{"id":5061,"date":"2026-02-12T12:48:08","date_gmt":"2026-02-12T15:48:08","guid":{"rendered":"https:\/\/focas.uniso.br\/?p=5061"},"modified":"2026-02-13T14:42:04","modified_gmt":"2026-02-13T17:42:04","slug":"castracao-um-gesto-de-amor-ou-uma-necessidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/2026\/02\/12\/castracao-um-gesto-de-amor-ou-uma-necessidade\/","title":{"rendered":"Castra\u00e7\u00e3o: Um Gesto de Amor ou uma Necessidade?"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Do milagre da &#8220;cachorra de cemit\u00e9rio&#8221; \u00e0 preven\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as: por que essa cirurgia \u00e9 o maior ato de amor e responsabilidade do tutor<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Por: Marizete Resende (Ag\u00eancia Focas \u2013 Jornalismo Uniso)<\/p>\n\n\n\n<p>Em meio \u00e0 rotina de mutir\u00f5es de castra\u00e7\u00e3o, onde dezenas de cirurgias s\u00e3o feitas em tendas improvisadas, a linha entre a vida e a morte pode ser muito t\u00eanue. Carlos Alves, coordenador log\u00edstico de campanhas, conta um caso que ficou marcado em sua mem\u00f3ria.\u201cLembro de uma cadela magra, com algumas cicatrizes no corpo, chegou trazida por volunt\u00e1rios. A cirurgia parecia tranquila, mas de repente, ela entrou em parada cardiorrespirat\u00f3ria. O cora\u00e7\u00e3o parou, e o sil\u00eancio tomou conta da tenda improvisada. Fizemos massagem, ventila\u00e7\u00e3o, abrimos o abd\u00f3men tr\u00eas vezes tentando conter o sangramento, e por um instante, achei que a perder\u00edamos. O calor, o barulho das pessoas l\u00e1 fora, o som dos instrumentos para mim, tudo sumiu, e s\u00f3 existia ela ali lutando. Depois de longos minutos, o cora\u00e7\u00e3o voltou a bater. Demorou para acordar da anestesia, mas quando finalmente abriu os olhos e moveu o rabo, senti um aperto no peito se aliviando. Mais tarde, descobrimos que era uma cadela de cemit\u00e9rio, acostumada a vagar entre t\u00famulos. Foi imposs\u00edvel n\u00e3o pensar que, de algum jeito, ela j\u00e1 sabia o caminho de volta da morte.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Essa dedica\u00e7\u00e3o em salvar uma vida \u00e9 a ess\u00eancia do trabalho. \u201cA castra\u00e7\u00e3o \u00e9 um ato de amor que salva vidas, previne doen\u00e7as e ajuda no combate ao abandono.\u201d Mais do que uma cirurgia, \u00e9 uma interven\u00e7\u00e3o que melhora a sa\u00fade, o comportamento e o bem-estar do animal.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"708\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Screenshot_2026-02-12-12-23-19-902_com.google.android.apps_.photos-1-1024x708.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5066\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Screenshot_2026-02-12-12-23-19-902_com.google.android.apps_.photos-1-1024x708.jpg 1024w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Screenshot_2026-02-12-12-23-19-902_com.google.android.apps_.photos-1-300x208.jpg 300w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Screenshot_2026-02-12-12-23-19-902_com.google.android.apps_.photos-1-768x531.jpg 768w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Screenshot_2026-02-12-12-23-19-902_com.google.android.apps_.photos-1-392x272.jpg 392w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Screenshot_2026-02-12-12-23-19-902_com.google.android.apps_.photos-1-130x90.jpg 130w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Screenshot_2026-02-12-12-23-19-902_com.google.android.apps_.photos-1.jpg 1220w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Fonte: Marizete Resende <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><a><\/a><strong>Sa\u00fade em Primeiro Lugar: Os Benef\u00edcios T\u00e9cnicos<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Se voc\u00ea ainda tem d\u00favidas sobre castrar seu pet, o lado t\u00e9cnico da medicina veterin\u00e1ria traz respostas. Julia Santana, de 27 anos, veterin\u00e1ria cirurgi\u00e3, explica que as pr\u00e1ticas evolu\u00edram.<\/p>\n\n\n\n<p>Nas f\u00eameas, a cirurgia realizada entre o primeiro e o segundo cio diminui drasticamente a chance de desenvolver tumor de mama. J\u00e1 para os machos, a castra\u00e7\u00e3o \u00e9 a aliada perfeita para reduzir comportamentos indesejados, como a marca\u00e7\u00e3o de territ\u00f3rio e a agressividade.<\/p>\n\n\n\n<p>Giovanna Maria, veterin\u00e1ria que atua em castram\u00f3vel no interior de S\u00e3o Paulo, complementa a lista de vantagens: \u201cEvita doen\u00e7as nas f\u00eameas, como a preven\u00e7\u00e3o do c\u00e2ncer de mama, e nos machos, o c\u00e2ncer de pr\u00f3stata. Al\u00e9m disso, ajuda no controle populacional.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de ser um ato de amor e preven\u00e7\u00e3o, o procedimento exige aten\u00e7\u00e3o no momento certo. A veterin\u00e1ria Julia explica que em casos de filhotes que ainda n\u00e3o fecharam as fises (a parte respons\u00e1vel pelo crescimento \u00f3sseo), o ideal \u00e9 esperar que o animal tenha entre 18 e 24 meses, para evitar dist\u00farbios ortop\u00e9dicos e metab\u00f3licos. Existem tamb\u00e9m ra\u00e7as com caracter\u00edsticas que exigem cuidado redobrado na anestesia, como as braquicef\u00e1licas (focinho curto), incluindo shih tzu, pugs e bulldogs. Em ra\u00e7as como o Golden Retriever, estudos apontam uma maior incid\u00eancia de determinados tumores ap\u00f3s a castra\u00e7\u00e3o precoce, embora ainda sejam necess\u00e1rias mais pesquisas para conclus\u00f5es definitivas.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><a><\/a><strong>Prepara\u00e7\u00e3o e Seguran\u00e7a: O Essencial no Pr\u00e9 e P\u00f3s-Operat\u00f3rio<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>A seguran\u00e7a do seu pet come\u00e7a antes mesmo de ele entrar na sala de cirurgia. No pr\u00e9-operat\u00f3rio, \u00e9 importante que o animal esteja clinicamente saud\u00e1vel, com a vacina\u00e7\u00e3o atualizada e livre de ectoparasitas, como pulgas e carrapatos. A higiene no dia da cirurgia tamb\u00e9m \u00e9 importante. Exames laboratoriais, como hemograma e avalia\u00e7\u00e3o das fun\u00e7\u00f5es renal e hep\u00e1tica, devem ser realizados sempre que poss\u00edvel para detectar qualquer condi\u00e7\u00e3o que possa comprometer a anestesia ou a cirurgia em si, al\u00e9m de exames cardiol\u00f3gicos em casos espec\u00edficos.<\/p>\n\n\n\n<p>O jejum antes da cirurgia \u00e9 indispens\u00e1vel. Quando anestesiado, o animal relaxa toda a musculatura, inclusive a do est\u00f4mago. A v\u00e1lvula que segura o alimento dentro do est\u00f4mago, chamada c\u00e1rdia, tamb\u00e9m relaxa. Se o animal tiver comido recentemente, pode acabar vomitando durante a anestesia e aspirar o conte\u00fado para os pulm\u00f5es (broncoaspira\u00e7\u00e3o). Como estar\u00e1 inconsciente, n\u00e3o consegue expulsar o v\u00f4mito, o que pode causar pneumonia ou outras complica\u00e7\u00f5es s\u00e9rias durante a cirurgia.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><a><\/a><strong>O Medo da Anestesia e os Cuidados P\u00f3s-Cirurgia<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>A anestesia \u00e9, sem d\u00favida, a maior preocupa\u00e7\u00e3o dos tutores, e com raz\u00e3o. Segundo a veterin\u00e1ria Fabiana Santos, 43 anos, a anestesia dissociativa \u00e9 a mais utilizada em campanhas, mas a inalat\u00f3ria tamb\u00e9m pode ser aplicada, dependendo do paciente. Fabiana ressalta que a triagem cl\u00ednica bem feita \u00e9 essencial para adaptar a medica\u00e7\u00e3o e identificar riscos. \u201cCasos de parada cardiorrespirat\u00f3ria, embora raros, podem acontecer\u201d, alerta Fabiana. Mas o mais comum \u00e9 que isso ocorra logo ap\u00f3s a indu\u00e7\u00e3o anest\u00e9sica. A boa not\u00edcia \u00e9 que com o protocolo e o monitoramento corretos, o procedimento \u00e9 muito seguro.<\/p>\n\n\n\n<p>Depois da cirurgia, o pet precisa de um ambiente aquecido, seguro e dentro de casa, sob supervis\u00e3o. O p\u00f3s-operat\u00f3rio exige cuidados espec\u00edficos que n\u00e3o devem ser ignorados. Restringir os movimentos \u00e9 importante para evitar que os pontos se abram ou inflamem. O uso do colar elizabetano (o famoso \u201cabajur\u201d) ou da roupinha cir\u00fargica \u00e9 necess\u00e1rio para impedir que o animal lamba ou morda o local da cirurgia, prevenindo infec\u00e7\u00f5es, o animal deve usar por no m\u00ednimo uns 7 dias.<\/p>\n\n\n\n<p>A medica\u00e7\u00e3o prescrita pelo veterin\u00e1rio, geralmente antibi\u00f3tico e anti-inflamat\u00f3rio, deve ser administrada corretamente e dentro do prazo indicado. O tutor tamb\u00e9m deve observar sinais anormais, como febre, secre\u00e7\u00f5es incomuns, apatia ou qualquer mudan\u00e7a de comportamento. A auxiliar veterin\u00e1ria Nataly Martins explica que nos castram\u00f3veis os fios geralmente n\u00e3o s\u00e3o absorv\u00edveis, ou seja, n\u00e3o caem sozinhos e precisam ser retirados entre sete e dez dias ap\u00f3s a cirurgia. A remo\u00e7\u00e3o pode ser feita em uma cl\u00ednica de apoio ou pelo pr\u00f3prio tutor, desde que com cuidado. Nataly comenta que h\u00e1 diversos v\u00eddeos explicativos dispon\u00edveis na internet e que o procedimento \u00e9 simples, r\u00e1pido e seguro para o animal.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><a><\/a><strong>Porque a \u201cVacina Anti-Cio\u201d N\u00e3o \u00e9 Recomendada<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Se voc\u00ea j\u00e1 pensou em usar a chamada \u201cvacina anti-cio\u201d como alternativa, saiba que ela n\u00e3o \u00e9 recomendada pelos profissionais e, para muitos, j\u00e1 deveria ter sido proibida. Trata-se de uma aplica\u00e7\u00e3o com altas doses de horm\u00f4nios, usada em gatas e cadelas para impedir o cio, mas que traz riscos s\u00e9rios \u00e0 sa\u00fade do animal, principalmente quando \u00e9 aplicada de forma cont\u00ednua.<\/p>\n\n\n\n<p>Pode causar problemas s\u00e9rios, como piometra, que \u00e9 uma infec\u00e7\u00e3o no \u00fatero, tumores de mama ou at\u00e9 a morte dos filhotes, quando a inje\u00e7\u00e3o \u00e9 aplicada sem saber que a f\u00eamea est\u00e1 prenha. \u201cOs filhotes acabam ficando presos no \u00fatero e come\u00e7am a apodrecer\u201d, explica Julia. Ela tamb\u00e9m lembra que muitos tutores ainda aplicam a vacina de forma errada, como quando veem a f\u00eamea cruzando e decidem dar a inje\u00e7\u00e3o para evitar a prenhez. A vacina tamb\u00e9m pode causar efeitos em gatas, como hiperplasia mam\u00e1ria felina (incha\u00e7o mam\u00e1rio). \u201c\u00c9 uma bomba hormonal\u201d, resume a veterin\u00e1ria. A recomenda\u00e7\u00e3o dos profissionais \u00e9 clara: a castra\u00e7\u00e3o cir\u00fargica continua sendo o m\u00e9todo mais seguro e eficaz para evitar crias indesejadas e garantir a sa\u00fade do animal.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><a><\/a><strong>A Rotina das Campanhas: Castram\u00f3veis em A\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Tudo isso s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel gra\u00e7as \u00e0 rotina intensa e organizada das campanhas. Nataly Martins, de 27 anos, auxiliar veterin\u00e1ria com tr\u00eas anos de experi\u00eancia em castra\u00e7\u00e3o, garante que a triagem \u00e9 r\u00e1pida e eficiente. \u201cA gente pega a senha, o tutor passa com o animal para a veterin\u00e1ria que faz perguntas sobre o hist\u00f3rico do animal, como se ele j\u00e1 foi atropelado ou sofreu algum acidente. A veterin\u00e1ria verifica tamb\u00e9m se o animal est\u00e1 apto para a cirurgia\u201d, explica Nataly. Se o animal tiver hist\u00f3rico de atropelamento ou for de rua, ele pode ser considerado inapto para a castra\u00e7\u00e3o, visando evitar riscos maiores.<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s a cirurgia, todos os animais recebem medica\u00e7\u00e3o p\u00f3s-operat\u00f3ria que deve ser administrada dois dias depois da castra\u00e7\u00e3o. O animal sai do castram\u00f3vel medicado e pronto para a recupera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar dos desafios log\u00edsticos, a campanha tem um impacto social imenso. \u201cAs castra\u00e7\u00f5es particulares s\u00e3o caras, e a campanha realmente facilita muito a vida dessas fam\u00edlias\u201d, afirma Carlos Alves, 53 anos, coordenador log\u00edstico de campanhas de castra\u00e7\u00e3o, que trabalhou por cinco anos no castram\u00f3vel. Ele destaca um dos maiores desafios enfrentados: a infraestrutura. Muitas vezes, \u00e9 necess\u00e1rio pedir apoio da guarda municipal ou da pol\u00edcia para garantir a seguran\u00e7a. \u201cInfelizmente, j\u00e1 houve casos de roubo ou danos ao material, mas tentamos lidar da maneira mais amig\u00e1vel poss\u00edvel\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p>As prefeituras das cidades, com o apoio de vereadores, s\u00e3o respons\u00e1veis por organizar os locais das campanhas. \u201cEm uma campanha que participei, chamamos de pinga-pinga, pois montamos e desmontamos a estrutura de cada cidade durante 30 dias\u201d, conta Carlos. Esse processo exige muita organiza\u00e7\u00e3o e a adapta\u00e7\u00e3o das barracas, que precisam ser leves e flex\u00edveis para facilitar o trabalho.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><a><\/a><strong>O Impacto Social: Um Ciclo de Amor<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>No fundo, a castra\u00e7\u00e3o \u00e9 uma quest\u00e3o de sa\u00fade p\u00fablica e um passo importante na luta contra o abandono. A veterin\u00e1ria Julia Santana diferencia: \u201cPara um animal com tutor, a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 controlada. Mas para animais em abrigos ou ONGs, a castra\u00e7\u00e3o precisa ser imediata, pois \u00e9 a \u00fanica forma de evitar a cria\u00e7\u00e3o de mais filhotes e a superpopula\u00e7\u00e3o nas ruas.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>A protetora Alessandra da Silva, de 54 anos, enfatiza que, no interior, muitas pessoas ainda soltam seus animais para cruzar livremente, o que gera mais filhotes e mais abandono. \u201cA castra\u00e7\u00e3o, portanto, \u00e9 um ato de amor, pois evita que esse ciclo de abandono continue.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Giovanna Maria resume a import\u00e2ncia do trabalho com campanhas: \u201cEscolhi trabalhar com castra\u00e7\u00e3o porque \u00e9 uma \u00e1rea da medicina coletiva que traz muitos benef\u00edcios n\u00e3o s\u00f3 para os animais, mas para a sociedade como um todo. Acredito que esse servi\u00e7o enriquece tanto a parte profissional quanto a parte pessoal.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Com os cuidados certos e a orienta\u00e7\u00e3o adequada, a castra\u00e7\u00e3o cir\u00fargica continua sendo o m\u00e9todo mais seguro e ben\u00e9fico para garantir que mais animais tenham uma vida saud\u00e1vel e, acima de tudo, para que o ciclo de abandono seja finalmente interrompido.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"463\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/WhatsApp-Image-2026-02-12-at-12.33.20-1024x463.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5069\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/WhatsApp-Image-2026-02-12-at-12.33.20-1024x463.jpeg 1024w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/WhatsApp-Image-2026-02-12-at-12.33.20-300x136.jpeg 300w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/WhatsApp-Image-2026-02-12-at-12.33.20-768x347.jpeg 768w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/WhatsApp-Image-2026-02-12-at-12.33.20.jpeg 1461w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Fonte: Marizete Resende <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Do milagre da &#8220;cachorra de cemit\u00e9rio&#8221; \u00e0 preven\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as: por que essa cirurgia \u00e9 o maior ato de amor<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"colormag_page_container_layout":"default_layout","colormag_page_sidebar_layout":"default_layout","footnotes":""},"categories":[15,16,37,14],"tags":[30,41,29,28],"class_list":["post-5061","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-jornalismo","category-jornalismo-digital","category-sorocaba","category-uniso","tag-focas","tag-focas-na-rede","tag-jornalismo","tag-uniso"],"featured_image_urls":{"full":"","thumbnail":"","medium":"","medium_large":"","large":"","1536x1536":"","2048x2048":"","colormag-highlighted-post":"","colormag-featured-post-medium":"","colormag-featured-post-small":"","colormag-featured-image":"","colormag-default-news":"","colormag-featured-image-large":""},"author_info":{"info":["focas"]},"category_info":"<a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/jornalismo\/\" rel=\"category tag\">Jornalismo<\/a> <a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/jornalismo-digital\/\" rel=\"category tag\">jornalismo digital<\/a> <a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/sorocaba\/\" rel=\"category tag\">Sorocaba<\/a> <a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/uniso\/\" rel=\"category tag\">Uniso<\/a>","tag_info":"Uniso","comment_count":"0","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5061","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5061"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5061\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5071,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5061\/revisions\/5071"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5061"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5061"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5061"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}