{"id":57,"date":"2019-10-25T16:51:00","date_gmt":"2019-10-25T16:51:00","guid":{"rendered":"http:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/2019\/10\/25\/o-movimento-fansub-a-intima-relacao-entre-a-pirataria-e-o-consumo-de-animacoes-japonesas\/"},"modified":"2019-10-25T16:51:00","modified_gmt":"2019-10-25T16:51:00","slug":"o-movimento-fansub-a-intima-relacao-entre-a-pirataria-e-o-consumo-de-animacoes-japonesas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/2019\/10\/25\/o-movimento-fansub-a-intima-relacao-entre-a-pirataria-e-o-consumo-de-animacoes-japonesas\/","title":{"rendered":"O movimento fansub: a \u00edntima rela\u00e7\u00e3o entre a pirataria e o consumo de anima\u00e7\u00f5es japonesas"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"background-color: white; font-family: &quot;times new roman&quot;, serif; font-size: 12pt; text-align: justify;\">Imagine mundos em que voc\u00ea pode ser o que quiser: um alquimista, o ninja mais poderoso da sua vila, o rei dos piratas ou, quem sabe, um treinador de monstros colecion\u00e1veis. Muitos t\u00eam se apaixonado pelo universo fant\u00e1stico dos <\/span><i style=\"background-color: white; font-family: &quot;times new roman&quot;, serif; font-size: 12pt; text-align: justify;\">anime<\/i><span style=\"background-color: white; font-family: &quot;times new roman&quot;, serif; font-size: 12pt; text-align: justify;\">, como s\u00e3o chamadas as anima\u00e7\u00f5es do Jap\u00e3o, que re\u00fanem f\u00e3s de todas as idades em todos os cantos do mundo. Nesse curioso universo, os brasileiros que se identificam como <\/span><i style=\"background-color: white; font-family: &quot;times new roman&quot;, serif; font-size: 12pt; text-align: justify;\">otaku<\/i><span style=\"background-color: white; font-family: &quot;times new roman&quot;, serif; font-size: 12pt; text-align: justify;\"> \u2014 como s\u00e3o normalmente chamados os f\u00e3s de <\/span><i style=\"background-color: white; font-family: &quot;times new roman&quot;, serif; font-size: 12pt; text-align: justify;\">anime<\/i><span style=\"background-color: white; font-family: &quot;times new roman&quot;, serif; font-size: 12pt; text-align: justify;\"> \u2014 encontram material especializado com muita facilidade por meio dos servi\u00e7os de <\/span><i style=\"background-color: white; font-family: &quot;times new roman&quot;, serif; font-size: 12pt; text-align: justify;\">streaming<\/i><span style=\"background-color: white; font-family: &quot;times new roman&quot;, serif; font-size: 12pt; text-align: justify;\">. Mas nem sempre foi assim. Nas d\u00e9cadas de 80 ou 90, era dif\u00edcil ter acesso a uma grande diversidade desse tipo de conte\u00fado, j\u00e1 que a TV era praticamente a \u00fanica op\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<div style=\"background: white; line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"background: white; line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;\"><span style=\"color: black; font-family: &quot;times new roman&quot; , serif; font-size: 12.0pt;\">Foi a extinta TV Manchete que, no come\u00e7o, trouxe os <i style=\"mso-bidi-font-style: normal;\">anime<\/i> para a TV aberta, fazendo com que ganhassem fama pelo Brasil. O ponto alto da programa\u00e7\u00e3o da emissora girava em torno dos desenhos animados, fossem americanos ou japoneses. Uma febre na \u00e9poca foi o <i style=\"mso-bidi-font-style: normal;\">anime<\/i> Cavaleiros do Zod\u00edaco (<i style=\"mso-bidi-font-style: normal;\">Saint-Seiya<\/i>). Com as m\u00fasicas e as vendas de <i style=\"mso-bidi-font-style: normal;\">action figures<\/i> \u2014 bonecos que representam um personagem, geralmente colecion\u00e1veis \u2014 Seiya e sua turma foram a porta de entrada para um grande p\u00fablico. \u00c9 o caso de Fred Oliveira, hoje com 30 anos, criador do canal <i style=\"mso-bidi-font-style: normal;\">Anime Whatever<\/i>, com mais de 1 milh\u00e3o de escritos no YouTube.<\/span><span style=\"font-family: &quot;times new roman&quot; , serif; font-size: 12.0pt;\"><o:p><\/o:p><\/span><\/div>\n<div style=\"background: white; line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"background: white; line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;\"><span style=\"color: black; font-family: &quot;times new roman&quot; , serif; font-size: 12.0pt;\">\u201cSou da famosa \u2018Gera\u00e7\u00e3o Manchete\u2019\u201d, Oliveira conta. \u201cNessa \u00e9poca, os <i style=\"mso-bidi-font-style: normal;\">anime<\/i> estavam em todos os programas infantis, de todas as TVs abertas. N\u00e3o importava se voc\u00ea era um <i style=\"mso-bidi-font-style: normal;\">nerd<\/i> ou um aluno do fund\u00e3o. Todos assistiam <i style=\"mso-bidi-font-style: normal;\">anime<\/i>, pois eram os desenhos que de fato chamavam aten\u00e7\u00e3o. Falei \u2018desenhos\u2019, porque, at\u00e9 ent\u00e3o, era como todos chamavam. N\u00e3o foi uma escolha, como \u00e9 hoje com a internet, em que a crian\u00e7a ou o adolescente simplesmente escolhe o que quer assistir. Foi algo natural e todos que nasceram na \u00e9poca consumiam <i style=\"mso-bidi-font-style: normal;\">anime <\/i>diariamente.\u201d<\/span><span style=\"font-family: &quot;times new roman&quot; , serif; font-size: 12.0pt;\"><o:p><\/o:p><\/span><\/div>\n<div style=\"background: white; line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"background: white; line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;\"><span style=\"color: black; font-family: &quot;times new roman&quot; , serif; font-size: 12.0pt;\">Com a melhoria da qualidade de banda da internet brasileira, al\u00e9m de assistir as anima\u00e7\u00f5es, os f\u00e3s come\u00e7aram a buscar na internet a variedade que a TV n\u00e3o disponibilizava. A alternativa surgiu por meio dos <i style=\"mso-bidi-font-style: normal;\">fansubs<\/i>, epis\u00f3dios legendados por f\u00e3s para f\u00e3s, disponibilizados de forma gratuita em sites clandestinos, uma heran\u00e7a dos primeiros <i style=\"mso-bidi-font-style: normal;\">fansubs<\/i> que surgiram nos Estados Unidos, ainda em VHS. Os epis\u00f3dios eram compartilhados diretamente do Jap\u00e3o, por quem tinha acesso, e legendados pelos pr\u00f3prios f\u00e3s, sem fins lucrativos. Muitas vezes, o objetivo era divulgar uma diversidade maior de t\u00edtulos, com a inten\u00e7\u00e3o de for\u00e7ar as distribuidoras brasileiras a adquirir os direitos de transmiss\u00e3o das obras. Por\u00e9m, isso n\u00e3o se confirmou, j\u00e1 que, muitas TVs abertas acabaram com a programa\u00e7\u00e3o de desenhos em sua grade, o que fez a procura desse conte\u00fado aumentar na <i style=\"mso-bidi-font-style: normal;\">web<\/i>.<\/span><span style=\"font-family: &quot;times new roman&quot; , serif; font-size: 12.0pt;\"><o:p><\/o:p><\/span><\/div>\n<div style=\"background: white; line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"background: white; line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;\"><span style=\"color: black; font-family: &quot;times new roman&quot; , serif; font-size: 12.0pt;\">Como um dos f\u00e3s ativos no per\u00edodo, Oliveira confirma a import\u00e2ncia que os sites piratas tiveram para formar um grande mercado de admiradores: \u201cSem o movimento <i style=\"mso-bidi-font-style: normal;\">fansub<\/i>, sequer existiriam os <i style=\"mso-bidi-font-style: normal;\">otaku<\/i> como existem hoje. Sem eles, a cultura pop japonesa morreria com o fim dos <i style=\"mso-bidi-font-style: normal;\">anime<\/i> na TV aberta, deixando espa\u00e7o apenas para os <i style=\"mso-bidi-font-style: normal;\">anime<\/i> infantis que a TV fechada continuou a trazer, como, por exemplo, Pok\u00e9mon, Beyblade e Yo-Kai Watch. Mas, gra\u00e7as aos <i style=\"mso-bidi-font-style: normal;\">fansubs<\/i>, essa massa de f\u00e3s de anime foi criada e, assim, os servi\u00e7os oficiais passaram a existir\u201d.<\/span><span style=\"font-family: &quot;times new roman&quot; , serif; font-size: 12.0pt;\"><o:p><\/o:p><\/span><\/div>\n<div style=\"background: white; line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"background: white; line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;\"><span style=\"color: black; font-family: &quot;times new roman&quot; , serif; font-size: 12.0pt;\">A legalidade dos servi\u00e7os de <i style=\"mso-bidi-font-style: normal;\">fansub<\/i> come\u00e7ou a ser questionada quando os sites dedicados \u00e0 pr\u00e1tica passaram a ganhar dinheiro com a exibi\u00e7\u00e3o pirateada dos <i style=\"mso-bidi-font-style: normal;\">anime<\/i>, sem adquirir os direitos autorais de maneira legal, mas monetizando a partir de an\u00fancios e at\u00e9 mesmo oferecendo \u00e1reas VIP.<\/span><span style=\"font-family: &quot;times new roman&quot; , serif; font-size: 12.0pt;\"><o:p><\/o:p><\/span><\/div>\n<div style=\"background: white; line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"background: white; line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;\"><span style=\"color: black; font-family: &quot;times new roman&quot; , serif; font-size: 12.0pt;\">A discuss\u00e3o sobre os preju\u00edzos da pirataria <i style=\"mso-bidi-font-style: normal;\">online<\/i> ganharam ainda mais for\u00e7a depois da divulga\u00e7\u00e3o dos dados do MAG Project (Manga-Anime Guardians Project), uma campanha de conscientiza\u00e7\u00e3o sobre a pirataria, que divulgou uma estimativa dos preju\u00edzos causados, que chegam perto dos US$ 20 bilh\u00f5es. A campanha mostrou que o acesso dos f\u00e3s ao material pirateado na internet prejudica a ind\u00fastria <i style=\"mso-bidi-font-style: normal;\">otaku<\/i>, pois as editoras de mang\u00e1 e as produtoras de anime, com esse desfalque no seu or\u00e7amento, deixam de financiar novos autores e obras in\u00e9ditas. Os dados foram apresentados como parte da tese \u201c<i style=\"mso-bidi-font-style: normal;\">Poppu Karuchaa<\/i>: Media\u00e7\u00f5es da cultura pop nipo-brasileira no cen\u00e1rio digital\u201d, de Mariany Tomirayama Nakamura, defendida na Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) em 2018.<\/span><span style=\"font-family: &quot;times new roman&quot; , serif; font-size: 12.0pt;\"><o:p><\/o:p><\/span><\/div>\n<div style=\"background: white; line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"background: white; line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;\"><span style=\"color: black; font-family: &quot;times new roman&quot; , serif; font-size: 12.0pt;\">O argumento dos f\u00e3s para recorrer \u00e0 pirataria pode ser dos mais variados, desde a facilidade e a diversidade de t\u00edtulos at\u00e9 a falta de condi\u00e7\u00e3o para pagar pelos servi\u00e7os oficias. Uma reclama\u00e7\u00e3o de parte dos f\u00e3s brasileiros \u00e9 em rela\u00e7\u00e3o ao contrato de exclusividade que os servi\u00e7os de <i style=\"mso-bidi-font-style: normal;\">streaming<\/i> t\u00eam com as produtoras. \u00c9 o exemplo dos animes <i style=\"mso-bidi-font-style: normal;\">The Seven Deadly Sins<\/i>(Os Sete Pecados Capitais), da <i style=\"mso-bidi-font-style: normal;\">Netflix<\/i>, e <i style=\"mso-bidi-font-style: normal;\">Attack on Titan<\/i> (Ataque dos Tit\u00e3s), da <i style=\"mso-bidi-font-style: normal;\">Crunchyroll<\/i>, ambos com contrato de exclusividade, obrigando os f\u00e3s escolher entre os dois, se n\u00e3o tiverem dinheiro para assinar ambas as plataformas. Assim, muitos espectadores recorrem \u00e0 pirataria para assistir a uma ou outra s\u00e9rie de maneira pirateada. Outra explica\u00e7\u00e3o \u00e9 que nem todos os meios oficiais no Brasil t\u00eam em seu cat\u00e1logo todos os <i style=\"mso-bidi-font-style: normal;\">anime<\/i> da temporada, seja por pouca relev\u00e2ncia ou por problemas em negociar com as produtoras. As <i style=\"mso-bidi-font-style: normal;\">fansubs<\/i> seriam assim, o \u00fanico jeito de acompanhar os lan\u00e7amentos diretamente do Jap\u00e3o.<\/span><span style=\"font-family: &quot;times new roman&quot; , serif; font-size: 12.0pt;\"><o:p><\/o:p><\/span><\/div>\n<div style=\"background: white; line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"background: white; line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;\"><span style=\"color: black; font-family: &quot;times new roman&quot; , serif; font-size: 12.0pt;\">Ele, que no Brasil tamb\u00e9m \u00e9 um autor pioneiro do g\u00eanero <i style=\"mso-bidi-font-style: normal;\">ligth novel <\/i>\u2014 como s\u00e3o chamados os livros japoneses para jovens adultos \u2014, diz que tenta analisar as diferentes opini\u00f5es sobre o assunto. \u201cSempre gostei de enxergar os pontos positivos dos dois lados. Imagine se meu livro \u00e9 pirateado e se torna um sucesso em massa. Acho que seria mais vantajoso ainda, n\u00e3o concorda? Na minha \u00e9poca, s\u00f3 consumia produtos originais quem era rico. Atualmente os valores s\u00e3o super&nbsp;acess\u00edveis. N\u00f3s temos <i style=\"mso-bidi-font-style: normal;\">Netflix, Crunchyroll, Amazon Prime, Spotify<\/i>\u2026 Ent\u00e3o incentivo sempre o acesso por meios oficiais, mas, sem a <i style=\"mso-bidi-font-style: normal;\">fansub<\/i>, ainda&nbsp;ficar\u00edamos&nbsp;sem um acervo enorme de animes aqui no Brasil.\u201d <\/span><span style=\"font-family: &quot;times new roman&quot; , serif; font-size: 12.0pt;\"><o:p><\/o:p><\/span><\/div>\n<div style=\"background: white; line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"background: white; line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;\"><span style=\"color: black; font-family: &quot;times new roman&quot; , serif; font-size: 12.0pt;\">Para combater a pirataria <i style=\"mso-bidi-font-style: normal;\">online<\/i>, a plataforma de <i style=\"mso-bidi-font-style: normal;\">streaming<\/i><i style=\"mso-bidi-font-style: normal;\">Crunchyroll<\/i>, especializada em <i style=\"mso-bidi-font-style: normal;\">anime<\/i>, disponibiliza t\u00edtulos do seu cat\u00e1logo de forma gratuita, desde que o usu\u00e1rio espere uma semana a mais e se disponha a assistir algumas propagandas no meio dos epis\u00f3dios, como ocorre em outras plataformas de v\u00eddeos. Al\u00e9m de possibilitar que os f\u00e3s assistam da maneira correta, a visualiza\u00e7\u00e3o de maneira legal ajuda tanto na divulga\u00e7\u00e3o quanto na cria\u00e7\u00e3o de novas obras.<\/span><span style=\"font-family: &quot;times new roman&quot; , serif; font-size: 12.0pt;\"><o:p><\/o:p><\/span><\/div>\n<div>\n<\/div>\n<div><span style=\"background-color: white; color: #444444; font-weight: 700;\">Ag\u00eancia Focs \/ Jornalismo Uniso<\/span><\/div>\n<p>Texto: Vinicius Lara<\/p>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Imagine mundos em que voc\u00ea pode ser o que quiser: um alquimista, o ninja mais poderoso da sua vila, o<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"colormag_page_container_layout":"default_layout","colormag_page_sidebar_layout":"default_layout","footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-57","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-uncategorized"],"featured_image_urls":{"full":"","thumbnail":"","medium":"","medium_large":"","large":"","1536x1536":"","2048x2048":"","colormag-highlighted-post":"","colormag-featured-post-medium":"","colormag-featured-post-small":"","colormag-featured-image":"","colormag-default-news":"","colormag-featured-image-large":""},"author_info":{"info":["focas"]},"category_info":"<a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/uncategorized\/\" rel=\"category tag\">Uncategorized<\/a>","tag_info":"Uncategorized","comment_count":"0","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/57","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=57"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/57\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=57"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=57"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=57"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}