{"id":5930,"date":"2026-06-11T09:48:16","date_gmt":"2026-06-11T12:48:16","guid":{"rendered":"https:\/\/focas.uniso.br\/?p=5930"},"modified":"2026-06-11T10:38:53","modified_gmt":"2026-06-11T13:38:53","slug":"a-velocidade-da-mentira-como-as-fake-news-impactam-a-sociedade-brasileira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/2026\/06\/11\/a-velocidade-da-mentira-como-as-fake-news-impactam-a-sociedade-brasileira\/","title":{"rendered":"A velocidade da mentira:\u00a0Como as Fake News impactam a sociedade brasileira"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com o avan\u00e7o das redes sociais e da intelig\u00eancia artificial, not\u00edcias falsas passaram a influenciar opini\u00f5es, causar medo e desafiar o jornalismo profissional.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a0Por Ana Laura Rocha, Gabriel Neander, Lais Cassimiro e Laura Antunes\u00a0(Ag\u00eancia Focas \u2013 Jornalismo Uniso)<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"860\" height=\"570\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/image-43.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5931\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/image-43.png 860w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/image-43-300x199.png 300w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/image-43-768x509.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 860px) 100vw, 860px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\"><sub>Reprodu\u00e7\u00e3o<\/sub><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma informa\u00e7\u00e3o falsa leva poucos segundos para alcan\u00e7ar milhares de pessoas nas redes sociais. Seja por meio de mensagens no WhatsApp, publica\u00e7\u00f5es compartilhadas milhares de vezes e v\u00eddeos curtos, as fake news passaram a ocupar um espa\u00e7o consider\u00e1vel, influenciando meios digitais e a opini\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o em geral. Em muitos casos, conte\u00fados manipulados circulam com formato de not\u00edcias ver\u00eddicas, dificultando que usu\u00e1rios identifiquem a legitimidade das informa\u00e7\u00f5es consumidas diariamente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com o crescimento das m\u00eddias sociais e das intelig\u00eancias artificiais, intensificou-se a dissemina\u00e7\u00e3o da desinforma\u00e7\u00e3o. Conte\u00fados criados para gerar engajamento, v\u00eddeos e manchetes editadas fora de contexto capazes de provocar medo e desconfian\u00e7a, tornaram-se um problema que afeta diferentes \u00e1reas da sociedade, como sa\u00fade, seguran\u00e7a e pol\u00edtica.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para entender como as fake news realmente impactam a vida das pessoas, essa reportagem traz relatos de 25 entrevistados de diferentes idades e profiss\u00f5es, al\u00e9m da an\u00e1lise de um jornalista sobre os desafios enfrentados pela comunica\u00e7\u00e3o diante da velocidade e do avan\u00e7o da desinforma\u00e7\u00e3o digital.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As Fake News, ou not\u00edcias falsas, s\u00e3o informa\u00e7\u00f5es produzidas com o objetivo de enganar, influenciar ou espalhar desinforma\u00e7\u00e3o. De acordo com a UNESCO, a not\u00edcia \u00e9 verific\u00e1vel, e por isso o termo \u201cnot\u00edcias falsas\u201d \u00e9 um ox\u00edmoro que se presta a danificar a credibilidade da informa\u00e7\u00e3o que de fato atende a verificabilidade e interesse p\u00fablico, isto \u00e9, as not\u00edcias reais. A entidade alerta que esse tipo de material afeta a confian\u00e7a no jornalismo e torna mais dif\u00edcil o acesso do p\u00fablico \u00e0 informa\u00e7\u00f5es verdadeiras.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estudos do <em>Massachusetts Institute of Technology <\/em>(MIT) apontam que not\u00edcias falsas se disseminam com maior rapidez em rela\u00e7\u00e3o a not\u00edcias verdadeiras, principalmente por haver o intuito de causar rea\u00e7\u00f5es apelativas ao leitor e instigar o compartilhamento sem alguma checagem. Atualmente as Fake News s\u00e3o espalhadas rapidamente, com apenas um clique uma informa\u00e7\u00e3o falsa j\u00e1 est\u00e1 circulando em diferentes redes sociais. Isso se torna um problema, pois afeta o cotidiano das pessoas. Entre os relatos dos entrevistados, mais de 80% afirma ter propagado uma not\u00edcia falsa sem perceber.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Elas podem ser prejudiciais para a sa\u00fade, como no caso da auxiliar administrativa, Ana Paula Ribeiro, de 27 anos, que afirma ter ficado receosa de tomar a vacina na \u00e9poca da pandemia pois havia diversas not\u00edcias falsas todos os dias que a assustavam.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outros relatos tamb\u00e9m mostram que elas podem interferir no ambiente social, assim como relata a professora Fernanda Alves de 34 anos, que uma vez foi compartilhado uma not\u00edcia da qual uma crian\u00e7a havia sido sequestrada perto da escola onde ela trabalha, com isso os pais dos alunos ficaram receosos de levar seus filhos para a escola e ent\u00e3o ela e a equipe pedag\u00f3gica da escola teve que explicar aos pais que aquelas informa\u00e7\u00f5es n\u00e3o eram ver\u00eddicas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No entanto, n\u00e3o s\u00e3o apenas os adultos que sofrem com a dissemina\u00e7\u00e3o de not\u00edcias falsas. Adolescentes que est\u00e3o constantemente conectados \u00e0s redes sociais tamb\u00e9m se tornam alvos frequentes das fake news. Segundo os estudantes de 17 e 18 anos, Jo\u00e3o Victor da Silva e Gabriel Nunes, as redes sociais facilitam a r\u00e1pida propaga\u00e7\u00e3o dessas informa\u00e7\u00f5es. Jo\u00e3o Victor afirma que v\u00eddeos curtos convencem as pessoas com facilidade e que \u201cquase ningu\u00e9m pesquisa depois\u201d. J\u00e1 Gabriel destaca: \u201c\u00c0s vezes, as pessoas acreditam porque a not\u00edcia parece muito convincente e tem muitas curtidas\u201d&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Aprovando isso, o jornalista Andr\u00e9 Fazano, da R\u00e1dio Cruzeiro FM, relata que o avan\u00e7o das redes sociais transformou profundamente a forma como as informa\u00e7\u00f5es circulam na sociedade e tamb\u00e9m alterou a rotina do jornalismo profissional. Com mais de 22 anos de atua\u00e7\u00e3o na \u00e1rea e h\u00e1 16 anos na emissora, ele afirma que a velocidade da internet fez com que qualquer pessoa pudesse divulgar conte\u00fados sem apura\u00e7\u00e3o, contribuindo diretamente para o crescimento das fake news.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"265\" height=\"311\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/image-44.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5932\" style=\"width:760px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/image-44.png 265w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/image-44-256x300.png 256w\" sizes=\"auto, (max-width: 265px) 100vw, 265px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\"><sub>Andr\u00e9 Fazano, jornalista da R\u00e1dio Cruzeiro FM, durante a entrevista com Gabriel M\u00fcller | Foto por Gabriel M\u00fcller.&nbsp;<\/sub><br><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left wp-block-paragraph\">Segundo a pesquisa realizada entre os entrevistados, os idosos costumam cair em golpes pelo WhatsApp que aparecem principalmente por meio de links. \u201cTenho dificuldade para saber o que \u00e9 verdade porque chegam muitas mensagens no WhatsApp\u201d, relata a aposentada de 63 anos, Rosana Fernandes, isso explica que n\u00e3o existe um nicho espec\u00edfico de not\u00edcias falsas, elas variam conforme a idade de cada pessoa, ou seja, as Fake News costumam incluir pol\u00edtica, golpes, informa\u00e7\u00f5es enganosas sobre as \u00e1reas da sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o, seguran\u00e7a p\u00fablica, entre outros g\u00eaneros.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para o jornalista, antigamente as informa\u00e7\u00f5es passavam por processos de checagem antes de serem publicadas, enquanto hoje muitas not\u00edcias s\u00e3o compartilhadas instantaneamente nas redes sociais, sem qualquer confirma\u00e7\u00e3o. Segundo ele, essa rapidez acabou criando uma press\u00e3o sobre os pr\u00f3prios ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o, que passaram a competir pela divulga\u00e7\u00e3o imediata da not\u00edcia. \u201cCriou-se uma obriga\u00e7\u00e3o de ser r\u00e1pido na informa\u00e7\u00e3o, e isso muitas vezes prejudica a apura\u00e7\u00e3o correta\u201d, afirma.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Andr\u00e9 Fazano tamb\u00e9m destaca que nem toda fake news nasce necessariamente da inten\u00e7\u00e3o de prejudicar algu\u00e9m. Em muitos casos, a desinforma\u00e7\u00e3o surge pela irresponsabilidade de compartilhar conte\u00fados sem verificar a proced\u00eancia. Ainda assim, ele alerta que existem situa\u00e7\u00f5es em que not\u00edcias falsas s\u00e3o produzidas propositalmente para manipular opini\u00f5es, atacar pessoas ou gerar medo coletivo.&nbsp;<br>&nbsp;<br>Essa irresponsabilidade em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s fake news tem provocado consequ\u00eancias cada vez mais evidentes na sociedade, principalmente pela rapidez com que conte\u00fados enganosos s\u00e3o compartilhados nas redes sociais. Segundo uma pesquisa do <em>Reuters Institute for the Study of Journalism<\/em>, uma grande parcela da popula\u00e7\u00e3o mundial demonstra preocupa\u00e7\u00e3o com a dificuldade de identificar o que \u00e9 falso na internet, fator que contribui para o aumento na desconfian\u00e7a sob os ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o, impactando na vida de dezenas de pessoas que optam por n\u00e3o utilizar mais canais confi\u00e1veis para se informar&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"484\" height=\"323\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/image-45.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5933\" style=\"width:760px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/image-45.png 484w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/image-45-300x200.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 484px) 100vw, 484px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\"><sub>Cr\u00e9dito: Secom\/IBOPE<\/sub><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O jornalista relembrou casos em que a cautela da equipe evitou a divulga\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es falsas. Em uma das situa\u00e7\u00f5es, chegou \u00e0 r\u00e1dio um v\u00eddeo que mostrava um suposto vazamento de \u00e1gua em Sorocaba. Desconfiando da veracidade das imagens, a produ\u00e7\u00e3o analisou detalhes do v\u00eddeo e percebeu que uma placa exibida no local possu\u00eda um telefone com DDD diferente da cidade. Ap\u00f3s a checagem, a equipe concluiu que o fato n\u00e3o havia acontecido em Sorocaba e decidiu n\u00e3o publicar a informa\u00e7\u00e3o.&nbsp;<br>&nbsp;<br>Casos como esse, evidenciam o Jornalismo por\u00e9m quando n\u00e3o realizada essa verifica\u00e7\u00e3o, o impacto \u00e9 grande. No Brasil, o impacto das fake news se intensificou principalmente nas \u00e1reas da sa\u00fade, pol\u00edtica e seguran\u00e7a digital. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), divulgados na pesquisa TIC Domic\u00edlios, mostram que o uso intenso das redes sociais e aplicativos de mensagens facilita a dissemina\u00e7\u00e3o r\u00e1pida de conte\u00fados enganosos. &nbsp;<br>&nbsp;<br>Atualmente, as Fake News s\u00e3o encontradas em todas as principais plataformas, tais como: WhatsApp, Instagram, Facebook, Twiter\/X. No entanto, continua sendo necess\u00e1rio diminuir os impactos que a dissemina\u00e7\u00e3o das not\u00edcias falsas produz na sociedade em um todo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"495\" height=\"330\" src=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/image-46.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5934\" style=\"width:760px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/image-46.png 495w, https:\/\/focas.uniso.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/image-46-300x200.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 495px) 100vw, 495px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Andr\u00e9 Fazano defende que a principal forma de combater as fake news \u00e9 investir na checagem das informa\u00e7\u00f5es e valorizar o jornalismo profissional. Para ele, a busca pela verdade deve ser mais importante do que a pressa em divulgar uma not\u00edcia. \u201cA melhor forma de combater as fake news \u00e9 checando, analisando todos os lados e tendo responsabilidade antes de compartilhar qualquer informa\u00e7\u00e3o\u201d, conclui.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em um cen\u00e1rio marcado pelo excesso de informa\u00e7\u00f5es e pela rapidez das redes sociais, combater a desinforma\u00e7\u00e3o passou a ser uma quest\u00e3o social. As fake news deixaram de ser apenas conte\u00fados compartilhados na internet e passaram a gerar consequ\u00eancias reais, influenciando decis\u00f5es, alimentando conflitos e provocando inseguran\u00e7a social.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os relatos apresentados ao longo desta reportagem mostram que a desinforma\u00e7\u00e3o pode atingir qualquer tipo de pessoa, independentemente da idade ou do contexto social. Al\u00e9m disso, a internet democratizou o acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m ampliou a circula\u00e7\u00e3o de conte\u00fados manipulados que se espalham antes mesmo de serem verificados.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nesse cen\u00e1rio, a Secretaria de Comunica\u00e7\u00e3o Social do Governo Federal destaca&nbsp; que verificar a proced\u00eancia das informa\u00e7\u00f5es e buscar conte\u00fados em fontes confi\u00e1veis e comprometidas com a apura\u00e7\u00e3o dos fatos s\u00e3o medidas necess\u00e1rias para reduzir os impactos da desinforma\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, o fortalecimento do jornalismo profissional e da educa\u00e7\u00e3o midi\u00e1tica torna-se cada vez mais importante em uma sociedade marcada pela velocidade da propaga\u00e7\u00e3o de conte\u00fado. Mais do que nunca, compartilhar informa\u00e7\u00f5es com responsabilidade \u00e9 uma a\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria para evitar a dissemina\u00e7\u00e3o de conte\u00fados enganosos e duvidosos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com o avan\u00e7o das redes sociais e da intelig\u00eancia artificial, not\u00edcias falsas passaram a influenciar opini\u00f5es, causar medo e desafiar<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"colormag_page_container_layout":"default_layout","colormag_page_sidebar_layout":"default_layout","footnotes":""},"categories":[36,15,16,9,31,14],"tags":[41,29,28],"class_list":["post-5930","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao","category-jornalismo","category-jornalismo-digital","category-jornalismo-online","category-projeto-integrador","category-uniso","tag-focas-na-rede","tag-jornalismo","tag-uniso"],"featured_image_urls":{"full":"","thumbnail":"","medium":"","medium_large":"","large":"","1536x1536":"","2048x2048":"","colormag-highlighted-post":"","colormag-featured-post-medium":"","colormag-featured-post-small":"","colormag-featured-image":"","colormag-default-news":"","colormag-featured-image-large":""},"author_info":{"info":["focas"]},"category_info":"<a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/comunicacao\/\" rel=\"category tag\">Comunica\u00e7\u00e3o<\/a> <a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/jornalismo\/\" rel=\"category tag\">Jornalismo<\/a> <a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/jornalismo-digital\/\" rel=\"category tag\">jornalismo digital<\/a> <a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/jornalismo-online\/\" rel=\"category tag\">jornalismo online<\/a> <a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/projeto-integrador\/\" rel=\"category tag\">Projeto Integrador<\/a> <a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/uniso\/\" rel=\"category tag\">Uniso<\/a>","tag_info":"Uniso","comment_count":"0","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5930","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5930"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5930\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5943,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5930\/revisions\/5943"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5930"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5930"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5930"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}