Para mim foi sensacional! — Rafa, estou com um projeto legal, você me ajuda a divulgar? — Claro Lu! — Então venha em casa para eu te mostrar. — Irei. — Muito obrigado, que Pai Ogum o abençoe, Asè. Para mim seria mais um encontro com minha amiga a Babalorixá Maria de Lourdes Moraes, mais
“Todo mundo devia nessa história se ligar.” A frase inicial da canção Rap do Silva de Mc Bob Rum faz muito sentido para a abertura do texto da coluna dessa quinzena. Mas, no caso de hoje, o trecho “Era só mais um Silva que a estrela não brilha” não se encaixa, pois a Silva de
“Eu fico com a pureza da resposta das crianças É a vida, é bonita e é bonita Viver e não ter a vergonha de ser feliz.” A canção “O Que É o Que É?” de Gonzaguinha passou pela minha cabeça esses dias. Eu estava pensando sobre quais perguntas eu faria para a pesquisadora estadunidense Kushya
“Eu vou ficar, no meio do povo, espiando, minha escola perdendo ou ganhando, mais um carnaval.” Esse trecho da canção “Não deixe o Samba morrer”, eternizada na voz da cantora Alcione resume um pouco da minha paixão pela maior festa cultural do mundo, o Carnaval. Em mais um ano ele nos deu aula de história,
“Se achegue, Rafa. Venha tomar um cafezinho com mandioca frita que as meninas acabaram de fazer.” Assim fui recebido pelos meus amigos — e, por que não, irmãos — Antônio (Junior) e Cintia, lideranças do Quilombo do Caxambú, localizado na cidade de Salto de Pirapora, “aqui do lado”. Minhas visitas, que ocorrem desde 2019, sempre