{"id":616,"date":"2014-09-18T17:27:00","date_gmt":"2014-09-18T17:27:00","guid":{"rendered":"http:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/2014\/09\/18\/internet-e-usada-como-ferramenta-para-estudo-de-novos-idiomas\/"},"modified":"2014-09-18T17:27:00","modified_gmt":"2014-09-18T17:27:00","slug":"internet-e-usada-como-ferramenta-para-estudo-de-novos-idiomas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/2014\/09\/18\/internet-e-usada-como-ferramenta-para-estudo-de-novos-idiomas\/","title":{"rendered":"Internet \u00e9 usada como ferramenta   para estudo de novos idiomas"},"content":{"rendered":"<p><i>Grupos de estudos nas redes sociais promovem interc\u00e2mbio cultural entre estudantes de diversos lugares e idiomas <\/i><\/p>\n<div><\/div>\n<div>Foi-se o tempo em que ter uma segunda l\u00edngua era s\u00f3 uma obriga\u00e7\u00e3o para complementar o curr\u00edculo e agradar o mercado. Hoje em dia muitos aliam o diferencial de trabalho e os estudos com hobby, lazer e divers\u00e3o atrav\u00e9s das redes sociais. <\/p>\n<p>Uma prova disso \u00e9 o \u201cPoliglotas da Depress\u00e3o\u201d, grupo criado por estudantes para compartilhar arquivos on-line dos mais variados idiomas nas redes sociais, al\u00e9m dos subgrupos espec\u00edficos de cada idioma. O que inclui idiomas que v\u00e3o desde o grego e o latim, as l\u00ednguas mais comumente estudadas hoje em dia, como ingl\u00eas, espanhol, franc\u00eas, italiano, alem\u00e3o, at\u00e9 outras mais ex\u00f3ticas, como russo e esperanto. Muitos dos integrantes usam a ferramenta como complemento dos cursos que fazem, outros estudam por conta pr\u00f3pria. <\/p>\n<p>O \u201cPoliglotas\u201d surgiu a partir de uma p\u00e1gina que fazia humor com os altos e baixos do aprendizado de idiomas, criada por Aron Burgos e um amigo que estudavam idiomas por conta pr\u00f3pria, mas ainda n\u00e3o conheciam o \u201cmundo dos poliglotas\u201d, ent\u00e3o, cerca de dois anos atr\u00e1s, o grupo foi criado no Facebook. Aron conta que at\u00e9 ent\u00e3o s\u00f3 conhecia alguns livros e aplicativos. \u201cO intuito do grupo \u00e9 trocar experi\u00eancias, dicas e materiais, al\u00e9m de poder conhecer e interagir com pessoas do mundo todo\u201d, explica. Aron n\u00e3o imaginava que o grupo cresceria tanto, contando hoje com mais de 17 mil integrantes. <\/p>\n<p>A internet torna a pr\u00e1tica de idiomas muito mais acess\u00edvel e divertida.  A diversidade de materiais, como v\u00eddeos, PDFs e sites especializados, e a possibilidade de trocar experi\u00eancias, d\u00favidas e praticar com estrangeiros por meio das redes sociais e das chamadas de v\u00eddeo simult\u00e2neas atraem estudantes que querem tornar-se fluentes sem sair de casa. <\/p>\n<p>Amanda Mattiolli, tradutora jur\u00eddica e professora de ingl\u00eas e italiano, de 27 anos, descobriu o grupo por acaso e considera as redes sociais excelentes para complementar os estudos, j\u00e1 que permitem intera\u00e7\u00e3o entre nativos de outras l\u00ednguas que d\u00e3o suporte a quem est\u00e1 aprendendo assim como os falantes de portugu\u00eas ajudam alunos estrangeiros. \u201c\u00c9 um interc\u00e2mbio sem sair de casa, uma troca infinita de conhecimento\u201d. Segundo ela, os estudos n\u00e3o s\u00e3o s\u00f3 parte do seu trabalho, j\u00e1 que eles tamb\u00e9m se refletem em lazer atrav\u00e9s de filmes, livros, m\u00fasicas; n\u00e3o \u00e9 somente \u201cfalar\u201d uma outra l\u00edngua, \u00e9 viv\u00ea-la, observa. <\/p>\n<p>\u00darsula Galindo, de 17 anos, \u00e9 estudante e come\u00e7ou a aprender alem\u00e3o quando tinha 3 anos, em uma escola bil\u00edngue do Rio de Janeiro. N\u00e3o gostava do idioma, mas quando saiu do col\u00e9gio decidiu retomar os estudos. Ela descobriu o grupo atrav\u00e9s de um amigo e usa as redes sociais como um meio de enriquecer seu vocabul\u00e1rio e torn\u00e1-lo mais natural, al\u00e9m de buscar, tamb\u00e9m, entretenimento no idioma que estuda. <\/p>\n<p>Kelly Cipriano, de 37 anos conta que quando precisa de um material para estudo costuma pedir nos subgrupos dos idiomas de seu interesse, mas que os colegas do grupo ajudam principalmente nas express\u00f5es idiom\u00e1ticas. A professora se encantou com o latim quando foi para Roma estudar italiano, tanto que resolveu estudar o idioma para um dia poder voltar a It\u00e1lia e estuda-lo mais a fundo. Segundo ela o material encontrado na internet \u00e9 vasto e a vantagem de estudar o idioma \u00e9 que por ser uma l\u00edngua de uso espec\u00edfico, a mesma permanece intocada, sem varia\u00e7\u00f5es e homog\u00eanea. <\/p>\n<p>Matheus Pinheiro, de 17 anos, \u00e9 estudante, e dos quatro idiomas que fala, aprendeu tr\u00eas estudando sozinho: espanhol, franc\u00eas e italiano. S\u00f3 fez aulas de ingl\u00eas. Ele foi se interessando cada vez mais por idiomas gra\u00e7as ao contato com pessoas de diferentes lugares do mundo em Copacabana. \u201cAl\u00e9m de ser um importador de conhecimento da forma mais b\u00e1sica que existe, posso passar conhecimentos absurdos obtidos em fontes estrangeiras para pessoas que s\u00e3o analfabetas funcionais. Isso para mim \u00e9 que d\u00e1 mais gosto, \u00e9 sentir cada conex\u00e3o de forma mais intensa e tudo isso gra\u00e7as ao aprendizado de algo t\u00e3o gostoso\u201d, declara. <\/p>\n<p> A internet uniu mundos que geograficamente seriam imposs\u00edveis de se aproximar, gra\u00e7as a ela a cultura, os valores e costumes de outro pa\u00eds est\u00e3o ao alcance das m\u00e3os, gra\u00e7as a internet. Qualquer um que tiver uma conta no Facebook e buscar por \u201cPoliglotas da Depress\u00e3o\u201d pode ter acesso ao grupo e utiliz\u00e1-lo como instrumento de aprendizagem.<\/p><\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<table align=\"center\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\" style=\"margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><a href=\"http:\/\/3.bp.blogspot.com\/-kELO6T_j9XY\/VBsVo8B08sI\/AAAAAAAAC8I\/7OoOGlWO4rU\/s1600\/521504_401386526606698_262006336_n.jpg\" style=\"margin-left: auto; margin-right: auto;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/3.bp.blogspot.com\/-kELO6T_j9XY\/VBsVo8B08sI\/AAAAAAAAC8I\/7OoOGlWO4rU\/s1600\/521504_401386526606698_262006336_n.jpg\" height=\"400\" width=\"400\" \/><\/a><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"font-size: 13px;\">Imagem: Facebook\/ Poliglotas da Depress\u00e3o<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;  <\/p>\n<div align=\"center\" style=\"line-height: 150%; text-align: center; text-indent: 35.45pt;\"><\/div>\n<p>Mariana Bonini Gomide<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Grupos de estudos nas redes sociais promovem interc\u00e2mbio cultural entre estudantes de diversos lugares e idiomas Foi-se o tempo em<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"colormag_page_container_layout":"default_layout","colormag_page_sidebar_layout":"default_layout","footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-616","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-uncategorized"],"featured_image_urls":{"full":"","thumbnail":"","medium":"","medium_large":"","large":"","1536x1536":"","2048x2048":"","colormag-highlighted-post":"","colormag-featured-post-medium":"","colormag-featured-post-small":"","colormag-featured-image":"","colormag-default-news":"","colormag-featured-image-large":""},"author_info":{"info":["focas"]},"category_info":"<a href=\"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/category\/uncategorized\/\" rel=\"category tag\">Uncategorized<\/a>","tag_info":"Uncategorized","comment_count":"0","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/616","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=616"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/616\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=616"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=616"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/focas.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=616"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}