{"id":4882,"date":"2025-12-03T10:16:42","date_gmt":"2025-12-03T13:16:42","guid":{"rendered":"https:\/\/focas.uniso.br\/?p=4882"},"modified":"2025-12-03T10:16:42","modified_gmt":"2025-12-03T13:16:42","slug":"revistas-gibis-jornais-e-memorias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/2025\/12\/03\/revistas-gibis-jornais-e-memorias\/","title":{"rendered":"Revistas, gibis, jornais e mem\u00f3rias"},"content":{"rendered":"\n<p>Juliano de Oliveira Rosa Filho (Ag\u00eancia Focas \u2013 Jornalismo Uniso)<\/p>\n\n\n\n<p>Um local pequeno, enxuto, com tantas prateleiras e suportes que \u00e9 at\u00e9 dif\u00edcil saber onde direcionar o olhar. Ao redor, muitos pap\u00e9is. Pap\u00e9is de capa dura, pap\u00e9is de capa mole, pap\u00e9is bem fr\u00e1geis, que depois de lidos, acabam at\u00e9 virando serventia para nossos pets. Pap\u00e9is que contam e narram hist\u00f3rias. Um ambiente que onde quer que voc\u00ea olhe, estar\u00e1 visualizando algo rico em conte\u00fado.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quantas crian\u00e7as n\u00e3o passaram por esse local toda semana, sempre pedindo para a m\u00e3e comprar o volume ou edi\u00e7\u00e3o nova de sua revista, mang\u00e1, ou hist\u00f3ria em quadrinho favorita. Quantas pessoas n\u00e3o passam de quatro em quatro anos para comprar um \u00e1lbum de figurinhas da t\u00e3o esperada Copa do Mundo, transformando todo o seu entorno num grande ponto de trocas, fazendo com que pessoas interajam com pessoas reais, fora das telas. Quem nunca viaja no tempo quando simplesmente retira o colante de uma figura, com aquele papel macio, e insere meticulosamente no seu local indicado em uma p\u00e1gina recheada de atletas?<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Por\u00e9m, com a maravilhosa evolu\u00e7\u00e3o da tecnologia, muitas facilidades foram adicionadas \u00e0 nossas vidas. Imagino que ningu\u00e9m tenha saudade de ter que se deslocar para uma lot\u00e9rica e aguardar uma fila quilom\u00e9trica para pagar uma simples conta de \u00e1gua da Sabesp. Hoje podemos fazer esse mesmo procedimento, apenas com simples toques na tela do celular, e no m\u00e1ximo uma passada com o dedo no sensor de impress\u00e3o digital. Ao mesmo tempo que benef\u00edcios como esse vieram, n\u00f3s perdemos algumas coisas no caminho, e esse h\u00e1bito foi um deles.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; As crian\u00e7as nascidas depois de 2015, que desde que aprendem a andar e falar j\u00e1 est\u00e3o imersos dentro de uma tela de celular, provavelmente nunca ter\u00e3o a sensa\u00e7\u00e3o de entrar numa banca de jornal e se encantar com aquele mundo contido dentro de um simples ponto comercial, costumeiramente dentro de uma pra\u00e7a municipal.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Jos\u00e9 Carlos Pereira, de 67 anos, \u00e9 dono de uma banca em Tatu\u00ed, no interior do estado de S\u00e3o Paulo. Uma cidade grande demais para ser considerada pequena, e pequena demais para ser considerada grande, com seu principal atrativo sendo o reconhecimento como a Capital da M\u00fasica e a terra dos doces caseiros. Na regi\u00e3o central do munic\u00edpio, est\u00e1 l\u00e1, a banca Alvorada, h\u00e1 25 anos na pra\u00e7a Martinho Guedes.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"619\" height=\"346\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Captura-de-tela-2025-12-03-100743.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-4884\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Captura-de-tela-2025-12-03-100743.png 619w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Captura-de-tela-2025-12-03-100743-300x168.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 619px) 100vw, 619px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Banca Alvorada na popularmente conhecida \u201cPra\u00e7a da Santa\u201d de Tatu\u00ed | Foto: Juliano Rosa<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Um ponto onde mundos se transformavam e folhas de papel ganhavam vida,essa era a sensa\u00e7\u00e3o de qualquer crian\u00e7a ao entrar no local. De venda em venda de almanaques e gibis da Turma da M\u00f4nica at\u00e9 edi\u00e7\u00f5es semanais da revista Recreio, a inf\u00e2ncia de muitos foram mais felizes gra\u00e7as \u00e0 elas.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Bernardo Coppe, um adulto de 20 anos, estudante de marketing e j\u00e1 trabalhando com an\u00fancios digitais, um dia j\u00e1 foi o \u201cB\u00ea\u201d, como era apelidado pelos colegas de escola. Um dia j\u00e1 teve oito anos. Um dia j\u00e1 foi uma crian\u00e7a que ia todos os dias na banca do \u201cZ\u00e9\u201d com a sua av\u00f3, a dona Bernadete e o seu Corsa Enjoy para comprar jornal, que a senhora gostava de ler. Ele relembra que al\u00e9m do jornal, ela sempre comprava para ele um sorvete, normalmente picol\u00e9s da Kibon, e sempre ao menos uma vez na semana, uma revista Recreio, junto \u00e0 gibis ou almanaques.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"514\" height=\"291\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Captura-de-tela-2025-12-03-101239.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-4885\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Captura-de-tela-2025-12-03-101239.png 514w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Captura-de-tela-2025-12-03-101239-300x170.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 514px) 100vw, 514px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Atual acervo de gibis e quadrinhos | Foto: Juliano Rosa<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Z\u00e9 da Banca, como \u00e9 chamado pelos seus clientes, destaca que em todos os seus longos anos no ramo, o melhor per\u00edodo de vendas sempre \u00e9 o mesmo: A Copa do Mundo. Mais do que um evento esportivo que s\u00f3 acontece de quatro em quatro anos, o torneio tem o poder de unir multid\u00f5es, fazer uma na\u00e7\u00e3o inteira que passa o ano inteiro brigando, discutindo e se encrencando, se unir por onze jogadores dentro de um campo representando seu pa\u00eds. E al\u00e9m de muita torcida e uni\u00e3o, os \u00e1lbuns de figurinhas voltam \u00e0 tona. Sem muito destaque fora dessa \u00e9poca, milhares de crian\u00e7as passam todos os dias pela banca, entregam um punhado de c\u00e9dulas e moedas, e pegam, em troca, um monte de \u201cpacotinhos\u201d&nbsp; para preencher os \u00e1lbuns.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O jovem Bernardo, que nunca em toda a sua vida foi um entusiasta de futebol, diferente de muitos de seus amigos e colegas, conta que da mesma forma, a Copa de 2010 marcou a sua inf\u00e2ncia. Ap\u00f3s comprar as figurinhas, separava o seu \u201cbolo\u201d de repetidas e passava as tardes na Pra\u00e7a da Santa com a sua av\u00f3, interagindo e trocando os cromos com outras crian\u00e7as, que muitas das vezes eram bem mais velhas que ele.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; As revistas Recreio n\u00e3o ficavam para tr\u00e1s, como j\u00e1 dito, toda semana o rapaz pegava a edi\u00e7\u00e3o daquele per\u00edodo, e relembra que elas vinham com brinquedos que acompanhavam as hist\u00f3rias em quadrinhos dentro das p\u00e1ginas. Haviam drag\u00f5es, insetos, animais pr\u00e9-hist\u00f3ricos, rob\u00f4s, deuses do olimpo, e muito mais nesse mundo m\u00e1gico em folhas de papel. E ainda capas t\u00e3o ic\u00f4nicas que, mesmo mais de uma d\u00e9cada depois, ainda est\u00e1 marcado na mem\u00f3ria de Bernardo: \u201cMe lembro daquela capa de Minecraft, que falava dos YouTubers da \u00e9poca, por volta de 2012, Venom, Monark, Leon, al\u00e9m de outras edi\u00e7\u00f5es que contavam sobre o Herobrine, uma lenda urbana dentro da mitologia dos jogos, foi top revistas Recreio da hist\u00f3ria.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; E apesar de tantos bons momentos e mem\u00f3rias, o que explica as bancas estarem cada vez mais deixando de existir? Jos\u00e9 Carlos destaca que em todo seu per\u00edodo no ramo, j\u00e1 viu duas das seis bancas que ele conhece da cidade fecharem, conta que do que um dia j\u00e1 foi 100% de conte\u00fado recebido, hoje chega apenas 40%. Ele destaca dois fatores decisivos para tamanha queda no com\u00e9rcio: internet e pandemia. Informa\u00e7\u00f5es da Prefeitura de S\u00e3o Paulo de 2019 j\u00e1 mostravam quedas de 17% no n\u00famero de bancas, al\u00e9m de mostrar uma realidade onde muitos jornaleiros precisavam se reinventar para se manter, criando espa\u00e7os de cultura e cafeterias como exemplo.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Jos\u00e9 Reiner Fernandes, editor-chefe e propriet\u00e1rio do Jornal Integra\u00e7\u00e3o durante 49 anos em Tatu\u00ed, de dezembro de 1975 \u00e0 janeiro de 2025, revela que os \u00faltimos anos do impresso houve uma not\u00e1vel deca\u00edda. Em d\u00favida sobre o futuro no ramo, \u201cZ\u00e9 Reiner\u201d quase deu um fim no ve\u00edculo no final do ano de 2022, quando um publicit\u00e1rio conhecido o convenceu a manter at\u00e9 completar 50 anos em 2025. Quando questionado sobre o ponto de ruptura para a queda de vendas e an\u00fancios, ele destaca que com a ascens\u00e3o da Internet isso j\u00e1 vinha acontecendo, por\u00e9m a pandemia foi determinante. A crise econ\u00f4mica global, a falta de meios para o transporte dos exemplares e as restri\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias para contatos pessoais, aceleraram o fim da imprensa escrita n\u00e3o apenas no Brasil, como em todo mundo, como destacado na reportagem da Revista Isto \u00c9, \u201cA crise acelerou, praticamente sem margem para d\u00favidas, a transi\u00e7\u00e3o para um futuro 100% digital\u201d, afirma o relat\u00f3rio de 2020 do instituto Reuters.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Hoje, em novembro de 2025, o Jornal Integra\u00e7\u00e3o se mant\u00e9m online, deixando vazio mais um espa\u00e7o da Banca do seu Z\u00e9. Uma prateleira que j\u00e1 possuiu seis jornais impressos diferentes simult\u00e2neamente,atualmente guarda apenas \u201cO Progresso de Tatu\u00ed\u201d, a \u00faltima imprensa impressa da cidade, e a Folha de S\u00e3o Paulo, com seus poucos exemplares vendidos direto do balc\u00e3o de venda.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"169\" height=\"301\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Captura-de-tela-2025-12-03-101404.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-4886\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Foto: Juliano Rosa\n\n<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Hist\u00f3rias, momentos, brincadeiras, intera\u00e7\u00f5es sociais\u2026, a maioria delas no passado. Estamos em um mundo onde as crian\u00e7as n\u00e3o precisam mais ir at\u00e9 as bancas comprar gibis por terem um celular em m\u00e3os. O mundo digital tomou conta de nossas vidas naturalmente com o passar dos anos. Muitas melhoras, n\u00e3o podemos negar o qu\u00e3o f\u00e1cil \u00e9 pedir comida por um iFood, um transporte pelo Uber, ou at\u00e9 mesmo as v\u00e1rias compras que realizamos online, mas em outros aspectos, muitas coisas ficaram\u2026 sem gra\u00e7a? Vale destacar as v\u00e1rias sequelas deixadas pela pandemia que est\u00e3o em todos os lugares, ap\u00f3s um evento catastr\u00f3fico e de muitas perdas em todo o mundo, a sociedade teve de se readaptar, e alguns h\u00e1bitos, rotinas e hobbies ficaram no passado; talvez sem nem ao menos nos darmos conta.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Jos\u00e9 diz que o seu com\u00e9rcio \u00e9 o suficiente para pagar as contas, a sua principal clientela, que outrora eram idosos indo comprar jornais e crian\u00e7as com os gibis e revistas, hoje d\u00e1 lugar aos jovens leitores de mang\u00e1, provavelmente o \u00faltimo grande p\u00fablico remanescente do consumo de m\u00eddia f\u00edsica. Assim como grande parte dos ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o, seja jornal ou revista, migrou para o mundo digital, as locadoras acabaram e deram lugar ao dom\u00ednio dos streamings, as bancas infelizmente parecem estar com os seus dias contados. Mas a lembran\u00e7a e mem\u00f3ria de quem viveu, nunca estar\u00e1 morta.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"512\" height=\"287\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Captura-de-tela-2025-12-03-101509.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-4887\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Captura-de-tela-2025-12-03-101509.png 512w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Captura-de-tela-2025-12-03-101509-300x168.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 512px) 100vw, 512px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Z\u00e9 da Banca em mais uma venda no seu com\u00e9rcio | Foto: Juliano Rosa\n\n<\/figcaption><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Juliano de Oliveira Rosa Filho (Ag\u00eancia Focas \u2013 Jornalismo Uniso) Um local pequeno, enxuto, com tantas prateleiras e suportes que<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"colormag_page_container_layout":"default_layout","colormag_page_sidebar_layout":"default_layout","footnotes":""},"categories":[9,37,14],"tags":[30,41,29,28],"class_list":["post-4882","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-jornalismo-online","category-sorocaba","category-uniso","tag-focas","tag-focas-na-rede","tag-jornalismo","tag-uniso"],"featured_image_urls":{"full":"","thumbnail":"","medium":"","medium_large":"","large":"","1536x1536":"","2048x2048":"","colormag-highlighted-post":"","colormag-featured-post-medium":"","colormag-featured-post-small":"","colormag-featured-image":"","colormag-default-news":"","colormag-featured-image-large":""},"author_info":{"info":["focas"]},"category_info":"<a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/jornalismo-online\/\" rel=\"category tag\">jornalismo online<\/a> <a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/sorocaba\/\" rel=\"category tag\">Sorocaba<\/a> <a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/uniso\/\" rel=\"category tag\">Uniso<\/a>","tag_info":"Uniso","comment_count":"0","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4882","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4882"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4882\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4888,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4882\/revisions\/4888"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4882"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4882"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4882"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}