Bienal do Livro de São Paulo é espaço para autoras mais empoderadas
Por Eduarda Lopes (Agência Focas – Jornalismo Uniso)
A Bienal do Livro de São Paulo, realizada entre os dias 4 e 13 de setembro no Distrito Anhembi, reuniu 269 expositores, entre editoras, livrarias e distribuidoras.
Entre os estandes, foi possível encontrar muitas autoras que compartilharam suas narrativas de forma mais empoderada. É o caso da escritora Bia Garbato, com seu livro “Bipolar sim, louca só quando eu quero”, em que apresenta sua leitura da própria realidade com a bipolaridade por meio de crônicas que retratam algumas situações tristes e outras engraçadas. Para Bia, poder expor seu trabalho neste evento é muito importante. “Tem sido um sonho estar aqui na Bienal. Ontem participei de uma mesa no espaço Saúde e bem-estar e, olha, entrei aqui e chorei três vezes só da emoção de ter chegado, porque eu já passei por coisas tão difíceis na minha história. Esse livro foi escrito principalmente para que as pessoas não se sintam sozinhas como eu me senti na minha trajetória”, conta a escritora.
Já a coautora do livro “Mulheres Ressignificadas”, Ana Engel, veio de Santa Catarina à São Paulo para contar histórias reais, suas e de outras escritoras que passaram por adversidades como luto e depressão para inspirar outras mulheres por meio das palavras. “Nós estamos aqui na Bienal para o lançamento do livro Mulheres Ressignificadas, que também é um projeto nosso de cura e de propósito para inspirar mulheres através das nossas histórias, minhas e das outras duas autoras que me ajudaram a desenvolver esse livro”, explica Ana.






