{"id":4228,"date":"2025-09-30T12:13:20","date_gmt":"2025-09-30T15:13:20","guid":{"rendered":"https:\/\/focas.uniso.br\/?p=4228"},"modified":"2025-09-30T12:13:20","modified_gmt":"2025-09-30T15:13:20","slug":"guia-para-jornalistas-reforca-a-importancia-da-abordagem-cuidadosa-sobre-suicidio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/2025\/09\/30\/guia-para-jornalistas-reforca-a-importancia-da-abordagem-cuidadosa-sobre-suicidio\/","title":{"rendered":"Guia para jornalistas refor\u00e7a a import\u00e2ncia da abordagem cuidadosa sobre suic\u00eddio"},"content":{"rendered":"\n<p><em>A cartilha busca orientar jornalistas na cobertura respons\u00e1vel sobre suic\u00eddio e o documento traz recomenda\u00e7\u00f5es para evitar estigmas e o cuidado com a sa\u00fade mental<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Por Rafaela Sallum (Ag\u00eancia Focas \u2013 Jornalismo Uniso)<\/p>\n\n\n\n<p>A cartilha \u201cSuic\u00eddio de Jovem na M\u00eddia\u201d tem como objetivo ser um manual para profissionais da comunica\u00e7\u00e3o e da educa\u00e7\u00e3o para lidar com situa\u00e7\u00f5es extremas. Segundo a cartilha, mesmo que os casos estejam em queda, o boletim epidemiol\u00f3gico publicado pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade em 2024 mostra que houve aumento das notifica\u00e7\u00f5es de suic\u00eddio em todas as faixas et\u00e1rias, desde crian\u00e7as de 10 anos at\u00e9 idosos com mais de 60 anos. O texto indica ainda que o crescimento mais acelerado \u00e9 observado entre jovens de 20 a 29 anos e tamb\u00e9m entre crian\u00e7as e adolescentes de 10 e 19 anos.<\/p>\n\n\n\n<p>O tema aparece na m\u00eddia, especialmente na imprensa, de formas variadas, mas em muitos casos o suic\u00eddio \u00e9 tratado de forma sensacionalista. Disso tamb\u00e9m decorre a relev\u00e2ncia da cartilha, como opina a psic\u00f3loga Cristina Maria D\u2019Antona Bachert. \u201cAcredito que esse material ajuda tanto a balizar e como abordar o tema, ajuda em como discutir como sociedade sobre o suic\u00eddio e a quest\u00e3o de valoriza\u00e7\u00e3o da vida para que as pessoas que se sintam fragilizadas saibam onde devem encontrar ajuda.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>O Setembro Amarelo \u00e9 uma campanha mundialmente conhecida pela preven\u00e7\u00e3o ao suic\u00eddio. Essa campanha teve in\u00edcio em 1994 nos EUA, quando um adolescente de apenas 17 anos tirou a pr\u00f3pria vida. O jovem era apaixonado por carros e restaurou um Mustang 1968 da cor amarela. Em seu vel\u00f3rio, amigos e familiares distribu\u00edram cart\u00f5es com fitas amarelas e mensagens de apoio para pessoas que estivessem passando por problemas emocionais ou alguma dificuldade, dando in\u00edcio ao movimento. A fita amarela passou a ser um s\u00edmbolo internacional de preven\u00e7\u00e3o ao suic\u00eddio. Em 2003, a OMS (Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade) declarou o dia 10 de setembro como o Dia Mundial da Preven\u00e7\u00e3o ao Suic\u00eddio).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No Brasil, o Setembro Amarelo foi adotado oficialmente em 2015 com a parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM), a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Psiquiatria (ABP) e o Centro de Valoriza\u00e7\u00e3o \u00e0 Vida (CVV).<\/p>\n\n\n\n<p>A cartilha criada para jornalistas mostra o cuidado que os profissionais de comunica\u00e7\u00e3o devem ter ao noticiar suic\u00eddio e o modo de lidar com essas situa\u00e7\u00f5es. Segundo a psic\u00f3loga Cristina \u00e9 essencial ter responsabilidade com essa divulga\u00e7\u00e3o e enfatizar sempre que existem campanhas sobre sa\u00fade mental, servi\u00e7os gratuitos em UBS (Unidade B\u00e1sica de Sa\u00fade) e formas de se buscar cuidado profissional quando necess\u00e1rio. \u201cO que temos que trabalhar n\u00e3o \u00e9 com o momento da tentativa de suic\u00eddio, mas sim com quais pontos devemos olhar para reconhecer uma rede de apoio pr\u00f3xima, algu\u00e9m de confian\u00e7a para recorrer e pedir ajuda ou servi\u00e7os b\u00e1sicos como CVV e UBS e olhar para a preven\u00e7\u00e3o e n\u00e3o para a situa\u00e7\u00e3o que chegou num ponto extremo que \u00e9 a morte, ent\u00e3o temos que trabalhar pela vida e valorizar as possibilidades de estarmos aqui\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p>As indica\u00e7\u00f5es da cartilha sugerem aos profissionais da comunica\u00e7\u00e3o ter extremo cuidado ao usar as palavras, incluindo a forma como divulgar a idade de pessoas envolvidas em hist\u00f3rias sobre suic\u00eddio e como passar a informa\u00e7\u00e3o adiante. Na vis\u00e3o da Terapeuta Ocupacional Gabriela Wueslainy Rocha Trindade Faria, 31 anos, que trabalha no CAPS 1 de Taquarituba, interior de S\u00e3o Paulo, a cartilha \u201cSuic\u00eddio do Jovem na M\u00eddia\u201d se faz muito necess\u00e1ria para jornalistas, pois guia os profissionais a uma abordagem respons\u00e1vel e cuidadosa ao divulgar not\u00edcias de suic\u00eddio e como preservar a identidade dos envolvidos, evitar nomes, m\u00e9todos, e acima de tudo respeitar a individualidade de cada um e agir de forma \u00e9tica e respons\u00e1vel.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Na cartilha, sugere-se ainda que ao realizar uma din\u00e2mica para fomentar a discuss\u00e3o sobre o assunto, \u00e9 essencial levar em conta a faixa et\u00e1ria do grupo de pessoas participantes. Nas escolas, por exemplo, \u00e9 fundamental ouvir os alunos e demonstrar acolhimento para que quando o tema vir \u00e0 tona eles tenham algu\u00e9m a quem recorrer. J\u00e1 para o p\u00fablico adolescente e adulto, pode-se utilizar, de forma cuidadosa, refer\u00eancias da ind\u00fastria cultural, para questionar mitos e preconceitos que afetam pessoas em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade e distanciamento social, promovendo reflex\u00e3o cr\u00edtica e sens\u00edvel.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Por muitos anos existiu um estigma em torno da sa\u00fade mental e a busca por ajuda de profissionais da psicologia era entendida como algo de pessoas loucas. Embora um tanto ultrapassado, esse pensamento ainda encontra espa\u00e7o e torna mais dif\u00edcil para algumas pessoas procurar ajuda. \u201cA pessoa que busca ajuda \u00e9 a pessoa que tem uma condi\u00e7\u00e3o de sa\u00fade muito fortalecida a ponto de que ela est\u00e1 t\u00e3o preocupada com ela que quer se proteger\u201d, defende Cristina.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O centro de atendimento psicossocial (CAPS) atende pacientes com transtornos mentais graves ou sofrimento agudo mental e persistente, n\u00e3o apenas quadros depressivos, mas tamb\u00e9m ansiedade, esquizofrenia, TDAH e outros. A equipe do CAPS, muitas vezes, \u00e9 multidisciplinar e possui profissionais de v\u00e1rias \u00e1reas como psiquiatra, terapia ocupacional, fonoaudiologia, educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica, entre outras.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Isabella de F\u00e1tima Batista Krauss, 33 anos, psic\u00f3loga e docente na Uniso, atua no Caps-ij de Votorantim, tamb\u00e9m no interior de S\u00e3o Paulo, e acredita que ter o olhar de v\u00e1rios profissionais no Centro faz toda a diferen\u00e7a durante o processo de atendimento aos pacientes, pois as opini\u00f5es se complementam. \u201cAcredito que a equipe multidisciplinar \u00e9 fundamental para o trabalho em sa\u00fade mental porque um complementa o trabalho do outro. Por exemplo, \u00e0s vezes, o olhar do terapeuta ocupacional \u00e9 diferente do olhar do psic\u00f3logo, porque s\u00e3o forma\u00e7\u00f5es diferentes, que olham para aspectos diferentes do indiv\u00edduo. Se formos pensar que o ser humano \u00e9 um ser complexo, biopsicossocial, faz muito sentido que a gente tente ter o olhar mais abrangente poss\u00edvel desse ser humano. Assim como da sa\u00fade mental. Sa\u00fade mental n\u00e3o se produz apenas com rem\u00e9dio ou apenas com terapia, mas tamb\u00e9m com atividade f\u00edsica, com rela\u00e7\u00f5es sociais saud\u00e1veis, com ambientes de trabalho seguros, com pertencimento na sociedade e assim vai. Ent\u00e3o vejo que essa complementaridade dos conhecimentos \u00e9 fundamental para compreender e intervir no sofrimento ps\u00edquico.\u201d&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 um dilema sempre em como abordar o assunto para evitar gatilhos. Para Isabella, falta informa\u00e7\u00e3o ao tratar de assuntos como esse. \u201cAcho que o maior erro que a gente v\u00ea nesse sentido \u00e9 a desinforma\u00e7\u00e3o e a falta de jeito para tratar esse tema. Muitas pessoas querem ajudar, mas acabam fazendo de forma equivocada. Hoje o recomendado \u00e9 que a gente pare de falar sobre o suic\u00eddio e foque no cuidado com a sa\u00fade mental, bem estar e valoriza\u00e7\u00e3o da vida.\u201d A psic\u00f3loga entende o qu\u00e3o delicado \u00e9 para os profissionais lidar com essas situa\u00e7\u00f5es e considera que as cartilhas orientam n\u00e3o s\u00f3 jornalistas e educadores, mas ajudam a sociedade de modo geral.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O estigma em torno do CAPS&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Atualmente ainda \u00e9 muito comum os estigmas em torno da sa\u00fade mental e do atendimento oferecido pelo CAPS. O Centro de Aten\u00e7\u00e3o Psicossocial (CAPS) passou a ser motivo de piadas e memes na internet. Para a terapeuta ocupacional Gabriela Wueslainy Rocha Trindade Faria, 31 anos, ampliar o acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o \u00e9 fundamental e isso pode ser feito atrav\u00e9s de palestras e rodas de conversas em parceria com outros servi\u00e7os assistenciais a fim de informar n\u00e3o s\u00f3 a popula\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m a rede intersetorial respons\u00e1vel pelas demandas sociais da cidade. Com esses espa\u00e7os \u00e9 poss\u00edvel apresentar \u00e0 sociedade quantas pessoas s\u00e3o atendidas pelo CAPS, o perfil diverso do p\u00fablico e os servi\u00e7os que s\u00e3o oferecidos \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. \u201cO CAPS deve ser entendido como um meio de cuidado e reinser\u00e7\u00e3o social, e n\u00e3o como um local de perman\u00eancia ou \u2018dep\u00f3sito de pessoas\u2019, como muitas vezes \u00e9 visto pela sociedade\u201d, completa Gabriela. Esse trabalho pode ser realizado com participa\u00e7\u00f5es ao longo do ano em escolas, eventos comunit\u00e1rios e demais servi\u00e7os de conviv\u00eancia, tornando o acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o mais f\u00e1cil e contribuindo para desconstruir estigmas e estere\u00f3tipos que ainda persistem, mesmo ap\u00f3s os avan\u00e7os trazidos pela reforma psiqui\u00e1trica.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao orientar jornalistas sobre como fazer uma cobertura \u00e9tica e respons\u00e1vel, a cartilha \u201cSuic\u00eddio de Jovens na M\u00eddia\u201d complementa a atua\u00e7\u00e3o de quem atua na linha de frente, nos trabalhos realizados pelo CAPS. \u201cOs jornalistas devem ouvir todas as vers\u00f5es, respeitar a individualidade de cada caso e tratar a informa\u00e7\u00e3o de forma respons\u00e1vel, sem transformar a situa\u00e7\u00e3o em dado estat\u00edstico ou espet\u00e1culo. \u00c9 importante fornecer contexto adequado e informa\u00e7\u00f5es que n\u00e3o causem culpabiliza\u00e7\u00e3o nem reforcem estigmas, promovendo cobertura \u00e9tica e cuidadosa\u201d, conclui Gabriela.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Servi\u00e7o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Em caso de emerg\u00eancias, procure o servi\u00e7o de atendimento mais pr\u00f3ximo ou ligue para o CVV no n\u00famero 188.<\/p>\n\n\n\n<p>Acesse a cartilha para jornalistas:<\/p>\n\n\n\n<p>file:\/\/\/C:\/Users\/Rafaela\/Downloads\/Cartilha%20Juventude%20Suici%CC%81dio%20compactada%20(4).pdf<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"1024\" data-id=\"4231\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-30-at-10.04.39-768x1024.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4231\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-30-at-10.04.39-768x1024.jpeg 768w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-30-at-10.04.39-225x300.jpeg 225w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-30-at-10.04.39.jpeg 960w\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Oficina expressiva para usu\u00e1rios de \u00e1lcool e drogas- reflex\u00e3o da m\u00fasica Girassol atrav\u00e9s de desenho. Foto: Equipe Caps 1 Taquarituba-SP<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"1024\" data-id=\"4230\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-30-at-10.06.33-768x1024.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4230\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-30-at-10.06.33-768x1024.jpeg 768w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-30-at-10.06.33-225x300.jpeg 225w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-30-at-10.06.33.jpeg 960w\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Palestra para os professores com a psic\u00f3loga Ana Cl\u00e1udia Ovile. Foto: Equipe Caps 1. Taquarituba-SP<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"1024\" data-id=\"4229\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-30-at-10.07.58-768x1024.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4229\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-30-at-10.07.58-768x1024.jpeg 768w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-30-at-10.07.58-225x300.jpeg 225w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-30-at-10.07.58.jpeg 960w\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Oficina expressiva e reflex\u00e3o com a m\u00fasica \u201cGirassol\u201d. Foto: Equipe Caps Taquarituba-SP<\/figcaption><\/figure>\n<\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A cartilha busca orientar jornalistas na cobertura respons\u00e1vel sobre suic\u00eddio e o documento traz recomenda\u00e7\u00f5es para evitar estigmas e o<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"colormag_page_container_layout":"default_layout","colormag_page_sidebar_layout":"default_layout","footnotes":""},"categories":[15,9,37,14],"tags":[30,41,29,28],"class_list":["post-4228","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-jornalismo","category-jornalismo-online","category-sorocaba","category-uniso","tag-focas","tag-focas-na-rede","tag-jornalismo","tag-uniso"],"featured_image_urls":{"full":"","thumbnail":"","medium":"","medium_large":"","large":"","1536x1536":"","2048x2048":"","colormag-highlighted-post":"","colormag-featured-post-medium":"","colormag-featured-post-small":"","colormag-featured-image":"","colormag-default-news":"","colormag-featured-image-large":""},"author_info":{"info":["focas"]},"category_info":"<a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/jornalismo\/\" rel=\"category tag\">Jornalismo<\/a> <a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/jornalismo-online\/\" rel=\"category tag\">jornalismo online<\/a> <a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/sorocaba\/\" rel=\"category tag\">Sorocaba<\/a> <a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/uniso\/\" rel=\"category tag\">Uniso<\/a>","tag_info":"Uniso","comment_count":"0","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4228","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4228"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4228\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4232,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4228\/revisions\/4232"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4228"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4228"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4228"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}