo em termos de medica\u00e7\u00e3o, os testes em geral s\u00e3o feitos em homens, principalmente na dosagem [&#8230;] N\u00e3o tem muitos testes com antidepressivo, ansiol\u00edtico, medicamentos b\u00e1sicos com mulheres\u201d, critica Amanda. A psic\u00f3loga ainda aponta que os impactos da falta de testes \u00e9 uma prescri\u00e7\u00e3o err\u00f4nea, que al\u00e9m de n\u00e3o levar em conta a dosagem correta, n\u00e3o pesa os ciclos biol\u00f3gicos femininos.<\/p>\n\n\n\n<p>Dara defende que haja um conhecimento transversal no SUS, de forma que \u201ctodos os profissionais da rede, enfermeiros, m\u00e9dicos cl\u00ednicos, da fam\u00edlia, agentes de sa\u00fade, todos deveriam estar cientes de como fazer um primeiro acolhimento em sa\u00fade mental\u201d, pois muitas vezes a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 de uma tristeza ou frustra\u00e7\u00e3o com o cotidiano que ainda n\u00e3o virou um transtorno. Essa a\u00e7\u00e3o seria um respiro para as filas de espera da sa\u00fade, pois a profissional acrescenta ainda que quando trabalhava no servi\u00e7o p\u00fablico, eram duas psic\u00f3logas para seis postinhos de sa\u00fade, que tinham que lidar com uma fila de espera de mais 50 mil pessoas dependentes do Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS).<\/p>\n\n\n\n<p>Com esta demanda gigante a sa\u00edda mais utilizada, mais r\u00e1pida e menos eficiente a longo prazo, \u00e9 a prescri\u00e7\u00e3o de medicamentos. Dara pontua que os efeitos da falta de acolhimento e escassez de profissionais pode levar pessoas a desenvolverem o transtorno de forma patol\u00f3gica: \u201co que acontece na pr\u00e1tica: a pessoa chega no enfermeiro e diz que est\u00e1 tendo problemas de ansiedade, e \u00e0s vezes ela nem sabe o que \u00e9, pode ser outra coisa, ent\u00e3o ocorre a receita do m\u00e9dico, e ap\u00f3s seis meses esse paciente chega em mim, e ela j\u00e1 est\u00e1 cronificada, e ent\u00e3o j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 mais demanda do postinho, \u00e9 do CAPS [Centro de Aten\u00e7\u00e3o Psicossocial]\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse movimento e chamado de iatrogenia que \u00e9 \u201cquando uma terap\u00eautica tem uma finalidade, mas ela piora um quadro ao inv\u00e9s de melhorar\u201d explica Tamiris. A professora aponta ainda que no \u201cboom\u201d da medicaliza\u00e7\u00e3o, as mulheres s\u00e3o as mais medicalizadas, \u201cquase como se fosse medicar o \u2018ser mulher\u2019, com os v\u00e1rios estere\u00f3tipos que s\u00e3o associados, fragilidade, maior propens\u00e3o a ansiedade e depress\u00e3o, a \u2018loucura\u2019 feminina, um processo e produto desse modelo de sociedade\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Clinicas Racionalizadas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Outra viol\u00eancia que ocorre dentro dos espa\u00e7os m\u00e9dicos \u00e9 a falta de letramento racial dos profissionais.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com Suellen, n\u00e3o \u00e9 vi\u00e1vel que todas as pessoas negras sejam assistidas apenas por outros profissionais negros, pois o perfil majorit\u00e1rio da profiss\u00e3o s\u00e3o psic\u00f3logas mulheres e brancas, \u201celas precisam se conscientizar e ter letramento racial, porque eles v\u00e3o atender pessoas negras, ind\u00edgenas, amarelas, eles precisam estar cientes de como o racismo estrutural atinge cada uma dessas popula\u00e7\u00f5es\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A escassez de conhecimento pode levar aos estere\u00f3tipos, que prejudicam o diagn\u00f3stico ou at\u00e9 a isen\u00e7\u00e3o dele \u201calguns diagn\u00f3sticos n\u00e3o chegam para mulheres negras, como os de neurodiverg\u00eancias: o autismo, o TDAH, que s\u00e3o vistos para essas pessoas como birra, grosseria, frescura [&#8230;] Porque quando falamos de dar um diagn\u00f3stico, estamos falando de dar acesso aos direitos\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sintoma social<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Erradicar a naturaliza\u00e7\u00e3o do sofrimento feminino \u00e9 defendido como uma pol\u00edtica de sa\u00fade p\u00fablica pelas profissionais, a professora Tamiris exp\u00f5e como esse \u00e9 um problema complexo: \u201cquando a gente vai pensar nesses dados, seria muito simples falar \u2018as mulheres tem uma tend\u00eancia gen\u00e9tica a ter mais depress\u00e3o que os homens\u2019 e n\u00e3o se trata disso, o tempo todo estamos falando de uma condi\u00e7\u00e3o que pode ser org\u00e2nica, mas tamb\u00e9m estamos falando de uma condi\u00e7\u00e3o social muito desfavor\u00e1vel para a prote\u00e7\u00e3o da sa\u00fade mental das mulheres\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Dara complementa falando que isso \u00e9 um sintoma de um problema social, em que os \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos deveriam focar na preven\u00e7\u00e3o e propaga\u00e7\u00e3o de sa\u00fade, antes de pensar no tratamento em si: \u201cpara muita gente [o tratamento] n\u00e3o era aquilo que ela queria, ela queria conviv\u00eancia, lazer, seguran\u00e7a no bairro dela, queria que os idosos tivessem acesso a alguma atividade, que as crian\u00e7as tivessem uma atividade; \u00e9 isso que est\u00e1 gerando o sofrimento, a pessoa s\u00f3 n\u00e3o vai conseguir verbalizar dessa forma, mas sim em forma de ansiedade, depress\u00e3o e burnout\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"461\" height=\"1024\" data-id=\"4000\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-11-at-09.48.20-461x1024.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4000\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-11-at-09.48.20-461x1024.jpeg 461w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-11-at-09.48.20-135x300.jpeg 135w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-11-at-09.48.20-691x1536.jpeg 691w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-11-at-09.48.20.jpeg 720w\" sizes=\"auto, (max-width: 461px) 100vw, 461px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Psic\u00f3loga Dara Suellen- Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"461\" height=\"1024\" data-id=\"3999\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-11-at-09.48.21-461x1024.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3999\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-11-at-09.48.21-461x1024.jpeg 461w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-11-at-09.48.21-135x300.jpeg 135w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-11-at-09.48.21-691x1536.jpeg 691w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-11-at-09.48.21.jpeg 720w\" sizes=\"auto, (max-width: 461px) 100vw, 461px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Psic\u00f3loga Dara Suellen- Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"682\" height=\"1024\" data-id=\"3998\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-11-at-09.48.21-1-682x1024.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3998\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-11-at-09.48.21-1-682x1024.jpeg 682w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-11-at-09.48.21-1-200x300.jpeg 200w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-11-at-09.48.21-1-768x1153.jpeg 768w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-11-at-09.48.21-1-1023x1536.jpeg 1023w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-11-at-09.48.21-1.jpeg 1066w\" sizes=\"auto, (max-width: 682px) 100vw, 682px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Professora Tamires- Foto: Fernando Rezende (Labcom)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"682\" data-id=\"3997\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-11-at-09.48.22-1024x682.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3997\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-11-at-09.48.22-1024x682.jpeg 1024w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-11-at-09.48.22-300x200.jpeg 300w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-11-at-09.48.22-768x512.jpeg 768w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-11-at-09.48.22-1536x1023.jpeg 1536w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-11-at-09.48.22.jpeg 1600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Professora Tamires- Foto: Fernando Rezende (Labcom)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"682\" data-id=\"3996\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-11-at-09.48.22-1-1024x682.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3996\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-11-at-09.48.22-1-1024x682.jpeg 1024w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-11-at-09.48.22-1-300x200.jpeg 300w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-11-at-09.48.22-1-768x512.jpeg 768w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-11-at-09.48.22-1-1536x1023.jpeg 1536w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-11-at-09.48.22-1.jpeg 1600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Professora Tamires- Foto: Fernando Rezende (Labcom)<\/figcaption><\/figure>\n<\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Especial S\u00e9rie Setembro Amarelo \u2013 De acordo com Pesquisa Nacional de Sa\u00fade (PNS) de 2019, as mulheres s\u00e3o as maiores<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"colormag_page_container_layout":"default_layout","colormag_page_sidebar_layout":"default_layout","footnotes":""},"categories":[15,9,37,14],"tags":[30,41,29,28],"class_list":["post-3995","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-jornalismo","category-jornalismo-online","category-sorocaba","category-uniso","tag-focas","tag-focas-na-rede","tag-jornalismo","tag-uniso"],"featured_image_urls":{"full":"","thumbnail":"","medium":"","medium_large":"","large":"","1536x1536":"","2048x2048":"","colormag-highlighted-post":"","colormag-featured-post-medium":"","colormag-featured-post-small":"","colormag-featured-image":"","colormag-default-news":"","colormag-featured-image-large":""},"author_info":{"info":["focas"]},"category_info":"<a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/jornalismo\/\" rel=\"category tag\">Jornalismo<\/a> <a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/jornalismo-online\/\" rel=\"category tag\">jornalismo online<\/a> <a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/sorocaba\/\" rel=\"category tag\">Sorocaba<\/a> <a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/uniso\/\" rel=\"category tag\">Uniso<\/a>","tag_info":"Uniso","comment_count":"0","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3995","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3995"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3995\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4003,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3995\/revisions\/4003"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3995"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3995"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3995"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}