Nesta semana, tive o prazer de assistir ao show do gênio da musicalidade afro-brasileira Jorge Ben Jor. Aos 87 anos (sim! 87 anos), ele fez duas horas e meia de show sem intervalos e nem água bebeu. Errou algumas entradas de música? Sim. Desafinou? Sim. Esqueceu de voltar depois do refrão em algumas canções? Sim.
“Você já pensou em ser professor? Você tem perfil”, me disse a professora de Gastronomia Silvia Garcia, em meados de 2017. Agradeci o conselho, mas pensei: “essa professora está viajando. Eu? Professor? Imagina.” Mas tem coisas na vida que a gente nem imagina que podem acontecer, e cá estou, quase 10 anos depois, como professor.
No último domingo, enquanto era transmitido o jogo entre Corinthians e Cruzeiro, o narrador convidou os telespectadores a participarem de uma enquete em alusão ao “dia do perdão”. Achei que era piada, não era possível. Julguei mal. A pergunta era “como torcedor, o que é mais difícil de perdoar?” Entre algumas opções, a vitoriosa foi
“Jaspion, uni no magari gori Jaspion, uni no magari tê. Olega, olega, olega de de tirá.” Essa era a pronúncia de um menino de sete anos no meio da década de 1990 que não sabia nada sobre o idioma japonês, mas tentava cantar a música de um dos seus programas de TV favoritos, “O Fantástico
“Rafa, gostaria de te convidar para a abertura de uma mostra negra, você topa?” Ao receber o convite da minha colega de profissão Fernanda Ikedo, não imaginava o que viria. Para não ser influenciado, como de costume procurei não pesquisar nada antes, apenas levar meus olhos e a câmera fotográfica. Tenho alguns problemas com mostras
Danieli Xavier fala sobre processos seletivos, comportamento profissional, construção de portfólio e networking com alunos de Comunicação da Uniso Nathiély
Iniciativa universitária propõe dar continuidade a produções acadêmicas, incentivando a prática jornalística além da sala de aula Por Gabriela Vasconcelos
O conhecimento sobre a maneira de agir ao orientar umdeficiente visual é uma forma de inclusão social. Por Yumi Cugler (Agência Focas – Jornalismo Uniso) Deficientes visuais lidam constantemente com a falta deinclusão, com as barreiras de acessibilidade e o despreparo da população para ampará-los quando necessário. Para entender um