{"id":4699,"date":"2025-11-11T11:35:14","date_gmt":"2025-11-11T14:35:14","guid":{"rendered":"https:\/\/focas.uniso.br\/?p=4699"},"modified":"2025-11-11T11:35:14","modified_gmt":"2025-11-11T14:35:14","slug":"revisitas-interioranas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/2025\/11\/11\/revisitas-interioranas\/","title":{"rendered":"(Re)Visitas interioranas"},"content":{"rendered":"\n<p>Citar. Rememorar. Recordar. Visitar. Revisitar. Rever. S\u00e3o v\u00e1rios conceitos. Alguns deles est\u00e3o em um artigo que li uns tempos atr\u00e1s, chamado \u201cRememora\u00e7\u00e3o e cita\u00e7\u00e3o em Walter Benjamin\u201d, do pesquisador Georg Otte.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas todos, para mim pelo menos, caminham para o mesmo significado. Em um bate papo com uma amiga no ponto de \u00f4nibus esses dias, nos perguntamos: \u201ch\u00e1 quanto tempo n\u00e3o vamos na casa de fulano?\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Comentei que depois da pandemia, as pessoas perderam um pouco a cultura de ir \u00e0 casa dos outros. \u201cMuitos resolvem isso em uma v\u00eddeo chamada\u201d, ela complementou.<\/p>\n\n\n\n<p>A voc\u00ea que me l\u00ea, fa\u00e7o a mesma pergunta: h\u00e1 quanto tempo voc\u00ea n\u00e3o vai visitar o parente x ou o amigo y? H\u00e1 quanto tempo voc\u00ea n\u00e3o revisita seus textos antigos? H\u00e1 quanto tempo voc\u00ea n\u00e3o desenterra aquele cd que ganhou de uma pessoa muito especial \u2014 que muitas vezes consta na dedicat\u00f3ria \u2014 ou que contenha m\u00fasicas que te fazem lembrar dela ou de algu\u00e9m?<br><br>O Natal est\u00e1 chegando. Ser\u00e1 que voc\u00ea n\u00e3o tem v\u00eddeos que seria legal rever, ou um cart\u00e3o que te fa\u00e7a viajar no tempo, \u00e0s vezes chegando no tempo de inf\u00e2ncia? Eu fiz isso e encontrei um que ganhei de um colega de trabalho em 2007; isso me fez revisitar boas lembran\u00e7as.<br><br>Aproveitei a ideia e visitei alguns textos\/poesias antigos(as). Como a nossa escrita reflete nosso tempo, n\u00e3o \u00e9 mesmo? Me diverti com isso. Vi um outro \u201cRafael escritor\u201d, bem diferente do de hoje.<br><br>Fica a dica: visite os amigos que n\u00e3o v\u00ea h\u00e1 algum tempo. Cite um texto antigo seu em um novo. Rememore pessoas que foram importantes para voc\u00ea. Recorde cenas do passado. Revisite produ\u00e7\u00f5es antigas. Reveja produtos que exercitem sua mem\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p>O t\u00edtulo dessa coluna n\u00e3o tem nada a ver com geografia. Leia novamente agora, que voc\u00ea entender\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p>Deixo aqui alguns dos textos\/poesias de 2018 que comentei:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u201cLEOA\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em>Forte leoa, como pode estremecer t\u00e3o r\u00e1pido a impon\u00eancia do rei da selva?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Pela sua postura? Pelo seu papo, rico de conte\u00fado intelecto cultural?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Pela garra como defende seus ideais, como at\u00e9 a mais besta fera defende suas crias?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Pelo seu cuidado com as causas sociais, sendo um Dembe Zuma a elas?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Pelo seu jeito m\u00edstico envolvente como a melodia e letra de N.I.B?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Pelo seu beijo molhado e envolvente como uma teia onde mesmo com o senso de perigo buscando uma sa\u00edda, deseja-se continuar, pois o ro\u00e7ar de seus l\u00e1bios eram como opi\u00e1ceos na frente de um viciado em recupera\u00e7\u00e3o?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Pelo seu senso acurado em estudar tudo o que existe fora de nosso plano carnal?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Pelo seu olhar que ao mesmo tempo que demonstrava vislumbre com o que via, exalava intenso ar de cobi\u00e7a, confundindo de Salom\u00e3o a Moro?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Pelo seu sexo transcendental, que leva a uma viagem psicofisicocerebal onde a aus\u00eancia de ou um simples toque pode proporcionar sensa\u00e7\u00f5es at\u00e9 ent\u00e3o inimagin\u00e1veis. Viagem est\u00e1 que nem mesmo um quarentenal debate entre Feynman e Einstein poderia definir.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>N\u00e3o sei dizer o que \u00e9, mas essa leoa provoca peseudo feridas na pele, na alma e na mem\u00f3ria, feridas estas que n\u00e3o sei ainda se podem ser ou se deixo cicatrizarem, por t\u00e3o estranha dor.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u201cO QUE \u00c9 SAUDADE\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em>O que \u00e9 Saudade?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>N\u00e3o sei descreve-la,<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Mas sinto-a.<br><br><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>O que \u00e9 Saudade?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>N\u00e3o sei defini-la,<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Mas a entendo.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>O que \u00e9 Saudade?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>N\u00e3o sei mensura-la,<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Mas sei o quanto ela pesa.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>O que \u00e9 Saudade?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>N\u00e3o sei qual \u00e9 sua cura,<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Mas sei o quanto ela d\u00f3i.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>O que \u00e9 Saudade?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>N\u00e3o sei se outros a sentem,<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Mas sei que n\u00e3o a desejo para ningu\u00e9m.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>O que \u00e9 Saudade?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>N\u00e3o sei se tens amigos,<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Mas sei que nunca oferecerei minha companhia.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>O que \u00e9 Saudade?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>N\u00e3o sei se ela sente saudades de algu\u00e9m,<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Mas sei que se sim, deveres de penar.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>O que \u00e9 Saudade?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>N\u00e3o sei se bebes algo,<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Mas sei que nunca lhe pagarei uma segunda dose.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>O que \u00e9 Saudade?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>N\u00e3o sei se \u00e9 uma mulher,<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Mas sei que nunca irei querer dividir o mesmo leito.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>O que \u00e9 Saudade?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>N\u00e3o sei se realmente tenho certeza de sua forma abstrata,<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Mas sei que sua presen\u00e7a constante e sedutora, pode me apaixonar.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>O que \u00e9 Saudade?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>N\u00e3o sei,<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Mas sei que aparenta ser um livro sem fim,<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>que nunca o indicarei, por acreditar que a musa, matou o artista.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>O que \u00e9 Saudade?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>N\u00e3o sei se \u00e9 uma \u00e1gua salobra,<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Mas sei que me causa estranhas e intensas sedes.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>O que \u00e9 Saudade?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>O que \u00e9 Saudade?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>O que \u00e9 Saudade?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>N\u00e3o sei&#8230;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Mas sei que \u00e9, o que sinto, longe de voc\u00ea&#8230;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u201cO QUE \u00c9 AMOR?\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em>Seria como Etan, destruidor?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Ou aquela m\u00e3o que ajuda um acender de cigarro numa ventania litor\u00e2nea?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Seria um band de Still Got the Blues,<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Ou riff perfurante e perturbador de Iommi?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Sin\u00f4nimo de dinheiro, que te traz tudo, mas tamb\u00e9m a infelicidade;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Ou o abstratismo de uma palavra que pode ter a for\u00e7a de uma corda de resgate?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Ser\u00e1 ele a simplicidade de Adoniram, ou a perfei\u00e7\u00e3o de Chopin?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Ser\u00e1 que pode ser alcan\u00e7ado somente atrav\u00e9s de um IPhone, ou na longa viagem de um pombo correio?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Ser\u00e1 que Pode estar ao mesmo tempo nas m\u00e3os de Deus que d\u00e3o a vida, e nas de Bundy?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Ser\u00e1 poss\u00edvel ser encontrado ao mesmo tempo em l\u00e1grimas ou sorrisos de Chaplin, ou na tristeza, alegria e genialidade de Mazzaropi?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Ser\u00e1 que ap\u00f3s mil palavras pode ser definido, ou um simples e \u00fanico gesto responde mais?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>O que \u00e9 o amor?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>N\u00e3o sei defini-lo&#8230;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Mas sei exemplifica-lo:<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>\u00c9 o que sinto por voc\u00ea!&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><br><strong>\u201cMISTERIOSA\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em>Porque surgistes em minha vida com esse mist\u00e9rio contundente e perturbador, como as letras de Sabbath?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>\u00c9s uma afronta mandada pelos malignos ou um teste dos divinos?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Procuro respostas que n\u00e3o encontro&#8230;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Estas, que nem mesmo uma egr\u00e9gora entre Holmes e Horatio Caine poderia trazer.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Essa busca incessante pelo desvendar de tua face est\u00e1 mais longa e angustiante que a de Ryan Hardy e Joe Carroll.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Mist\u00e9rio que me envolve, me seduz, me ati\u00e7a, me causa conflitantes ganas, que me cega, que me vicia, que me entorpece como uma mandr\u00e1gora.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Mesmo ap\u00f3s 9 meses na Marmetina ao lado de Hercule Poirot e Auguste Dupin, n\u00e3o conseguirei te dissecar&#8230;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Como te desvendar?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Com a ajuda de Henrik Fexeus?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Te analisando como um observador at\u00f4nito de um ataque de um escorpi\u00e3o a sua presa?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Recorrendo a um contato extra carne com Houdini?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Atrav\u00e9s de seu beijo?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Atrav\u00e9s de seu sexo?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Atrav\u00e9s do seu olhar?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>J\u00e1 tentei&#8230;, mas a \u00fanica coisa que consegui foi me apaixonar ainda mais&#8230;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Paix\u00e3o esta por este olhar, indescrit\u00edvel, como o Para\u00edso Perdido de John Milton, onde ora vejo a delicadeza e meninice de Anita, ora a pot\u00eancia e o desgarramento de Lana Starck.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Ser\u00e1 que terei que conviver com esse mist\u00e9rio para o resto de minha vida? Igualmente aqueles que olham para Stonehenge, ou aguardam a pr\u00f3xima capa da Darkside?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Seu mist\u00e9rio se entrela\u00e7a aos meus sentidos como as primeiras notas de Silence de Beethoven, me provocam como as palhetadas de Hetfield e me atingem como as emiss\u00f5es vocais de David Draiman em The Sound of Silence.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Ser\u00e1 voc\u00ea a Lila de meu Dexter?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>N\u00e3o sei&#8230;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Somente sei que ao mesmo tempo que quero te desvendar, ainda quero continuar bebendo dessa bebida que me causa depend\u00eancia, chamada:<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>SEU MIST\u00c9RIO!<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u201cGUERRA DE AMOR\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em>Por que foges de mim \u00f3 deusa grega?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Dilacerando meu cora\u00e7\u00e3o com olhares de desd\u00e9m e que geram esperan\u00e7as isonomicamente.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Por que me fazes sofrer de amor?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Fragmentando sua ternura; ser\u00e1 por puro prazer pr\u00f3prio? J\u00e1 que sabes que as simples migalhas de seu amor podem satisfazer as mais miseras de minhas fomes sentimentais.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Por que negas que me ama?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Mesmo sabendo que por tanto te amar meu cora\u00e7\u00e3o chora, umedecendo meu mais profundo \u00e2mago, com l\u00e1grimas; estas que n\u00e3o sei se s\u00e3o de sangue, de dor por tanto amor n\u00e3o correspondido ou de alegria por cada vez que apenas lembro de sua exist\u00eancia&#8230;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Por que segregas seu corpo do meu?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Contrariando o que j\u00e1 conheces; o meu discurso de como \u00e9 bom sentir o forte calor que ressurge da sua pele com a intensidade de um vendaval destruidor.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Por que d\u00e1-me as costas?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Independente de eu estar exclamando que del\u00edrios e pensamentos inexplic\u00e1veis surgem em minha mente quando te vejo, ou\u00e7o sua voz ou simplesmente quando seu nome ressoa em qualquer parte do universo.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Minha raz\u00e3o, em um interrogat\u00f3rio frio e provocativo me perguntas: isso \u00e9 amor? Mesmo nesse momento de confus\u00e3o psico-sentimental, meu cora\u00e7\u00e3o responde que sim!<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Isso \u00e9 amor&#8230;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Amor que ultrapassa qualquer montanha para te ver, amor que faz com que palavras de carinho e paix\u00e3o borbulhem em meu ventre desatinadas para sair e exclamar minha intensa e imensa alegria em te ver<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Sofro por te amar?&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Sim, mas eres senhora de qual n\u00e3o quero que a escravid\u00e3o termine. Em momentos de m\u00ednima lucidez, ainda me pergunto: ser\u00e1 loucura? Ser\u00e1 apenas uma paix\u00e3o? Ou apenas um leve del\u00edrio? Ser\u00e1 que estou a sonhar? N\u00e3o sei&#8230;, mas sei que obter seu amor, \u00e9 uma batalha em que nunca deixarei de guerrear.<\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"817\" height=\"222\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/WhatsApp-Image-2025-04-08-at-09.40.58.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2969\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/WhatsApp-Image-2025-04-08-at-09.40.58.jpeg 817w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/WhatsApp-Image-2025-04-08-at-09.40.58-300x82.jpeg 300w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/WhatsApp-Image-2025-04-08-at-09.40.58-768x209.jpeg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 817px) 100vw, 817px\" \/><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Citar. Rememorar. Recordar. Visitar. Revisitar. Rever. S\u00e3o v\u00e1rios conceitos. 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