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Alunos de jornalismo da Uniso participam de bate-papo sobre filmes independentes no Somos+Cinema

Por Victor Matheus Bezerra da Silva (Agência Focas – Jornalismo Uniso)

Foto por Victor Matheus Bezerra da Silva

Na quinta-feira (16/4), os alunos de jornalismo da Universidade de Sorocaba foram convidados a participar de uma edição do cineclube Somos+Cinema, realizado pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba e Região. O projeto oferece o auditório da organização para exibição gratuita de filmes regionais independentes, com a intenção de democratizar o cinema nacional.

Após a exibição das duas produções audiovisuais da região, houve um bate-papo com os colaboradores de cada filme. Participaram Paulo Aranha e Maria de Oliveira, representando a produção de Maria de Oliveira: o cinema brasileiro passou por Itu, e o grupo de egressos do curso de Jornalismo da Uniso, Laura Brighenti, Thamires Victória, Julio Ribeiro e Bruna Franco, que produziu a videoreportagem Cine interiorano: vozes independentes, como TCC. A conversa foi mediada por Renata Rocha, produtora cultural do Somos +Cinema.

Cine interiorano: vozes independentes

Produzido como trabalho de conclusão de curso de alunos de jornalismo. O produto buscava, segundo Thamires Victória, valorizar um tema que não era devidamente reconhecido: o cinema independente do interior. Para Laura Briguenti, revisitar este trabalho traz a sensação de dever cumprido e a possibilidade de inspirar outros alunos que farão seus TCCs.

Maria de Oliveira: o cinema brasileiro passou por Itu

Em seguida, foi exibido o documentário sobre Maria de Oliveira. O filme aborda a história de vida da mulher que deixou seu cotidiano na fazenda para ser continuísta de cinema, função que precisava garantir a sensação de continuidade em cenas que duram segundos, mas que precisaram de dias para serem gravadas. O documentário foi produzido com 20 mil reais arrecadados por meio de leis de incentivo. Para Paulo Aranha, “falar de cinema não é só falar como referência audiovisual, mas como memória viva das pessoas. É a questão do cineclubismo como uma forma de discussão, de vivência, a gente tá colocando o cinema em prol de outras pessoas conhecerem novos trabalhos.”

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