{"id":5425,"date":"2026-03-30T09:24:44","date_gmt":"2026-03-30T12:24:44","guid":{"rendered":"https:\/\/focas.uniso.br\/?p=5425"},"modified":"2026-03-30T09:24:44","modified_gmt":"2026-03-30T12:24:44","slug":"rpg-de-mesa-e-estudado-e-aplicado-como-ferramenta-para-desenvolver-habilidades-sociais-na-psicoterapia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/2026\/03\/30\/rpg-de-mesa-e-estudado-e-aplicado-como-ferramenta-para-desenvolver-habilidades-sociais-na-psicoterapia\/","title":{"rendered":"RPG de mesa \u00e9 estudado e aplicado como ferramenta para desenvolver habilidades sociais na psicoterapia"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Sess\u00f5es com jogos de interpreta\u00e7\u00e3o de pap\u00e9is t\u00eam sido usadas por psic\u00f3logos para estimular intera\u00e7\u00e3o, coopera\u00e7\u00e3o e reflex\u00e3o sobre comportamento entre adolescentes<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Por Gabriela Dias (Ag\u00eancia Focas \u2013 Jornalismo Uniso)<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"579\" height=\"384\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/image-11.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5427\" style=\"width:760px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/image-11.jpeg 579w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/image-11-300x199.jpeg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 579px) 100vw, 579px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><sub>RPG \u00e9 um jogo de interpreta\u00e7\u00e3o que chegou no Brasil por volta da d\u00e9cada 1980 | Foto: Freepik<\/sub><\/p>\n\n\n\n<p>Em volta de uma mesa, um grupo descreve as decis\u00f5es de seus personagens em um mundo imagin\u00e1rio. O que parece apenas um jogo de RPG (Role-Playing Game), na verdade, faz parte de uma sess\u00e3o terap\u00eautica. Cada escolha, conflito e di\u00e1logo ajuda a trabalhar as habilidades sociais.<\/p>\n\n\n\n<p>O Role-Playing Game se destaca por oferecer experi\u00eancias baseadas na imagina\u00e7\u00e3o, criatividade e intera\u00e7\u00e3o entre os jogadores. O RPG, definido como um jogo de interpreta\u00e7\u00e3o de pap\u00e9is, teve seu primeiro livro publicado em 1974, com o lan\u00e7amento do jogo <em>Dungeons &amp; Dragons<\/em> (D&amp;D), por Gary Gygax e Dave Arneson, que tiveram como inspira\u00e7\u00e3o os jogos de tabuleiro e de estrat\u00e9gia de guerra.<\/p>\n\n\n\n<p>No Brasil, o livro chegou na d\u00e9cada de 1980, devido a estudantes universit\u00e1rios que conseguiram importar um exemplar e fotocopiavam para amigos, o que fez com que fossem conhecidos como \u201cGera\u00e7\u00e3o Xerox\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>D\u00e9cadas depois, foi nesse mesmo universo dos jogos de interpreta\u00e7\u00e3o que o psic\u00f3logo Germano Henning teve seu primeiro contato com o RPG, \u201ceu joguei muito RPG, mas eu n\u00e3o fui aquele cara que consumia, lia muitos livros, nada. Jogava RPG, gostava muito de jogar RPG eletr\u00f4nico, mas aquela experi\u00eancia de jogar RPG de mesa foi muito marcante\u201d. Foi em seu \u00faltimo ano do curso de Psicologia, na Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica de S\u00e3o Paulo (PUC-SP), em 2009, que ele sentiu pela primeira vez vontade em aplicar isso em sua profiss\u00e3o. A ideia surgiu no contexto da \u00e9poca, quando o v\u00edcio em jogos eletr\u00f4nicos ganhava destaque e impulsionava discuss\u00f5es na \u00e1rea.<\/p>\n\n\n\n<p>Um estudo nacional norte-americano de Douglas Gentile, publicado em 2009, pela <a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2009\/04\/090420103547.htm#:~:text=https:\/\/www.sciencedaily.com,standards%20established%20for%20pathological%20gambling.\">Science News<\/a>, indicou uma preval\u00eancia que variava, mas j\u00e1 apontava sinais de alerta. A pesquisa mostrou que, entre 1.178 jovens analisados, cerca de 8,5% a 10% dos jogadores apresentavam comportamentos compat\u00edveis com v\u00edcio, seguindo padr\u00f5es semelhantes aos observados no jogo patol\u00f3gico, associado a jogos de azar.<\/p>\n\n\n\n<p>Germano conta que, naquele per\u00edodo, grande parte de seus pacientes apresentava uso excessivo de RPGs eletr\u00f4nicos, ent\u00e3o, a ideia inicial era tirar essas pessoas do digital e lev\u00e1-las \u00e0 pr\u00e1tica presencial \u201ce a habilidade social foi entrando muito aos poucos\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi em 2013 que Germano Henning, Raissa Roberti Benevides e T\u00falio Andrade formaram o <a href=\"https:\/\/grupod20.com.br\/\">Grupo D20<\/a>, com jovens de 14 a 16 anos, diagnosticados com diferentes condi\u00e7\u00f5es, como Transtorno Opositor Desafiador (TOD), Transtorno do Espectro Autista (TEA) e uso abusivo de jogos eletr\u00f4nicos. Mesmo sem refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas na \u00e9poca, o sucesso da iniciativa garantiu a expans\u00e3o do projeto e a cria\u00e7\u00e3o de m\u00faltiplos grupos, incorporando elementos l\u00fadicos e atividades gamificadas, que aumentavam a ades\u00e3o dos participantes. \u201cHoje em dia, n\u00f3s temos uma cl\u00ednica grande, com 70 clientes, mais ou menos, com essa pr\u00e1tica\u201d, completa Germano Henning.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa rela\u00e7\u00e3o entre RPG e an\u00e1lise comportamental tamb\u00e9m tem despertado interesse no meio acad\u00eamico. Victor Yuri Ykemoto, psic\u00f3logo formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, estudou o tema em sua pesquisa intitulada \u201cUso de RPG de mesa em terapia anal\u00edtico-comportamental: revis\u00e3o de escopo\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A utiliza\u00e7\u00e3o do RPG na psicoterapia \u00e9 estruturada com um psic\u00f3logo como o mestre, fazendo com que a media\u00e7\u00e3o trabalhe de forma criativa v\u00e1rios aspectos que \u201cvoc\u00ea n\u00e3o conseguiria ou teria mais dificuldade para trabalhar na vida real, fora do jogo\u201d, completa Victor.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"549\" height=\"354\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/image-10.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5426\" style=\"aspect-ratio:1.5508621955543787;width:760px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/image-10.jpeg 549w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/image-10-300x193.jpeg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 549px) 100vw, 549px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><sub>Victor Ykemoto durante a apresenta\u00e7\u00e3o de sua pesquisa no XXXIV Encontro da ABPMC, em 2025 | Foto: Arquivo pessoal<\/sub><\/p>\n\n\n\n<p>Germano, em sua pesquisa de mestrado, realizada na Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) entre os anos de 2019 a 2021, com o tema \u201cA terapia anal\u00edtico-comportamental das habilidades sociais em grupo para adolescentes com uso do RPG e da gamifica\u00e7\u00e3o\u201d, explica o processo. Em seu estudo foram analisados dados de meninos entre os 12 e 17 anos, em um consult\u00f3rio particular.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"447\" height=\"311\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/image-3.gif\" alt=\"\" class=\"wp-image-5428\" style=\"width:760px;height:auto\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><sub>Germano Henning, mestre em Psicologia Cl\u00ednica pela USP | Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/sub><\/p>\n\n\n\n<p>Primeiro, \u00e9 feita uma entrevista dividida em duas sess\u00f5es individuais que duram entre 50 e 60 minutos. A primeira com os pais para coletar o hist\u00f3rico cl\u00ednico do paciente e a segunda sess\u00e3o com o paciente, buscando estabelecer um v\u00ednculo e utilizando informa\u00e7\u00f5es previamente coletadas na sess\u00e3o com os respons\u00e1veis para guiar e avaliar o participante. Durante a sess\u00e3o, o terapeuta utiliza manuais sobre comportamento e habilidades sociais para entender melhor o paciente. A partir disso, ele tra\u00e7a um perfil e cria uma breve simula\u00e7\u00e3o de RPG, usando o jogo como forma de trabalhar essas habilidades. Essa etapa tinha como objetivo motivar e aumentar a probabilidade de o participante retornar a pr\u00f3xima sess\u00e3o. Para finalizar, era informada a viabilidade da participa\u00e7\u00e3o do paciente no grupo que ele seria inclu\u00eddo.<\/p>\n\n\n\n<p>As sess\u00f5es s\u00e3o planejadas previamente para cada participante, com o objetivo de intervir individualmente no comportamento-alvo de cada um. \u201cPor exemplo, estamos jogando RPG de mesa com cinco crian\u00e7as que t\u00eam dificuldade em puxar conversa, em intera\u00e7\u00e3o social, cria\u00e7\u00e3o de relacionamento. Toda vez que a gente cria esse objetivo dentro do jogo ou essa situa\u00e7\u00e3o para ele passar por ela e ele consegue de forma aceit\u00e1vel, a gente acaba dando uma moeda de troca no jogo, ou seja, \u00e0s vezes um equipamento, dinheiro dentro jogo ou alguma coisa que vai ajud\u00e1-lo na aventura\u201d, diz Ykemoto.<\/p>\n\n\n\n<p>Ykemoto utiliza, em sua pesquisa, a An\u00e1lise do Comportamento Aplicada, um m\u00e9todo muito aplicado hoje em dia para tratamento de crian\u00e7as autistas. O tratamento \u00e9 baseado em uma t\u00e9cnica da psicologia comportamental, a an\u00e1lise funcional, que identifica as causas e consequ\u00eancias de um comportamento, focando na sua fun\u00e7\u00e3o, n\u00e3o apenas na forma.<\/p>\n\n\n\n<p>A generaliza\u00e7\u00e3o de repert\u00f3rios, na An\u00e1lise do Comportamento, ocorre quando habilidades aprendidas em um contexto espec\u00edfico, como a terapia, passam a ser utilizadas em diferentes situa\u00e7\u00f5es do dia a dia. Isso significa que os comportamentos desenvolvidos n\u00e3o ficam restritos ao ambiente em que foram ensinados, tornando-se mais funcionais e aplic\u00e1veis na vida real, como ao usar uma comunica\u00e7\u00e3o mais assertiva em casa, no trabalho ou em intera\u00e7\u00f5es sociais.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, durante o desenvolvimento da pesquisa, um fator inesperado alterou parte da din\u00e2mica das sess\u00f5es, em 2020 ocorreu a pandemia de COVID-19 e por esse motivo foi preciso migrar as sess\u00f5es para uma plataforma online e fechada, o <em>Discord<\/em>, impactando o planejamento antes proposto. \u201cO que foi superlegal, teve alguns resultados inesperados, o pessoal conversava muito mais. No consult\u00f3rio, eles conversavam entre diferentes grupos s\u00f3 na recep\u00e7\u00e3o. No <em>Discord<\/em>, eles conversavam 24h\u201d, diz o pesquisador. Mas Germano tamb\u00e9m explica que o ambiente online dificilmente favorece o desenvolvimento dessas habilidades. Segundo ele, a dificuldade de treinar habilidades sociais de forma remota \u00e9 maior, pois n\u00e3o h\u00e1 o contato direto entre as pessoas. Ykemoto corrobora, afirmando que nessa modalidade talvez n\u00e3o seja explorado 100% do potencial do paciente.<\/p>\n\n\n\n<p>Para Paulo Cesar da Silva, psic\u00f3logo, a surpresa da utiliza\u00e7\u00e3o do RPG na psicoterapia n\u00e3o foi t\u00e3o grande devido a exist\u00eancia de outras t\u00e9cnicas bastante conhecidas como, por exemplo, o psicodrama \u2013 m\u00e9todo que utiliza a dramatiza\u00e7\u00e3o para explorar conflitos, emo\u00e7\u00f5es e rela\u00e7\u00f5es, estimulando espontaneidade e criatividade ao encenar situa\u00e7\u00f5es e buscar novas perspectivas e solu\u00e7\u00f5es \u2013 e o sociodrama \u2013 em que a dramatiza\u00e7\u00e3o e t\u00e9cnicas ativas para explorar e resolver conflitos grupais, sociais ou institucionais s\u00e3o utilizadas. Essas t\u00e9cnicas s\u00e3o exemplos de pr\u00e1ticas que utilizam dessa interpreta\u00e7\u00e3o de pap\u00e9is, em um contexto individual ou grupal.<\/p>\n\n\n\n<p>Para Paulo, o uso dessas pr\u00e1ticas pode ajudar na constru\u00e7\u00e3o do v\u00ednculo entre terapeuta e paciente, principalmente quando o recurso j\u00e1 faz parte do universo da pessoa atendida. Segundo ele, trazer elementos familiares para a sess\u00e3o pode deixar o paciente mais \u00e0 vontade e facilita o processo terap\u00eautico. Al\u00e9m disso, ao agir por meio de personagens, a pessoa consegue se expressar de forma indireta sobre situa\u00e7\u00f5es e sentimentos \u201cpor mais que n\u00e3o seja algo familiar ou que fa\u00e7a parte do mundo da pessoa que est\u00e1 procurando a terapia, ela pode se permitir tentar, que \u00e9 muito do que a terapia prop\u00f5e em v\u00e1rios momentos e contextos\u201d, completa o psic\u00f3logo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"582\" height=\"776\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Captura-de-tela-2026-03-30-092133.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5429\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Captura-de-tela-2026-03-30-092133.jpg 582w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Captura-de-tela-2026-03-30-092133-225x300.jpg 225w\" sizes=\"auto, (max-width: 582px) 100vw, 582px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><sub>Paulo Silva, psic\u00f3logo, formado pela Universidade Cruzeiro do Sul h\u00e1 7 anos | Foto: Arquivo pessoal<\/sub><\/p>\n\n\n\n<p>Assim como em outras abordagens da psicologia, \u00e9 preciso saber utiliz\u00e1-las, caso contr\u00e1rio seu objetivo do porqu\u00ea ele est\u00e1 usando essa ferramenta pode n\u00e3o fazer sentido ou n\u00e3o ser a ferramenta mais assertiva para o andamento do processo em quest\u00e3o, podendo at\u00e9 mesmo tirar o foco do que de fato \u00e9 importante.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de utilizar a metodologia da \u00e9tica comportamental \u2013 um campo das ci\u00eancias sociais que investiga como as pessoas agem diante de dilemas \u00e9ticos \u2013 em seus atendimentos, Paulo diz estar aberto para estudar mais se tiver a oportunidade e que \u00e9 adepto da utiliza\u00e7\u00e3o de ferramentas na terapia \u201cat\u00e9 um pouco para ajudar ou quebrar o gelo ou o estere\u00f3tipo do que a pessoa pensa que \u00e9 terapia\u201d, completa.<\/p>\n\n\n\n<p>Os resultados da pesquisa de mestrado de Germano Henning indicam que o uso do RPG de mesa em sess\u00f5es de terapia em grupo pode contribuir para o desenvolvimento de habilidades sociais entre adolescentes. Parte dos participantes apresentou aumento na frequ\u00eancia de comportamentos socialmente habilidosos e menor dificuldade nas intera\u00e7\u00f5es ap\u00f3s as sess\u00f5es presenciais. Mesmo com limita\u00e7\u00f5es, como o n\u00famero reduzido de participantes e as adapta\u00e7\u00f5es para o formato online durante a pandemia, o estudo sugere que o RPG pode ser uma ferramenta complementar na psicoterapia, permitindo que comportamentos e intera\u00e7\u00f5es sociais sejam observados e at\u00e9 mensurados dentro e fora do ambiente terap\u00eautico.<\/p>\n\n\n\n<p><em>[Texto desenvolvido na disciplina de Jornalismo especializado, ministrada pela professora Georgia de Mattos]<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sess\u00f5es com jogos de interpreta\u00e7\u00e3o de pap\u00e9is t\u00eam sido usadas por psic\u00f3logos para estimular intera\u00e7\u00e3o, coopera\u00e7\u00e3o e reflex\u00e3o sobre comportamento<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"colormag_page_container_layout":"default_layout","colormag_page_sidebar_layout":"default_layout","footnotes":""},"categories":[15,16,9,14],"tags":[41,29,28],"class_list":["post-5425","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-jornalismo","category-jornalismo-digital","category-jornalismo-online","category-uniso","tag-focas-na-rede","tag-jornalismo","tag-uniso"],"featured_image_urls":{"full":"","thumbnail":"","medium":"","medium_large":"","large":"","1536x1536":"","2048x2048":"","colormag-highlighted-post":"","colormag-featured-post-medium":"","colormag-featured-post-small":"","colormag-featured-image":"","colormag-default-news":"","colormag-featured-image-large":""},"author_info":{"info":["focas"]},"category_info":"<a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/jornalismo\/\" rel=\"category tag\">Jornalismo<\/a> <a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/jornalismo-digital\/\" rel=\"category tag\">jornalismo digital<\/a> <a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/jornalismo-online\/\" rel=\"category tag\">jornalismo online<\/a> <a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/uniso\/\" rel=\"category tag\">Uniso<\/a>","tag_info":"Uniso","comment_count":"0","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5425","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5425"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5425\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5430,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5425\/revisions\/5430"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5425"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5425"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5425"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}