{"id":5451,"date":"2026-03-31T10:22:50","date_gmt":"2026-03-31T13:22:50","guid":{"rendered":"https:\/\/focas.uniso.br\/?p=5451"},"modified":"2026-03-31T10:22:50","modified_gmt":"2026-03-31T13:22:50","slug":"pesquisa-majoritariamente-brasileira-desenvolve-metodo-que-mistura-gases-e-torna-plasma-mais-eficiente-na-eliminacao-de-fungo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/2026\/03\/31\/pesquisa-majoritariamente-brasileira-desenvolve-metodo-que-mistura-gases-e-torna-plasma-mais-eficiente-na-eliminacao-de-fungo\/","title":{"rendered":"Pesquisa majoritariamente brasileira desenvolve m\u00e9todo que mistura gases e torna plasma mais eficiente na elimina\u00e7\u00e3o de fungo"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Estudo mostra que a combina\u00e7\u00e3o de gases em plasma de baixa press\u00e3o pode eliminar fungos presentes em tecidos de m\u00e1scaras N95 sem comprometer a estrutura do material<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Por: Rayane Luana Azevedo (Ag\u00eancia Focas \u2013 Jornalismo Uniso)<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"538\" height=\"357\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/image-16.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5453\" style=\"width:760px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/image-16.jpg 538w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/image-16-300x199.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 538px) 100vw, 538px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><sub>Processo de ajuste do sinal el\u00e9trico na fonte de radiofrequ\u00eancia para gera\u00e7\u00e3o do plasma | Fonte: Unesp-Sorocaba<\/sub><\/p>\n\n\n\n<p>Um estudo conduzido em 2023 por pesquisadores brasileiros e uma cientista polonesa demonstrou que uma combina\u00e7\u00e3o espec\u00edfica de gases pode tornar o plasma de baixa press\u00e3o mais eficiente na elimina\u00e7\u00e3o de fungos presentes em tecidos de m\u00e1scaras N95, sem comprometer o material tratado. A pesquisa mostrou que a m\u00e1scara, utilizada normalmente em ind\u00fastrias e hospitais, mant\u00e9m sua estrutura e capacidade de filtragem mesmo ap\u00f3s a aplica\u00e7\u00e3o do plasma.<\/p>\n\n\n\n<p>Publicado na revista cient\u00edfica internacional Plasma Processes and Polymers, o trabalho foi desenvolvido por cientistas da Universidade Estadual Paulista (Unesp), da Universidade Federal de S\u00e3o Carlos (UFSCar), da <em>Wroclaw University of Technology<\/em> (Universidade Tecnol\u00f3gica de Wroclaw), na Pol\u00f4nia, e conta ainda com colabora\u00e7\u00e3o da Universidade Municipal de S\u00e3o Caetano do Sul.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre os autores, est\u00e3o Julia Kolowrotkiewicz, Rafael Ribeiro, Gabriel Izumi, Luiz Henrique da Silva, Let\u00edcia do Nascimento, Iolanda Duarte, Nilson Cruz, T\u00e2nia Passeti e Elidiane Rangel. Segundo Elidiane Rangel, uma das autoras do estudo e professora da Unesp-Sorocaba, as parcerias foram fundamentais para a realiza\u00e7\u00e3o dos testes microbiol\u00f3gicos, de citotoxicidade e das an\u00e1lises de composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica de superf\u00edcie.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O que \u00e9 plasma frio?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Embora pouco conhecido fora do meio cient\u00edfico e frequentemente chamado de \u201cquarto estado da mat\u00e9ria\u201d, por possuir um estado variado comparado ao s\u00f3lido, l\u00edquido e gasoso, o plasma est\u00e1 presente em diversos fen\u00f4menos do cotidiano. Ele se forma quando um g\u00e1s recebe energia suficiente para que seus \u00e1tomos se tornem eletricamente carregados. Isso ocorre, por exemplo, nos rel\u00e2mpagos e em l\u00e2mpadas fluorescentes.<\/p>\n\n\n\n<p>No laborat\u00f3rio, o chamado plasma de baixa press\u00e3o pode ser produzido de maneira controlada. Esse plasma gera esp\u00e9cies altamente reativas, como radicais livres, capazes de atacar estruturas celulares de bact\u00e9rias e outros microrganismos.<\/p>\n\n\n\n<p>No caso do chamado plasma frio, essa ativa\u00e7\u00e3o ocorre sem aquecer significativamente o material tratado. Ou seja, a desinfec\u00e7\u00e3o acontece por meio de rea\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas e n\u00e3o por calor, sendo uma caracter\u00edstica fundamental para materiais sens\u00edveis, como os pol\u00edmeros utilizados em m\u00e1scaras hospitalares.<\/p>\n\n\n\n<p>O desafio, por\u00e9m, \u00e9 encontrar uma condi\u00e7\u00e3o que seja letal para o pat\u00f3geno, mas segura para o material. Segundo a professora Elidiane Rangel: \u201ca a\u00e7\u00e3o do plasma acontece por afinidade qu\u00edmica. N\u00f3s n\u00e3o utilizamos altas temperaturas como na autoclave. Isso permite desinfectar o material sem comprometer sua estrutura.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A ideia que deu origem ao projeto<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A ideia do projeto surgiu a partir da combina\u00e7\u00e3o entre experi\u00eancia pr\u00e9via com modifica\u00e7\u00e3o de pol\u00edmeros por plasma e uma necessidade pr\u00e1tica: buscar alternativas mais eficientes e sustent\u00e1veis para a desinfec\u00e7\u00e3o de materiais hospitalares.<\/p>\n\n\n\n<p>O grupo de pesquisa j\u00e1 estudava o uso de plasmas de baixa press\u00e3o para provocar eros\u00e3o qu\u00edmica controlada em materiais polim\u00e9ricos, processo utilizado, por exemplo, para modificar superf\u00edcies. Em trabalhos anteriores, a equipe observou que misturas de oxig\u00eanio com gases contendo fl\u00faor aumentavam significativamente a reatividade do plasma.<\/p>\n\n\n\n<p>A partir desse conhecimento, surgiu, segundo a professora, a pergunta cient\u00edfica: seria poss\u00edvel aplicar esse mesmo princ\u00edpio para atacar c\u00e9lulas patog\u00eanicas sem danificar o material de suporte? \u201cJ\u00e1 existiam estudos mostrando que a mistura de oxig\u00eanio com fl\u00faor aumentava a eros\u00e3o de pol\u00edmeros. Ent\u00e3o pensamos: se o plasma fica mais reativo, ser\u00e1 que ele tamb\u00e9m poderia ser mais eficiente na destrui\u00e7\u00e3o de microrganismos?\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>A pandemia de Covid-19 tamb\u00e9m refor\u00e7ou a import\u00e2ncia de pesquisas voltadas \u00e0 desinfec\u00e7\u00e3o de m\u00e1scaras e materiais hospitalares, especialmente, diante da escassez de equipamentos de prote\u00e7\u00e3o em diversos momentos. Embora o estudo n\u00e3o tenha sido conduzido especificamente para o coronav\u00edrus, ele dialoga com esse contexto ao propor alternativas tecnol\u00f3gicas para esteriliza\u00e7\u00e3o segura e reutiliza\u00e7\u00e3o de materiais.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo a pesquisadora, o grande desafio era encontrar equil\u00edbrio. \u201cQuer\u00edamos um processo que fosse agressivo para a c\u00e9lula pat\u00f3gena, mas n\u00e3o para o tecido. A inova\u00e7\u00e3o foi justamente testar uma condi\u00e7\u00e3o que ainda n\u00e3o havia sido reportada, na literatura, para esse tipo de aplica\u00e7\u00e3o\u201d, explica.<\/p>\n\n\n\n<p>O projeto tamb\u00e9m ganhou for\u00e7a com a vinda da estudante polonesa Julia Kolowrotkiewicz, da <em>Wroclaw University of Technology<\/em>, para um interc\u00e2mbio acad\u00eamico no Brasil, o que permitiu ampliar os experimentos e fortalecer a coopera\u00e7\u00e3o internacional.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Como o experimento foi feito<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Os pesquisadores trabalharam com a camada branca da m\u00e1scara N95, feita de polipropileno \u2014 um tipo de pl\u00e1stico composto, principalmente, por carbono e hidrog\u00eanio. As m\u00e1scaras foram cortadas em fragmentos de aproximadamente um por dois cent\u00edmetros.<\/p>\n\n\n\n<p>Esses fragmentos foram contaminados com fermento biol\u00f3gico (o fungo <em>Saccharomyces cerevisiae<\/em>, n\u00e3o patog\u00eanico e seguro para uso em laborat\u00f3rio). Em seguida, as amostras foram colocadas em um reator a v\u00e1cuo e expostas ao plasma formado por misturas de dois gases: oxig\u00eanio e hexafluoreto de enxofre (SF\u2086), que cont\u00e9m fl\u00faor.<\/p>\n\n\n\n<p>A propor\u00e7\u00e3o desses gases variou de 0% a 100%, enquanto fatores como press\u00e3o, pot\u00eancia el\u00e9trica e tempo de tratamento foram mantidos constantes. Quando submetido ao plasma, o oxig\u00eanio se fragmenta em formas altamente reativas, capazes de atacar a estrutura do microrganismo. J\u00e1 o fl\u00faor possui forte afinidade qu\u00edmica com hidrog\u00eanio. Ao interagir com o pol\u00edmero e com a c\u00e9lula do fungo, ele enfraquece essas estruturas, facilitando a a\u00e7\u00e3o do oxig\u00eanio.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cQuer\u00edamos entender se o fl\u00faor tornaria o plasma mais eficiente na destrui\u00e7\u00e3o da c\u00e9lula pat\u00f3gena sem causar danos significativos ao tecido de suporte\u201d, explica Rangel.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"516\" height=\"389\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/image-15.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5452\" style=\"width:760px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/image-15.jpg 516w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/image-15-300x226.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 516px) 100vw, 516px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><sub>(A) Representa\u00e7\u00e3o esquem\u00e1tica do sistema de plasma acoplado capacitivamente usado neste estudo. (B) Fotografia do eletrodo superior com as amostras de tecido conectadas a ele. (C) Representa\u00e7\u00e3o esquem\u00e1tica dos eletrodos de placas paralelas acoplados capacitivamente, juntamente com as condi\u00e7\u00f5es de excita\u00e7\u00e3o do plasma. (D) Fotografia do reator de plasma durante um experimento; o dispositivo posicionado em frente \u00e0 janela de vidro \u00e9 um espectr\u00f4metro que captura as emiss\u00f5es do plasma para an\u00e1lises de espectroscopia de emiss\u00e3o \u00f3ptica (n\u00e3o mostrado). (E) Estrutura qu\u00edmica do composto hexafluoreto de enxofre |<\/sub><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><sub>Fonte: Imagem retirada do artigo publicado na revista Plasma Processes and Polymers (2023)<\/sub><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"534\" height=\"341\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/image-4.gif\" alt=\"\" class=\"wp-image-5454\" style=\"width:760px;height:auto\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><sub>Combina\u00e7\u00f5es de gases testadas no estudo que resultaram em esteriliza\u00e7\u00e3o completa do fungo <em>Saccharomyces cerevisiae<\/em> | Fonte: NotebookKLM<\/sub><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resultados: elimina\u00e7\u00e3o total do fungo em sete condi\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Os testes microbiol\u00f3gicos mediram o n\u00famero de unidades formadoras de col\u00f4nia, indicador utilizado para avaliar quantas c\u00e9lulas do fungo sobreviveram ap\u00f3s o tratamento.<\/p>\n\n\n\n<p>Os resultados mostraram:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Redu\u00e7\u00e3o de at\u00e9 quatro ordens de grandeza (queda de at\u00e9 10 mil vezes) na quantidade de fungos em alguns tratamentos;<\/li>\n\n\n\n<li>Sete combina\u00e7\u00f5es de gases que promoveram elimina\u00e7\u00e3o total dos microrganismos;<\/li>\n\n\n\n<li>Manuten\u00e7\u00e3o da integridade estrutural do tecido;<\/li>\n\n\n\n<li>Aus\u00eancia de toxicidade para c\u00e9lulas humanas em testes laboratoriais.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>As an\u00e1lises microsc\u00f3picas mostraram que as fibras do tecido sofreram apenas altera\u00e7\u00f5es superficiais sutis, sem destrui\u00e7\u00e3o estrutural significativa. Al\u00e9m disso, testes de citotoxicidade indicaram que o material tratado n\u00e3o apresentou risco potencial de causar irrita\u00e7\u00e3o ou dano celular.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO plasma atacou fortemente a c\u00e9lula patog\u00eanica, mas preservou as propriedades do tecido. Esse era o nosso objetivo principal\u201d, afirma a pesquisadora.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"571\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/IVHHVVUYIGBU-1024x571.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5455\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/IVHHVVUYIGBU-1024x571.jpg 1024w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/IVHHVVUYIGBU-300x167.jpg 300w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/IVHHVVUYIGBU-768x428.jpg 768w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/IVHHVVUYIGBU-800x445.jpg 800w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/IVHHVVUYIGBU.jpg 1466w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><sub>Infogr\u00e1fico resume o funcionamento do plasma de oxig\u00eanio e hexafluoreto de enxofre (SF\u2086) e os principais resultados do estudo | Fonte: NotebookKLM<\/sub><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Vantagens em rela\u00e7\u00e3o aos m\u00e9todos tradicionais<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Atualmente, processos de desinfec\u00e7\u00e3o utilizam m\u00e9todos como calor (autoclave), radia\u00e7\u00e3o ultravioleta, radia\u00e7\u00e3o gama e agentes qu\u00edmicos. Cada um apresenta limita\u00e7\u00f5es:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>O calor pode danificar materiais polim\u00e9ricos;<\/li>\n\n\n\n<li>A radia\u00e7\u00e3o ultravioleta n\u00e3o alcan\u00e7a superf\u00edcies que ficam na sombra;<\/li>\n\n\n\n<li>A radia\u00e7\u00e3o gama exige infraestrutura cara e especializada;<\/li>\n\n\n\n<li>Produtos qu\u00edmicos podem deixar res\u00edduos.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>O plasma frio, por ser um g\u00e1s reativo, consegue atingir simultaneamente todas as superf\u00edcies expostas, inclusive estruturas porosas. Al\u00e9m disso, consome menos energia e n\u00e3o gera res\u00edduos qu\u00edmicos adicionais.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Pr\u00f3ximos passos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Agora, o grupo pretende otimizar par\u00e2metros como press\u00e3o e tempo de exposi\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de desenvolver um prot\u00f3tipo automatizado que permita o uso da tecnologia por profissionais da \u00e1rea da sa\u00fade.<\/p>\n\n\n\n<p>A expectativa \u00e9 que, no futuro, o m\u00e9todo possa ser aplicado n\u00e3o apenas em m\u00e1scaras, mas tamb\u00e9m em tecidos hospitalares e instrumentos m\u00e9dicos. \u201cJ\u00e1 demonstramos que funciona. Agora precisamos tornar o processo mais r\u00e1pido, mais econ\u00f4mico e aplic\u00e1vel fora do laborat\u00f3rio\u201d, explica Rangel.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo a pesquisadora, a meta futura \u00e9 envolver estudantes da \u00e1rea de controle e automa\u00e7\u00e3o \u2014 curso em que ela leciona na Unesp-Sorocaba \u2014 para desenvolver um sistema automatizado de esteriliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><em>[Texto desenvolvido na disciplina de Jornalismo especializado, ministrada pela professora Georgia de Mattos]<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo mostra que a combina\u00e7\u00e3o de gases em plasma de baixa press\u00e3o pode eliminar fungos presentes em tecidos de m\u00e1scaras<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"colormag_page_container_layout":"default_layout","colormag_page_sidebar_layout":"default_layout","footnotes":""},"categories":[15,16,9,14],"tags":[41,29,28],"class_list":["post-5451","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-jornalismo","category-jornalismo-digital","category-jornalismo-online","category-uniso","tag-focas-na-rede","tag-jornalismo","tag-uniso"],"featured_image_urls":{"full":"","thumbnail":"","medium":"","medium_large":"","large":"","1536x1536":"","2048x2048":"","colormag-highlighted-post":"","colormag-featured-post-medium":"","colormag-featured-post-small":"","colormag-featured-image":"","colormag-default-news":"","colormag-featured-image-large":""},"author_info":{"info":["focas"]},"category_info":"<a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/jornalismo\/\" rel=\"category tag\">Jornalismo<\/a> <a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/jornalismo-digital\/\" rel=\"category tag\">jornalismo digital<\/a> <a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/jornalismo-online\/\" rel=\"category tag\">jornalismo online<\/a> <a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/uniso\/\" rel=\"category tag\">Uniso<\/a>","tag_info":"Uniso","comment_count":"0","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5451","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5451"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5451\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5456,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5451\/revisions\/5456"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5451"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5451"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5451"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}